quinta-feira, 16 de abril de 2015

Teatro em Movimento, por meio do patrocínio do Itaú, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, traz a BH espetáculo com Marco Nanini, que reverencia a vida e a obra de Oscar Wilde



Com texto inédito de Jô Bilac, “Beije Minha Lápide” recebeu as indicações dos mais importantes prêmios do teatro brasileiro. Com direção de Bel Garcia e elenco formado Carolina Pismel, Júlia Marini e Paulo Verlings (Cia. Teatro Independente), espetáculo evoca o universo do escritor irlandês, morto em 1900 aos 46 anos, e leva o público a refletir sobre temas atuais, como injustiça, intolerância e homofobia. Dias 18 e 19 de abril, no Sesiminas 


O Teatro em Movimento recebe “Beije Minha Lápide”, espetáculo com Marco Nanini no papel principal, que conta a historia de Bala, ardoroso fã de Oscar Wilde que está preso por quebrar a barreira de vidro que isola o túmulo do escritor no célebre cemitério de Père Lachaise, em Paris. Nanini tinha um antigo desejo de trabalhar com a obra de Oscar Wilde (1854-1900), mas nunca elegeu – entre tantas pérolas – um texto do dramaturgo para levar ao palco. Tampouco cogitava fazer uma biografia teatral, mesmo com a rica e conturbada trajetória do irlandês - ele foi preso por sodomia e outros crimes sexuais, no auge de sua carreira, ao se recusar a aprisionar seus impulsos afetivos. O impasse de Nanini foi rompido com esse texto inédito de Jô Bilac, indicado aos prêmios APTR, Shell e Cesgranrio. Dirigida por Bel Garcia e produzida por Fernando Libonati (Pequena Central), a montagem tem duas apresentações na capital mineira, no Sesiminas, dias 18 e 19 de abril, sábado às 20h e domingo, às 19h.
Desde a estreia, em agosto de 2014, o espetáculo foi aclamado pela crítica e visto por cerca de 15 mil pessoas, com apresentações no Rio de Janeiro e São Paulo. Pela Associação dos Produtores de Teatro recebeu indicação ao prêmio nas categorias: produção, ator protagonista, texto, atriz coadjuvante (Carolina Pismel) e cenário (Daniela Thomas). Indicado ao primeiro Shell como melhor texto. E indicado ao prêmio Cesgranrio como melhor texto e cenografia.
Para a realização de suas atividades, em 2015, o projeto mantém a parceria de patrocínios com o Itaú, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

“Beije Minha Lápide” 




Se o drama de Bala é fictício, a proteção da sepultura é real e foi colocada por conta de um curioso ritual que os fãs de Wilde faziam ao visitar o local, ao – como o título do espetáculo indica – beijar a tal lápide. “O texto tem muitas analogias com a vida e a obra de Wilde, com algumas citações mais explícitas e outras que se refletem nas falas e nas histórias das personagens. Quem não conhece Oscar Wilde vai entender perfeitamente e esperamos que saia querendo conhecê-lo mais”, explica Nanini, responsável por convidar Bel Garcia para a direção e o jovem elenco da Cia. Teatro Independente para dividir o palco.
Carolina Pismel, Júlia Marini e Paulo Verlings vem de montagens bem-sucedidas da jovem companhia, como ‘Cachorro!’, ‘Rebu’ e ‘Cucaracha’, todas com autoria de Jô Bilac. Já Bel Garcia, fundadora da Cia. dos Atores, esteve como atriz na montagem de ‘O Bem Amado’ protagonizada por Nanini em 2007 e, desde então, desenvolveu carreira de diretora que culminou na premiada ‘Conselho de Classe’, dirigida em parceria com Susana Ribeiro e também escrita por Bilac. Assim como nas montagens do grupo, elenco, direção e autor construíram juntos a dramaturgia em um processo colaborativo.
O processo e a equipe
Desde o primeiro momento, discutimos muito o conceito geral, os diálogos e o desenvolvimento das cenas. Fiquei impressionado com a rapidez do Jô, que modificava cenas inteiras em um dia e entregou o texto final em menos de um mês”, lembra Nanini. “O interessante é que o texto traz uma visão brasileira, de um autor brasileiro, sobre a história e o mito. Tem uma Paris retratada que pode ser um reflexo do Rio de Janeiro também”, analisa Bel Garcia.
Nanini e Fernando Libonati convocaram o grupo depois de assistir com entusiasmo a todo o seu repertório, que ocupou o Galpão Gamboa – espaço mantido pela dupla na Zona Portuária do Rio – em diversas temporadas. A equipe de criação é formada ainda pelos antigos colaboradores Daniela Thomas (cenografia), Antônio Guedes (figurino) e Beto Bruel (iluminação), parceiros de Nanini e Libonati em montagens como “Pterodátilos” (2010). Rafael Rocha, do grupo Tono, assina a trilha e Julio Parente as projeções.
“O texto já tem uma imagem forte e asséptica, ao trazer o protagonista preso em uma cela de vidro. A partir disto, a iluminação, a música e as projeções ajudam a trazer uma ‘temperatura’ para a cena”, resume Bel. “O vidro ironiza de forma bem cruel esta sensação de confinamento, pela qual Wilde passou injustamente, ao ser condenado por sodomia”, assinala Nanini.
Nanini, Wilde e Bilac
Foi na prisão onde Wilde escreveu ‘De Profundis’, uma de suas obras mais importantes, espécie de carta de amor escrita diariamente durante os dois anos em que esteve encarcerado. O texto documenta a conturbada relação de amor e ódio que manteve com Lord Alfred Douglas. Em uma profunda autoanálise de consciência, Wilde tece reflexões e observa à distância a sua própria tragédia.
’De Profundis’ traz Wilde fora de sua vida de luxo e sucesso que tinha desde então e mostra como a prisão redimensionou as suas percepções sobre a vida e a morte’, conta Jô Bilac, que criou a peça inspirado pela força que o discurso do escritor ainda tem. Nanini concorda: ‘‘De Profundis’ é quase um milagre pela forma com que foi escrita. Não somente os temas de Wilde que são atualíssimos, mas também a sua escrita irônica e elegante’, afirma Nanini, cujo tempo livre tem sido dedicada à pesquisa e releitura de textos do irlandês.
Bilac, que diz ter criado Bala como diálogo de seu encontro com Wilde e Nanini, passa a integrar o extenso e variado currículo teatral de Marco Nanini.
Somente nas últimas duas décadas – sempre com Libonati na produção – o ator protagonizou clássicos de Molière, (‘O Burguês Ridículo’, 1996), Edward Albee (‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf, 2000) e Arthur Miller (‘A Morte de Um Caixeiro Viajante’, 2003), além de espetáculos mais ligados ao experimentalismo (‘Um Circo de Rins e Fígados’, de Gerald Thomas, 2005, e ‘A Arte e a Maneira de Abordar Seu Chefe Para Pedir um Aumento’, texto de Georges Perec com direção de Guel Arraes, em 2012). 
Esta alta produtividade inclui ainda autores nacionais (Dias Gomes, em ‘O Bem Amado’, de 2007, e João Falcão, no monólogo ‘Uma Noite na Lua’, 1997) e um flerte com a dramaturgia do americano Nicky Silver em ‘Os Solitários’ (2002) e ‘Pterodátilos’ (2010), ambas com direção de Felipe Hirsch. Neste período, conquistou os Prêmios Shell, Sharp, Mambembe, Bravo, APTR, APCA, Qualidade Brasil, Quem, Contigo e Faz Diferença (O Globo).
O Texto
O túmulo do escritor irlandês Oscar Wilde, no cemitério Père Lachaise, em Paris, é vedado ao público para evitar a erosão provocada, maioritariamente, pelo batom das visitantes que têm o hábito de demonstrar a admiração pelo escritor beijando a pedra. Uma barreira de vidro impede agora que qualquer um se aproxime.  Bala, é um  escritor com 60 anos, ainda com prestígio, mas afastado do mundo artístico. Politicamente incorreto, Bala é grande admirador de Oscar Wilde. Considerando um completo absurdo, além de uma afronta a memória do seu ídolo,  Bala quebra ele mesmo a barreira de vidro. Bala é preso e considerado senil. Na cadeia, recebe a visita da jovem advogada Roberta que se diz enviada pelo Estado como advogada de defesa. Bala não aceita advogados, alegando sanidade  e reafirmando que faria tudo novamente, mas acaba se simpatizando por Roberta,  sem saber que a jovem advogada  foi contratada por Ingrid, filha de Bala, que não o vê  faz muito tempo. 
Ingrid é guia no cemitério Pere Lachaise, passa o dia entre as tumbas das maiores celebridades mundiais. Grande fã de Wilde, entende as razões do pai, mas não entende o fato dele não aceitar sua visita, nem ajuda. Ingrid é jovem e está em pleno momento de mudança, vê em Paris um reflexo de um sistema cada vez mais asséptico,  de um mundo virtual que está cada vez mais perdendo o tato. Ingrid recebe notícias do pai através de Roberta, que acaba revelando que Bala está escrevendo uma carta diretamente para ninguém mais que Oscar Wilde.  Roberta tenta entender as razões do seu cliente, travando embates ideológicos que no lugar de afastar, acaba aproximando cada vez mais os dois. 
Na cadeia,  Fabian, jovem carcereiro cuja a ingenuidade e gentileza encantam Bala, inicia uma amizade íntima com o preso, numa linha tênue  entre desejo e poder.  A narrativa avança pelos dias de Bala, preso em sua cela de vidro, isolado como o túmulo de Wilde, num fluxo obsessivo,  como Salomé, exigindo o beijo de João Batista.  
O texto tem o túmulo de  Oscar Wilde como ponto de partida,  em um paralelo Paris/Rio de Janeiro e com todas as grandes capitais, que em nome do seu cartão postal,  levantam diariamente barreiras visíveis e invisíveis, evitando qualquer espontaneidade afetiva que nos aproxime de uma organicidade harmoniosa, mas que estejam perfeito para uma foto, um selfie.

Ficha Técnica
Texto: Jô Bilac / Direção: Bel Garcia/ Elenco: Marco Nanini, Carolina Pismel, Júlia Marini, Paulo Verlings / Produção: Fernando Libonati/ Idealização: Marco Nanini e Felipe Hirsch / Figurino: Antônio Guedes/ Iluminação: Beto Bruel /Cenografia: Daniela Thomas / Concepção e direção de Vídeo: Julio Parente e Raquel André / Videografismo: Júlio Parente / Trilha Sonora: Rafa Rocha / Design Gráfico: Felipe Braga / Fotografia: Cabéra / Visagismo: Ricardo Moren/ Visagismo Marco Nanini: Graça Torres / Assistente de direção: Raquel André /Equipe de Produção - Coordenação e gestão de projetos: Carolina Tavares / Direção de Produção: Leila Maria Moreno / Produção Executiva: Monna Carneiro / Assistente de Produção: Gutemberg Rocha e Glauco Lopes / Realização: Pequena Central / Realização em Belo Horizonte: Teatro em Movimento, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Itaú/ Produção em Belo Horizonte: Rubim Produções 

Crítica Mauricio Mellone - APCA - sobre “Beije Minha Lápide” (…) O que me chamou muito a atenção é como o texto — criado por Bilac depois de um processo de discussão entre elenco e direção — não é uma obra fechada com destinos predeterminados; as indagações são levantadas, as histórias delineadas, mas o publico é provocado a refletir e construir a história. (…) Com a iluminação (Beto Bruel), a projeção de vídeo (Julio Parente e Raquel André) e a trilha sonora (Rafael Rocha) muito bem articuladas, a direção de Bel Garcia cria um clima impactante que deixa o espectador plugado a tudo o que ocorre no palco. A sintonia em cena entre Julia e Carolina (já consagrada em Cucarracha) e a atuação precisa de Verlings, que imprime verdade à dúbia personalidade daquele guarda, engrandecem ainda mais a montagem. E a interpretação de Nanini mais uma vez revela que estamos diante de um dos maiores atores de sua geração. Fiquei impressionado com a cena em que a projeção do vídeo se justapõe à fala do personagem na cela: vemos a versatilidade e as inúmeras nuances de interpretação do ator.

Serviço: 
Beije Minha Lápide, com Marco Nanini e elenco
Classificação: 16 anos -   Duração: 80 minutos – Gênero: Drama
Dias/horários: 18 e 19 de abril de 2015, sábado às 20h e domingo às 19h
Local: Teatro Sesiminas - Rua Padre Marinho, 60 - Santa Efigênia 
Ingressos: R$ 50,00 a R$ 70,00
Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001)
R$ 50,00 - válido para os 20% da capacidade vendável do teatro em atendimento ao Vale Cultura. 
10% da capacidade vendável do teatro que é destinada gratuitamente para entidades de baixa renda devidamente comprovadas. Vendas: bilheteria do teatro e www.ingressos.com

Informações: Telefone:(31)  32417181 – sites: www.teatroemmovimento.art.br / 

Informações para a imprensa:
Jozane Faleiro - (31) 35676714 / 92046367 -  contato@jozanefaleiro.com


Teatro em Movimento
O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, foi criado há 14 anos, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para outros Estados e também pequenas cidades. Desde então, contabiliza 174 montagens, que somam mais de 503 apresentações, envolvendo cerca de 537 artistas, em 14 cidades, 27 teatros e público superior a 365 mil pessoas. 
Inicialmente, atuando em Minas Gerais e seu entorno, o projeto trouxe à capital mineira e algumas cidades do interior, espetáculos com peso nacional, tendo no elenco atores como Bibi Ferreira, Thiago Lacerda, Vladimir Brichta, Cissa Guimarães, Mateus Solano, Glória Menezes, Antônio Fagundes, Nicete Bruno, Paulo Goulart, Marco Nanini, Luana Piovani, Lilia Cabral, Rodrigo Lombardi, Cláudia Raia, Marisa Orth, Renata Sorrah, Paulo Gustavo e muitos outros.  Dentre os espetáculos que o projeto deslocou para a capital mineira estão “Hamlet”, “Incêndios”, “Esta Criança”, “Gonzagão – a Lenda”, “Bibi Ferreira – Histórias e Canções”, “Quem Tem Medo de Virgínia Woolf”, “O Grande Circo Místico”, “New York, New York”, “Bem-vindo, Estranho”, “Milton Nascimento – Nada Será Como Antes”, “Cassia Eller – o Musical”, “Azul Resplendor”, “Poema Bar” e muitos outros. 

O projeto também já atuou em diversos Estados brasileiros, como São Luiz (MA), Vitória (ES) e Aracajú (SE).  Em Minas Gerais, além de Belo Horizonte, o projeto atua em Nova Lima, Betim e Araxá. Os resultados do projeto vão além da inclusão das cidades na circulação das montagens. A iniciativa possibilita a formação de um espectador mais crítico e de um público mais preparado e habituado a lotar as salas dos teatros. A ideia é consolidar o hábito de ir ao teatro e fomentar a cultura das artes cênicas, por isso os espetáculos acontecem ao longo do ano e não concentrados em um curto período como nos festivais. O teatro, sendo um agente de transformação social, é capaz de atuar como um difusor de ideias e de cultura podendo ser usado como um instrumento de comunicação. Para ratificar a potencialidade de transformação social e cultural do teatro e colocar em prática os objetivos do projeto, o Teatro em Movimento ainda promove, sempre que possível, oficinas gratuitas, palestras e workshops para profissionais da área e interessados. Dessa forma, cria-se uma rede de circulação de informação fortalecendo a possibilidade de sustentabilidade do setor cultural.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Ministério da Cultura, Banco do Brasil, Eletrobras e Vivo EnCena apresentam HORA AMARELA



MONIQUE GARDENBERG DIRIGE NOVO TEXTO DE ADAM RAPP
COM DEBORAH EVELYN, MICHEL BERCOVITCH E ISABEL WILKER NO ELENCO
Após grande sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo, “Hora Amarela” estreia no Centro Cultural Banco do Brasil (BH), com temporada do dia 3 de abril a 04 de maio

Dois reencontros marcam a montagem brasileira de Hora Amarela (Through the Yellow Hour), do dramaturgo norte-americano Adam Rapp. Dez anos após o sucesso de ‘Baque’ (2005), Monique Gardenberg volta a dirigir Deborah Evelyn, além de ter a segunda experiência com a dramaturgia de Rapp, autor de ‘Inverno da Luz Vermelha’, encenado por ela, em 2011. O texto ganhou tradução de Isabel Wilker, que também está no elenco. A atriz Mônica Torres, que assistiu à montagem original e adquiriu os direitos do texto, é a idealizadora do projeto. O espetáculo faz temporada do dia 03 de abril até o dia 04 de maio, sempre de sexta a segunda-feira, às 20h, no Teatro I, do Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte (CCBB-BH), espaço que integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade.

A ação do espetáculo se passa em uma Nova York sitiada e arrasada por uma guerra misteriosa e violenta. “Hora Amarela é diferente de tudo que já fiz.  Logo que recebi o convite de Deborah e Mônica fiquei resistente.  Nunca havia imaginado encenar uma ficção científica.  Mas aos poucos fui me dando conta que, embora a história se passe no futuro, tudo o que acontece em cena já foi, de uma forma ou de outra, produzido pelo homem, tem uma base real que a torna assustadora e nos faz refletir sobre os caminhos da humanidade’, conta Monique sobre o texto. 
“Quando assisti à montagem americana, me despertou novamente a vontade de produzir, adormecida há quase duas décadas. Quis trazer para cá esta discussão que o Adam Rapp propõe sobre intolerância, religião, fanatismo e preconceito. É um momento muito oportuno”, explica Mônica Torres, que logo mandou o texto para Deborah e as duas convidaram Monique para assumir a direção da empreitada.

Link para imagens em vídeo: https://vimeo.com/120151048
Hora Amarela
Escondida há três meses no porão de seu prédio, Ellen (Deborah Evelyn) faz de tudo para sobreviver e não perder a esperança de rever o marido desaparecido. No desenrolar da peça, ela é surpreendida com a chegada de diferentes personagens, como Maude (Isabel Wilker), jovem viciada em drogas à procura de abrigo, o professor Hakim (Michel Bercovitch), que traz notícias do mundo externo e um fugitivo Sírio (Daniel Infantini) que não consegue se comunicar por não falar outra língua. A situação se torna cada vez mais desoladora e Ellen tenta desesperadamente seguir em frente e se manter viva.
Para recriar este ambiente de extrema destruição, Monique convidou Daniela Thomas (cenografia), Cassio Brasil (figurinos) e Maneco Quinderé (iluminação), parceiros da diretora em ‘Inverno da Luz Vermelha’ (2010). “Estamos em um bunker fechado e claustrofóbico. Daniela trabalhou em cima desta ideia, a de um porão fechado abaixo do solo. A vida se passa, portanto, sobre a cabeça dos atores”, diz Monique, ressaltando que a luz virá quase sempre de fontes em cena, como luminárias, lanternas e resistências.
Outro ponto fundamental para o desenvolvimento dos conflitos é a trilha sonora, composta especialmente para o espetáculo pelo músico paulista Lourenço Rebetez. Segundo Monique, o som ‘comenta’ toda a peça: “Quando li o texto, pensei: tem que ser rápido, doloroso e muito tenso. A forma de criar esta tensão seria através da trilha sonora, algo que precisaria ser composto. Por coincidência, antes de começarem os ensaios, assisti a um ballet do coreógrafo Ricardo Linhares musicado pelo Lourenço. Além de um profundo conhecimento musical, ele é um pensador inquieto. Eu precisava desta combinação”, explica a diretora.
O texto
Through the Yellow Hour’ estreou em 2012 em Nova York e surpreendeu público e crítica com a terrível visão de um futuro possível para o país. A guerra apresentada – entre uma potência desconhecida e os Estados Unidos – atinge proporções aterradoras. O espectador pode até supor que o exército invasor seja muçulmano – os soldados usam turbantes, tem a barba comprida e rezam ao amanhecer –, mas a intenção de Adam Rapp é mostrar que, na hora de tentar saber quem nos apavora, lidamos apenas com as nossas próprias suposições.
Em entrevista recente, Rapp revelou que quis escrever o texto depois de ler sobre a guerra civil na Síria e sobre os conflitos recentes no Egito e em todo o Oriente Médio. “São lugares onde há tanta incerteza e caos que pensei: ‘e se trouxéssemos isso tudo de uma maneira estranha e misteriosa para cá? Como lidaríamos com isso? Como se sobrevive em um mundo como este? Como se manter vivo? Como se manter são”, disse o autor.
Ao imaginar o cenário de destruição, guerra e ruína de ‘Hora Amarela’, Rapp parece sugerir que a humanidade caminha para um futuro sombrio. No entanto, a resiliência de sua protagonista diz o contrário. É uma qualidade de nossa espécie: a força de lutar, como Ellen, para sobreviver dentro de uma realidade aterradora. 
O teatro de Adam Rapp
(“Adam writes like nobody else, his fierce poetic power as inescapable as the doom that waits for his characters. The work is bleak and true, his touch that of a master in the making”) “Adam escreve como nenhum outro, suas palavras têm um poder poético feroz tão inescapável quanto a ruína que aguarda seus personagens. Seu trabalho é sombrio e verdadeiro, tem o traço de um mestre em formação”. As palavras de Marsha Norman, co-diretora do programa de dramaturgia da Julliard School, NY, nos dão a dimensão da obra de Adam Rapp. Nascido no Illinois, Adam Rapp é um dos dramaturgos mais proeminentes de sua geração. 
É formado em dramaturgia pela Julliard School em Nova Iorque, uma das escolas de maior prestígio na área. Aos 45 anos, já escreveu mais de 25 peças teatrais e publicou oito livros, além de trabalhar também como diretor, roteirista e ator. Em 2006, seu texto “O Inverno da Luz Vermelha” foi vencedor do prêmio Obie (importante premiação da comunidade teatral Off Broadway em Nova Iorque) e finalista do prêmio Pulitzer. Em outubro de 2012, Rapp foi vencedor do prestigioso PEN Literary Award. “Hora Amarela” é seu trabalho mais recente. 
A montagem norte americana de “Hora Amarela”, dirigida pelo próprio autor e que estreou em 2012 no Rattlestick Playwrights Theatre em Nova Iorque, foi bastante elogiada pela crítica especializada, e recebeu algumas indicações a prêmios. “A Hora Amarela é sensacional de se ver e ouvir - 4 estrelas!” (Time Out, NY); “Entusiasmante!” (Backstage); “Um sucesso inegável” (Huffington Post); “’Hora Amarela’ é o trabalho mais poderoso de Rapp” (Lighting and Sound) ; “Uma sociedade distópica completa e assustadoramente concebível”( Curtain Up). 
No ano de 2013, a montagem original recebeu duas indicações ao prêmio Henry Hewes Design Awards, nas categorias de cenário e iluminação, e uma indicação ao prêmio Drama Desk Awards – este ano em sua 58a edição – na categoria de desenho de som. De maneira semelhante a outros trabalhos do autor, os personagens se encontram num cenário apertado, quase claustrofóbico e em uma situação limite. 
HORA AMARELA é uma produção de Monica Torres e Calligaris Produções Literárias e Artísticas Ltda com o patrocínio do Banco do Brasil, Eletrobras e Vivo, uma realização do Ministério da Cultura através da Lei Rouanet.
HORA AMARELA é um espetáculo integrante do projeto Vivo EnCena.
SOBRE O PROJETO CULTURAL VIVO ENCENA
O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma  rede  de  ações  de  formação  de  plateia,  inclusão  cultural e  desenvolvimento  profissional,  compartilhando  histórias  inspiradoras,  conceitos  inovadores  e  ideias transformadoras  no  âmbito  da  cultura. O Vivo EnCena  é  realizado  há  dez  anos  e  está  presente  em  20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.
Ficha técnica - Hora Amarela
Texto: Adam Rapp / Tradução: Isabel Wilker / Direção: Monique Gardenberg / Cenografia: Daniela Thomas / Figurinos: Cassio Brasil / Iluminação: Maneco Quinderé / Elenco: Deborah Evelyn, Isabel Wilker, Michel Bercovitch, Darlan Cunha, Daniel Infantini e Daniele do Rosario / Realização Monica Torres & Calligaris Produções Literárias e Artísticas / Produção local em BH: Rubim Produções
SERVIÇO
Hora Amarela
Duração: 80 minutos/ Classificação indicativa: 16 anos /Gênero: Drama
Datas e horários: de 03 de abril a 04 de maio de 2015, de sexta a segunda, às 20h
Local: Teatro I – CCBB BH - Praça da Liberdade, 450 - Funcionários – Belo Horizonte (MG) - Capacidade: 264 lugares
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) - na bilheteria do teatro ou no site: www.veloxtickets.com.br 
Clientes Vivo Valoriza tem 50% de desconto em até dois ingressos.
Mais informações: (31) 3431-9446 e 3431-9447
Ouvidoria BB 0800 729 5678
Deficiente auditivo ou de fala 0800 729 0088

Obs: O CCBB BH não tem estacionamento.

Redes sociais:(twitter)/@ccbb_bh . (facebook)/ccbb.bh . (instagram)/@ccbbbh

Assessoria de imprensa CCBB BH: Gislane Tanaka de Carvalho - (31) 3431-9420 - gislane@bb.com.br/ccbbbh@bb.com.br

Informações para a imprensa sobre o espetáculo: Jozane Faleiro -  (31) 92046367 / (31) 35676714 – contato@jozanefaleiro.com

quarta-feira, 18 de março de 2015

“Uma noite em Buenos Aires – o melhor tango do mundo” estreia turnê 2015, no Palácio das Artes



Espetáculo de grande sucesso, com mais de 30 mil apresentações, em seus 40 anos excursionando pelo mundo, faz única apresentação na capital mineira, dia 15 de março

O espetáculo “Uma Noite em Buenos Aires – o melhor tango do mundo” inicia a turnê de 2015 no Palácio das Artes, com apresentação no dia 15 de março, domingo, às 19h. A capital mineira recebeu a tour 2014, com ingressos esgotados. Devido ao grande sucesso, Belo Horizonte entrou no roteiro e vai conferir em primeira mão os artistas mais premiados em se tratando da música e dança argentina. A direção e produção geral é de Manoel Poladian e a direção musical do maestro Carlos Buono (Prêmio Sadaic / Bandoneon de Ouro, atualmente excursionando como convidado especial nos espetáculos de André Rieu) e de seu Tango Sinfônico, formado por maestros integrantes de orquestras sinfônicas. 
A montagem tem a participação especial dos cantores Alberto Bianco (maior intérprete de Mariano Mores e figura estelar de La Ventana e Viejo Alamacén), o Folclore de Walter Galarza; e Monica Sacchi (considerada a melhor cantora de tango da atualidade), além da Típica Mi Buenos Aires Querido. E, ainda, o Ballet Internacional Tango Mayor - coreografado pelos atuais campeões mundiais de tango, Guido Palácios e Florencia Castilla, que superaram artistas da Argentina, Paraguai, Colômbia, Rússia, Chile e Itália. 
Integrando o Ballet Internacional Tango Mayor, está no elenco o impressionante destaque das duplas que, com suas performances nos cinco continentes, enobrecem o tango em todo mundo: 
PAULA E LEONARDO – prêmio HUGO DEL CARILLO - medalha de ouro. Depois de dois anos nas principais casas noturna de Buenos Aires, atuam no exterior há dez com sucessos incríveis.
JESSICA E ARIEL- seus sucessos no MICHELANGELO, LA VENTANA, VIEJO ALMACEN e SENHOR TANGO levaram a consagração total na Alemanha, França e nos Estados Unidos.
MARILU E SIMON – solistas no SENHOR TANGO e no grande espetáculo de sucesso mundial, TANGO PASSION.  Eles também fizeram parte, durante três anos, das temporadas mundiais de Julio Iglesias.
MAESTRO CARLOS BUONO
Diretor musical, bandoneonista, compositor e arranjador, o maestro Carlos Buono (Prêmio  Sadaic / Bandoneon de Ouro) é, hoje em dia, o mais autêntico e magnífico intérprete de Piazzolla. Foi solista com a Orquestra Sinfônica de Berlim e a Orquestra Sinfônica da Opera de Milão, Amsterdam e Hamburgo. Chamado de O Rei do Tango na Europa, atualmente, o maestro está em turnê com o violinista holandês, André Rieu.
Carlos Buono nasceu em Buenos Aires, em 1942. Começou seus estudos musicais com o Maestro Elifio Rosaenz, continuando com Tití Rossi. Atuou como instrumentista junto a grandes músicos, até formar seu próprio grupo e atuar nas principais capitais do mundo. Vencedor do prêmio Homero Manzi no Festival de Baradero (Argentina), integrou os grupos orquestrais de Alfredo Gobbi, Osvaldo Tarantino, Mariano Mores, Horário Salgan, José Colangelo, Osvaldo Berlinghieri e Atílio Stampone. Foi diretor musical da casa de espetáculos Michelangelo, e dos artistas Raul Lavie e Libertad Lamarque, além de ter sido bandoneonista solista do espetáculo de Júlio Bocca em Nova Iorque. Acompanhou Adriana Varela, Eladia Blazquez, Maria Graña e Lito Nebbia entre outros.
Ao longo da carreira, o maestro realizou diversas turnês pelo Japão, Estados Unidos, Rússia, Europa, América Central, América do Sul e Canadá. Em 2003, esteve em turnê pelos países escandinavos, incluindo Suécia e Dinamarca, onde foi considerado pela crítica como um dos dez melhores instrumentistas do mundo. Em 2004, apresentou-se como solista na Itália, a convite do Teatro Nacional da Ópera de Roma, para ser dirigido pelo maestro Luis Bacalov. Apresentou-se também na Alemanha, como solista da Rund-Funk – Orchester da WDR (Rádio TE Alemanha). Foi diretor musical do Piazzola Tango em Buenos Aires e teve sua carreira homenageada com a medalha e diploma da Sadaic. (Sociedade de Autores e compositores de Argentina). 
Serviço
 “Uma Noite em Buenos Aires – O Melhor Tango do Mundo”
Classificação etária: Livre / Duração: 90 minutos
Dias / horários: 15 de março de 2015, domingo, às 19h
Ingressos: Plateia I R$ 220,00 / Plateia II R$ 200,00 / Plateia Superior R$ 180,00 - Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001)
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes - Avenida Afonso Pena, 1537 – Centro
Informações: 3236-7400 – www.palaciodasartes.com.br / vendas: bilheteria do teatro e www.ingressos.com

Informações para a imprensa: Luz Comunicação 
Jozane Faleiro – (31) 35676714 / (31) 88280906 / contato@jozanefaleiro.com

“Experimente – Feira de Cervejas Artesanais” realiza quarta edição, celebrando o St. Patricks Day



Durante todo o sábado, dia 14 de março, na Praça Quatro Elementos, no Jardim Canadá, visitantes conferem as principais marcas de cervejas artesanais produzidas em Minas, feira de gastronomia e show de música celta para celebrar o dia do santo irlandês

A quarta edição da “Experimente – Feira de Cervejas Artesanais” já tem data confirmada para o dia 14 de março, sábado, e, desta vez, vai celebrar também o St. Patricks Day, já que a cerveja é o atrativo principal da festa do santo padroeiro da Irlanda. São cerca de 20 rótulos de cerveja artesanal de Minas Gerais e 10 casas gastronômicas e artesanais participantes. Para entrar bem no clima irish está confirmado show da banda The Celtas Ride Again (os celtas estão de volta), que tocam folk rock irlandês - um mix eclético de cantigas de marinheiros, baladas, canções de amor e músicas para dançar. A “Experimente” tem endereço fixo, mensal, na Praça dos Quatro Elementos no Jardim Canadá, com entrada gratuita, das 11h às 18h.
A curadoria da “Experimente” é de Bruno Lins, empresário especializado na distribuição de cervejas. Também idealizador da feira ele acredita que a quarta edição do projeto, realizado a cada mês, vem de encontro ao crescimento do setor de cervejas artesanais no país. “O nosso mercado está em expansão, inversamente às perspectivas do resto do país em relação a outros mercados. A Experimente vem cumprindo o papel a que se propôs desde a primeira realização, que é a de divulgar e fomentar o conhecimento do público quanto à qualidade da produção cervejeira de Minas. O Estado é um grande produtor. Dos 120 estilos de cerveja existentes no mundo, 55 são produzidos aqui. São daqui os mais premiados rótulos do setor”, explica Bruno.


Nesta edição o público pode experimentar as cervejas produzidas pelas cervejarias Falke Bier; Kud; Krug Bier; Inconfidentes (Vinil/ Gribel/ Jambreiro); Colorado; Capa Preta; Backer; Cuesta; Fürst, Hagen; Brücke; Uaimii; Ouropretana; Koala; Taberna do Vale, Magma e Prussia. No setor de gastronomia estão os estabelecimentos Brew Pub Kud; Mexido, Grampa’s Attic; Seu Romão; Rock Dog, Duke & Duke; Pizza aperitivo; Cantina Piacenza e Nômade Studio Bar.
A “Experimente” ocorre mensalmente e oferece toda infraestrutura com bares e restaurantes, praça de alimentação, banheiros, caixas, palco e barraquinhas para a comercialização de cafés, queijos e outros produtos artesanais. 
A Feira
A “Experimente – Feira de Cervejas Artesanais e Gastronomia” ocorre desde novembro de 2014 e a perspectiva é reunir, a cada edição, cerca quatro mil pessoas. O evento tem endereço fixo, na Praça dos Quatro Elementos, no Jardim Canadá, região de Nova Lima. O local foi escolhido devido ao fato de estar sediada na região a maioria das 11 cervejarias artesanais da Grande Belo Horizonte.  
De acordo com o Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral de Minas Gerais (Sindbebidas), o Estado ocupa o segundo lugar em produção de cervejas artesanais do país, com 25 fábricas, o que levou Minas a ser chamada de “Bélgica brasileira”. Dos 120 estilos existentes no mundo, 55 já são reproduzidos em Minas, somando 800 mil de litros produzidos ao mês. 
Música
Nesta quarta edição, a Experimente entra no clima irlandês para celebrar o do Dia de São Patrício, o St. Patricks Day, com o show da banda The Celtas Ride Again (os celtas estão de volta) que tocam folk rock irlandês. No repertório, um mix eclético de cantigas de marinheiros, baladas, canções de amor e músicas para dançar, como as clássicas Sally MacLennane, Drunken Lullabies, Whiskey in the Jar, e algumas músicas próprias. “Nosso som é único no Brasil" conta Karl Mooney, o cantor irlandês da tripulação. "A maior influência são as bandas irlandesas: os Pogues, os Dubliners e as bandas americanos: Flogging Molly e os Tossers. Tocamos música popular com muita energia, muito ‘up’, ótima para arrastar o pé”. A longo prazo, a banda quer colocar mais ritmos brasileiros nessa mistura. "O Brasil tem uma rica herança musical que é amplamente desconhecida na Irlanda. Nós gostaríamos de trazer esse baú de riquezas para Europa e, principalmente, para Dublin”, diz o cantor, que nasceu lá na década de sessenta.
Criada em 2010, The Celtas está indo de vento em popa desde então. "Fomos os mais bem votados, em 2010, na festa de São Patrick BH. No começo foi difícil arrumar músicos que conheciam as idiossincrasias da música 'irish', mas hoje em dia a equipe está bem banhada no ritmo do país Celta.”, lembra Mooney. Formada pelos músicos Rafaela Santana, no baixo, Paulo Bueno, na Guitarra, Capitão Sanzio Henrique, no violão folk, Charles Pimenta, na bateria, o convidado especial Leo Von Barbarosa, no fiddle, e Tin Whistle e Karl Mooney no vocal, mandolin e bodhrán. Site da banda: http://www.theceltas.com.br/
Transporte
Para proporcionar maior conforto e comodidade ao público, a organização disponibiliza transporte, por meio de vans, saindo da Savassi – Rua Rio Grande do Norte, 1411 (em frente a Mina do Chopp), até a Praça Quatro Elementos, local do evento. A passagem de ida e volta tem o custo de R$ 25,00. O evento começa às 11 horas e vai até às 18 horas. O serviço começa às 10h30, seguindo até às 16h30 para ida e retorno até às 20h.  São esperadas cerca de quatro mil pessoas no evento, que conta também com  segurança e estacionamento gratuito, para quem preferir ir de carro próprio.
Serviço:
“Experimente – Feira de Cervejas Artesanais”
Data/ Horário: 14 de março – sábado - de 11h às 18h
Local: Praça dos Quatro Elementos, bairro Jardim Canadá – Nova Lima - ENTRADA GRATUITA
Informações: www.facebook.com/pages/experimente

Informações para a imprensa BH: Luz Comunicação 
Jozane Faleiro – (31) 35676714 / (31) 88280906 / (31) 92046367 / 

contato@jozanefaleiro.com

PIAF! O SHOW



Belo Horizonte integra o roteiro da turnê de comemoração dos 100 anos da diva da canção. Espetáculo estrelado pela francesa Anne Carrere, faz única apresentação no Palácio das Artes, dia 13 de março

A capital mineira recebe o espetáculo musical “Piaf! O Show”, montagem que  faz turnê mundial em comemoração aos 100 anos da diva Edith Piaf,  a ser celebrado na França em dezembro de 2015.  Inspirado no filme vencedor do prêmio La Môme e grande sucesso em todo o mundo, “Piaf! O Show” conta a incrível história de vida e da carreira dessa inesquecível cantora, por meio de todas as suas canções de sucesso, interpretadas pela voz incrível de Anne Carrere. A intérprete, nascida no Sul da França, foi selecionada pelo diretor e produtor do espetáculo Gil Marshall e teve também o aval da amiga pessoal  e confidente de Piaf, a cantora Germaine Ricord. O show tem única apresentação no grande teatro do Palácio das Artes, dia 13 de marco, sexta-feira, às 21h.
Nos dois atos de 45 minutos, o público é levado a uma viagem pelas ruas de Montmartre e Olympia Salão, ambientada na Paris de 1950, e no melhor clima “La Vie en Rose” (o maior sucesso da diva). Fotos e imagens inéditas de Edith Piaf, bem como a tradução em inglês das letras para melodias, contam as histórias de Edith, através de audiovisual. 
No palco, Anne Carrere vem acompanhada por quatro músicos (piano, acordeão, bateria/xilofone e contrabaixo).
Anne Carrere: o espírito de Piaf!
Carrere é a primeira de uma família de cinco filhos. Nascida em 15 de agosto de 1985, em Toulon (situada no sul da França), é uma jovem artista com um belo currículo. Anne estudou uma grande variedade de gêneros de dança, incluindo clássica, jazz e breaking dance. Posteriormente, prosseguiu os estudos em teoria musical, flauta e piano.
Aos 12 anos, começou a ter aulas de voz com Daniel Bastian e formação de teatro com Didier Biosca. Sensível, enérgica e determinada, manteve uma agenda rigorosa de formação artística e competições, enquanto continuava seus estudos. Depois de obter o bacharelado em literatura, juntou-se a sua primeira banda e se tornou bem conhecida no show business.
Anne escreve, cria e inova constantemente. Ela é realmente uma artista completa que inventa e reinventa sua arte de uma forma única e rica cada vez que se apresenta. 
Germaine Ricord, amiga de Edith Piaf, encontra Anne Carrere
Fã incondicional de canções clássicas francesas, Anne participou da chamada 2014 de escolha de elenco para o espetáculo “Paris! O Show”. Fascinado pelo poder de sua voz e seu carisma natural, Gil Marsalla, produtor e diretor do espetáculo, imediatamente lhe ofereceu o papel de Edith Piaf em “Piaf! O Show”.
No mesmo período, Anne conheceu Germaine Ricord, amiga e confidente de Edith Piaf, que fez uma turnê com a diva durante três anos como cantora de apoio. Germaine também se apaixonou por esta voz incrível e pela forma como esta jovem faz lembrar muito da sua saudosa amiga.

Serviço
 “Piaf! O Show”
Classificação etária: Livre / Duração: 90 minutos - com intervalo de 15 minutos
Dia / horário: 13 de março de 2015, sexta, às 21h
Ingressos: Plateia I R$ 220,00 / Plateia II R$ 200,00 / Plateia Superior R$ 180,00 - Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001)
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes - Avenida Afonso Pena, 1537 – Centro
Informações: 3236-7400 – www.palaciodasartes.com.br / vendas: bilheteria do teatro e www.ingressos.com
*De Belo Horizonte, o espetáculo segue para Rio de Janeiro (14 e 15/03), Porto Alegre (17/03), Curitiba (19/03), Sao Paulo (20 e 21/03).

Informações para a imprensa: Luz Comunicação 
Jozane Faleiro – (31) 35676714 / (31) 88280906 / contato@jozanefaleiro.com

St. Patrick’s Day pinta Belo Horizonte de verde


Celebração irlandesa promete reunir mais de 8 mil pessoas ao som de rock and roll e música celta da melhor qualidade no Parque das Mangabeiras no dia 15 de março

A expectativa em torno do evento detectada nas redes sociais – já são mais de 35 mil curtidas no facebook (https://www.facebook.com/stpatricksdaybhz) – demonstra que o St. Patrick’s Day, mais que um evento, é um movimento feito por jovens de todas as idades, antenados no que de mais agradável acontece no calendário de festas na cidade. E é nesta vibe que está sendo preparada a festa irlandesa marcada para o dia 15 de março, sábado. O evento que chega à sua 8º edição na capital mineira – e pela terceira vez é realizado no Parque das Mangabeiras – aguarda um público de cerca de 8 mil pessoas. De 13h às 22h, os participantes terão o melhor do rock and roll e música celta feita por bandas que se destacam nesse estilo e poderão ainda conhecer de perto um dos sucessos do The Voice Brasil: a bela voz de Luana Camarah e sua banda Turnê.
Outro destaque será o aclamado baixista do Barão Vermelho Rodrigo Santos, que se apresenta com sua banda Os Lenhadores. A banda mineira de reggae Manitu, sucesso sempre presente em grandes shows Brasil afora, também está sendo muito esperada pelo público. Entre os grupos já confirmados estão Classic, The Ladies – que convida Gabi Mello, The Rockers – que convida Nabor, SenSESSIONal e Cordoba. As bandas se revezarão em dois palcos, Budweiser e 98 FM/Major Lock, e um terceiro palco será dedicado a DJs. 
Nesse terceiro palco de DJs, nos intervalos, os artistas da música eletrônica não vão deixar ninguém ficar parado. Nessa hora a festa vai vibrar no ritmo dos DJs Ricardo Lock (Major Lock), On The Barrel (Surf&Rock), Víctor Sobrinho, Carlos Kroeff, Gustavo Peluzo e JP.
As camisas verdes que dão direito ao ingresso poderão ser adquiridas por R$45 (segundo lote – até o dia 12/03) e por R$55,00 (terceiro lote a partir do dia 13/03) pelo site www.centraldoseventos.com.br, ou na loja física: Rua Fernandes Tourinho 470, loja 12, Savassi, BH, telefone 3209-0505. 
Bem ao clima da festa original realizada para homenagear o padroeiro da Irlanda e replicada em dezenas de países de língua inglesa, as pessoas são convidadas a vestir-se de verde e a interagirem com a programação, que terá concursos culturais, como a escolha da melhor fantasia dentro do tema da festa. A decoração lembrará elementos do ambiente das celebrações datadas do século XVII, quando fitas verdes e trevos eram usados pelos festeiros. Na praça de alimentação, o público poderá experimentar um típico cachorro quente irlandês, entre outras iguarias daquele país, além da cerveja, atrativo que deu origem à celebração da data no mundo.
Assim como na edição anterior, em que não foram registradas ocorrências, a produção é criteriosa para garantir a qualidade da festa, mantendo a segurança do público e dos moradores da região do Mangabeiras e a preservação do patrimônio. O evento será finalizado pontualmente às 22h e seguirá as normas padrão exigidas, como brigadistas, caminhão-pipa, seguranças privados, presença da Polícia Militar, Guarda Municipal, agentes da BHTrans, orientadores de trânsito, UTI Móvel, banheiros químicos, guarda-volumes, sinalização dentro e fora do parque e palcos montados de costas para o parque, para evitar o  impacto do som.
O “St. Patrick's Day BH – 2014” é realizado pelas produtoras TF7 Eventos, MOV3 e Major Lock Bar. 
Números de 2013
O Saint Patrick’s Day de Belo Horizonte, uma das maiores, senão, a maior representação da festa irlandesa no Brasil pelo número de pessoas reunidas ano a ano, já pode ser considerado um evento fixo do calendário da capital mineira, tal a mobilização de jovens. Muitos deles, ex-intercambistas, conheceram a festa nos países onde foram estudar e se encantaram pela celebração. No ano passado, na fan page oficial do evento no facebook, registrou-se 27 mil curtidas, 26.861 confirmações de presença, 430 mil visualizações em vídeo (facebook e you tube) somando-se as quatro semanas que antecedem a festa. 

SERVIÇO
“ST. Patrick’s Day BH– 2014”
Classificação: maiores de 18 anos
Dia 15 de março, sábado, das 13h às 22h, no estacionamento do Parque das Mangabeiras
COMO ADQUIRIR O INGRESSO: A compra de uma camisa do evento, por R$55,00 (preço único- terceiro lote a partir do dia 13/03), na Central dos Eventos, dá direito a um ingresso (sujeito a disponibilidade). 
Onde comprar: Central dos Eventos, Rua Fernandes Tourinho 470, loja 12, Savassi, BH, telefone 3209-0505.
Na compra pela internet, camisa e ingresso devem ser retirados na Central dos Eventos, na Rua Fernandes Tourinho, 470, loja 12, Savassi, BH, após o recebimento do e-mail avisando que eles já estão disponíveis na loja.
Não é obrigatório o uso da camisa no dia do evento.
Não é permitida entrada com bebidas dentro do espaço do evento.
Informações: https://www.facebook.com/stpatricksdaybhz
Informações para a imprensa: Luz Comunicação
Jozane Faleiro: 31 92046367 – contato@jozanefaleiro.com
Janine Horta: 31 97434013 – imprensa@jozanefaleiro.com

St. Patrick's Day
Dia 17 de março é um dia muito importante na Irlanda - celebra-se o seu santo padroeiro. Os Irlandeses e seus descendentes nos Estados Unidos e em todo o mundo comemoram o St. Patrick's Day - Dia de São Patrício, conhecido por ter trazido a religião católica para a Irlanda. Há mais de mil anos os irlandeses consideram o dia 17 de março, suposta data da morte de St. Patrick, um dia de festa religiosa, que cai no período cristão da Quaresma (Lent), e quando as famílias irlandesas costumam ir a igreja pela manhã e comemorar durante a tarde. O Saint Patrick's Day, coloquialmente St. Paddy's Day, ou simplesmente Paddy's Day, é feriado nacional na Irlanda. St. Patrick's Day é comemorado pelo irlandês em cidades grandes e pequenas, como se fosse o nosso carnaval - podemos comparar como os "Desfiles de Carnaval de Rua". Algumas comunidades chegam até a tingir rios ou córregos de verde! As pessoas vestem-se de verde, pintam trevos no rosto, porque o trevo é o símbolo da Irlanda. St Patrick usava-o como uma metáfora para explicar o conceito da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). 
Atualmente, St. Patrick's Day é comemorado por gente de todas as origens nos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Embora a América do Norte abrigue as maiores produções, O Dia de São Patrício é também celebrado em outros locais distantes da Irlanda, incluindo o Japão, Singapura, Rússia, Argentina e algumas cidades do Brasil. Em toda parte, as pessoas dançam, cantam e bebem "green beer" (cerveja verde) nos Irish Pubs, just having a good time and enjoying themselves!
Quem foi São Patrício?
Sabe-se que St. Patrick nasceu na Grã-Bretanha, filho de pais endinheirados, mais ou menos no final do século IV. Acredita-se que tenha morrido no dia 17 de março, por volta de 460 A.C. - daí então, a data da celebração. Até os 16 anos, ele se considerava um pagão. Nesta idade, foi sequestrado e vendido como escravo por saqueadores irlandeses. Foi durante sua captura que ele começou a se voltar para Deus.
Ele conseguiu escapar após ter sido escravizado durante 6 anos e, então, foi estudar em um mosteiro em Gauls (na região da atual França), por 12 anos. Foi quando ele soube que sua "vocação" (calling) era tentar converter todos os pagãos na Irlanda para o Cristianismo. Sendo assim, St. Patrick foi de mosteiro em mosteiro, obtendo sucesso em converter as pessoas para o Catolicismo. Os Druidas Celtas (Celtic Druids) ficaram muito insatisfeitos com ele e tentaram prendê-lo por diversas vezes, mas ele sempre conseguiu escapar. Depois de 30 anos como missionário na Irlanda, por fim ele estabeleceu-se num lugar chamado County Down, até a sua morte. A valorização atribuída à imagem deste homem não está nos detalhes históricos, mas na inspiração de um homem que conseguiu retornar ao país de origem depois de ser escravo quando criança, com o intuito de transmitir a mensagem de Cristo.
Shamrock (Trevo)
Existem muitas histórias ou fatos sobre este símbolo. Alguns dizem que St. Patrick utilizava o trevo para pregar a santíssima trindade (Holy Trinity - the Father, the Son and the Holy Ghost) aos pagãos celtas, com isso, o uso de trevos de três folhas e similares estão intimamente ligados aos festejos. Também chamado de "seamroy" pelos Celtas, era uma planta sagrada na Irlanda Antiga, pois indicava o início da primavera. No século XVII, o Shamrock tornou-se símbolo do nacionalismo irlandês emergente, visto que, como os ingleses começaram a confiscar terras irlandesas e a criar leis contra o idioma irlandês e a prática do Catolicismo, muitos irlandeses começaram a usar o trevo como um símbolo do orgulho de suas origens e para demonstrar seu desgosto para com o domínio inglês. 
Leprechaun (Duende)
Provavelmente este símbolo tenha vindo do folclore celta, que era repleto de fadas, homenzinhos pequenos e mulheres que podiam usar seus poderes mágicos para servir a Deus ou ao diabo. O nome original desta criaturinha folclórica era "lobaircin", que significa "camarada de corpo pequeno". No folclore celta, leprechauns eram almas excêntricas, responsáveis por consertarem os sapatos de outras fadas. Atualmente, é conhecido como um homem bem pequeno, de paletó e cartola verde e uma longa barba ruiva. É traiçoeiro e faz de tudo para proteger o seu tesouro, um pote de ouro que se esconde no fim do arco-íris. Entretanto, o duende nada tinha a ver com o dia religioso de St. Patrick. Em 1959, a Walt Disney Pictures lançou um filme, chamado em inglês Darby O'Gill & the Little People, que trazia a imagem de um duende simpático e alegre, bem diferente do homenzinho irritadiço do folclore irlandês, que foi logo assimilado à Irlanda em geral e ao dia de St. Patrick's.


Bandas
Luana Camarah e sua Banda Turnê
Formada em 2005, na cidade de Taubaté/SP, a Banda Turnê é composta pela vocalista Luana Camarah, o guitarrista Joziel Wagner, o baixista Bruno Ferreira e o baterista Luiz Cunha. Em 2008, foi lançado seu primeiro álbum “Siga o Sol” e vendeu mais de 50 mil cópias. Em 2010, a banda realizou mais de 200 shows. No ano seguinte, convidada a participar do concurso de talentos exibido no programa de televisão Astros do SBT, o quarteto chegou entre os oito finalistas. Em 2011, sob o título “Um Novo Caminho”, o segundo álbum foi lançado, sendo a música “No Meu Lugar” mantida em primeiro lugar na programação das rádios do interior de São Paulo e serviu de parâmetro para a trajetória de sucesso. Já em 2013, foi lançado o terceiro álbum “Maquinário”, que leva o nome da nova “tour” da banda. Foi um ano muito importante devido à participação de Luana Camarah no programa “The Voice”, da Rede Globo. Com sua excelente participação, o público rapidamente se interessou em conhecer o seu trabalho autoral. Isso refletiu, automaticamente, nos shows, que tiveram lotação máxima todas as noites, com média de quatro shows por final de semana.
Luana Camarah no The Voice:
http://tvg.globo.com/programas/the-voice-brasil/videos/t/audicoes/v/luana-camarah-e-nome-de-estrela-diz-lulu-santos-para-nova-integrante-de-seu-time/2866314/?mais_vistos=1
http://globotv.globo.com/rede-globo/the-voice-brasil/v/luana-camarah-interpreta-back-in-black-no-palco-do-the-voice-brasil/3016031/

The Ladies
Paulinha e Isadora se conheceram no colégio e resolveram, no fim de 2008, colocar em prática toda essa vontade. Paulinha, com sua linda afinação, assumiu o microfone. Isadora, com sua pegada forte, assumiu as baquetas e no ano seguinte começaram os ensaios. Foi, então, formada a banda “The Ladies”. Sem nenhum motivo específico para terem escolhido esse nome, ele caiu perfeitamente para o perfil das meninas. Em 2009 gravaram sua primeira música e então realizaram seus primeiros shows. Em Fevereiro de 2011 a The Ladies foi escolhida pela produção do show do Paramore para participar da seletiva de bandas que abririam seu show em Belo Horizonte. Assim, venceram a disputa e tocaram no dia 17 de fevereiro de 2011 no Chevrolet Hall para mais de 4.000 pessoas. Em 2012, se tornaram a banda Aposta 98FM e em 2014 lançaram seu primeiro EP ''Agora''. Intenso, marcante e único. Essa é a proposta da The Ladies.
http://www.youtube.com/watch?v=hSYzAJ5f0xo
http://www.youtube.com/watch?v=3dbhk2Nt7jE

Gabi Mello
Gabi Mello, cantora e compositora, natural de Belo Horizonte, entrou para o mundo musical quando criança. Aos 15 anos fez seu primeiro show e não parou mais. Ao longo de sua carreira, trabalhou e estudou com Clarisse Grova (Rio de Janeiro/Brasil), Cinthya Scott (EUA), Carla Cook (EUA), Silvana Malta (Brasil/Alemanha), Amanda Kapsch (Alemanha), Mara Minjoli (Alemanha), Holly Holmes (EUA), Kevin Mahogany (EUA), Max Dolabella (Belo Horizonte/Brasil), Magno Mello (Brasília/Brasil), Eugênio Mattos (Brasília/Brazil- EUA), Viviane Donner (Belo Horizonte/Brasil), Leandro Ferrari (Belo Horizonte/Brasil), entre outros. Gabi também se apresentou, com sua banda, em várias casas de shows e festivais de música por todo o país. O repertório dos shows de Gabi Mello passa por Beatles, Strokes, Nirvana, Led Zepellin, Queen, ACDC, Michael Jackson, Green Day, Offspring, Foo Fighters, Pink, entre outros clássicos.

The Rockers 
Trata-se de uma banda formada por músicos atuantes na cena de BH, que se reuniram para homenagear o Rock Nacional. Além de tocar na íntegra os discos Cabeça Dinossauro (Titãs) e Nós Vamos Invadir sua Praia (Ultraje a Rigor), a banda tem em seu repertório, hits das décadas de 80 e 90.
Nabor
Nabor Antunes tem uma pegada folk, com letras inspiradas e uma voz única. Está no circuito musical há 10 anos e vem conquistando as pessoas com um show de rock e pop bastante eclético, com repertório que passa por Beatles, Rolling Stones, entre outros.
http://www.youtube.com/watch?v=Gfdx0rr9PDs


Banda Classic
Performance, musicalidade e um repertório recheado de hits, para que o público se sinta a vontade para interagir e curtir. Está é a proposta da banda Classic. Daniel Mello (bateria), Vinícius “Cavalo Doido” (baixo) e Lucas França (guitarra) já são figuras marcadas na cena rock de Minas Gerais por sua exímia qualidade musical e fizeram parte da antiga formação da banda Velotrol. Neste novo projeto, os veteranos do rock, se juntam ao cantor, instrumentista e compositor Felipe Sabbá, que assume os vocais e a programação eletrônica da banda. Sabbá é conhecido por seu trabalho autoral, um pop cheio de influências refinadas como o jazz e o soul e já esteve presente na programação de várias rádios mineiras e festivais como o Pop Rock Brasil. O repertório é composto por clássicos das maiores bandas de rock, dos anos 70 até os dias atuais, e daí vem o nome Classic. No set list: Creedence, Rolling Stones, AC/DC, Kings of Leon, Coldplay, The Strokes, Red Hot Chilli Peppers, Foo Fighters, Foster The People, The Killers, entre outros gigantes. Formada em Abril de 2012, a banda Classic, com pouco tempo de estrada, conseguiu atingir um público bastante diversificado. Além de se apresentar nas principais casas de rock de Belo Horizonte, como Jack Rock Bar, Circus, Lord Pub e Studio Bar, a banda entrou no circuito das principais festas e boates da cidade com datas na festa Camarim, Cafe de La Musique, Na Mata Cafe, Cinco, Deputamadre, além de sua residência aos sábados no Music Sessions – Seu Bar.
http://www.youtube.com/watch?v=zNpodqKuwfs
http://www.youtube.com/watch?v=fDY8hBNWR_g

Rodrigo Santos e os Lenhadores
Rodrigo Santos é baixista do Barão Vermelho há 20 anos. Considerado um dos melhores baixista do Brasil, Rodrigo também tocou com Lobão, Léo Jaime, João Penca, Blitz e Kid Abelha, entre outros artistas. Entrou para o Barão em 1991 e fundou os Britos em 94. Ao todo, vendeu mais de 4 milhões de discos, ganhou 3 prêmios Sharp, fez a abertura de 5 shows dos Rolling Stones no Brasil, participou de 3 festivais Rock in Rio (com Lobão em 91, com Barão em 2001 e em carreira solo em 2011), participou de 4 festivais Hollywood Rock e nos últimos 32 anos fez mais de 7.000 shows. Em 2006, ganhou medalha de honra das mãos do príncipe da Inglaterra, por serviços prestados ao Reino Unido através da música com um DVD de Beatles (Os Britos Cantam Beatles), gravado quase que integralmente na Inglaterra, incluindo três shows no Cavern Club. Em 2007, após anunciadas publicamente as férias do Barão, sem previsão de volta, Rodrigo iniciou a carreira solo. Ao todo já são mais de 900 shows, 3 CDs de estúdio e um DVD “Ao Vivo Em Ipanema”, o primeiro da carreira solo, lançado em setembro de 2011. Da carreira solo já tocaram bastante em rádios pelo Brasil as músicas “Nunca Desista do Seu Amor”, “Estrangeiro”, “Não Vá”, “Você Não Entende O Que É O Amor”, “Tempos Difíceis”, “Waiting On A Friend” e o hit da novela Os 7 Pecados (Rede Globo), “Pão-Duro”. Depois de dois cds totalmente autorais que receberam muitos elogios de crítica e público – “Um Pouco Mais de Calma” (2007) e “O Diário Do Homem Invisível” (2009) – Rodrigo cria em 2010, shows em cima de uma Kombi e grava um cd em inglês, “Waiting On A Friend”, que inclui uma música inédita de Paul McCartney e outra inédita de John Lennon. No mesmo ano, o cantor monta um power trio, dá o nome de Rodrigo Santos & Lenhadores e também ganha o mercado de festas coorporativas, fazendo no momento mais de 15 shows por mês. Nos shows, Rodrigo é acompanhado por Fernando Magalhães (guitarrista do Barão Vermelho) e Kadu Menezes (ex-baterista de Kid Abelha e Lobão) – o repertório é de hits, entremeadas de músicas de sua carreira solo. Rodrigo Santos arrebentou no Rock in Rio 2011 sendo considerado o melhor show da Rock Street e um dos melhores de todos os palcos, com direito a três bis e gritos entusiasmados da platéia de: “Palco Mundo!! Palco Mundo!!”.
http://www.rodsantos.com.br/

Cordoba
Banda de Belo Horizonte que lançou, em março de 2012, o seu EP de estreia, intitulado “That's All For Now”, apresentado e elogiado por importantes críticos do cenário. Formada em 2010 por Eduardo Melo, André Lima, Carlos Braga, Tadeu Toussaint e João Paulo Vale, músicos atuantes na cena independente de Belo Horizonte, a banda traz, em seu arsenal, influências que vão desde Hot Water Music e Rise Against, a Thrice e Foo Fighters, mas sempre com uma abordagem única e própria. Em pouco mais de três anos de atividade, coleciona grandes atuações. Além das apresentações no St Patrick’s Day, importante festa de origem irlandesa realizada em BH, o Cordoba já dividiu o palco com bandas expressivas como Gloria, Bambix (Holanda) e Atlas Losing Grip (Suécia), também tendo recebido, em  2013, a indicação ao tradicional prêmio Dynamite, na categoria "Melhor Disco de Punk Rock/ Hard Core". Prestes a entrar mais uma vez em estúdio, iniciou a produção do seu primeiro disco full, que será lançado pelo selo Burning London.
http://www.cordobarock.com.br/

SenSESSIONal 
A banda SenSESSIONal, formada por grandes nomes da música "celta" no Brasil; Braia, Irish Fellas, Kernunna, Terra Celta e Tunas, transformou a Rock Street numa sensacional “roda” de música Irlandesa com canções que embalam os melhores pubs da Europa. Os rapazes queriam entrar pro Guinness ao transformar a Rock Street na maior session que o Brasil já viu.
http://www.youtube.com/watch?v=Q6Y3YObWRa0
http://www.youtube.com/watch?v=mkKB9HOvnMY&feature=share&list=PL45AB51FD604EA55E
https://soundcloud.com/alex-navar/rock-in-reel-trilha-irish-para

Manitu
A banda Manitu foi formada no final de 2001 e realizou diversos shows nos principais eventos do país, conquistando um público enorme e fiel, que sempre lota os lugares onde se apresenta, cantando suas músicas do início ao fim do show. Manitu já foi escalada para tocar nos grandes festivais do país, como o Festival de Verão de Salvador e o Pop Rock Brasil. No evento mais famoso da cena mineira, foi a banda mais votada pelo público e ainda foi convidado pelo vocalista Bernard Summer para participar no show do New Order, cantando a música “Bizarre Love Triangle”. O reggae pop do Manitu é o resultado das influências dos amigos que chegam a 2013 com intenções claras quanto ao destino da carreira e com a certeza de que é este o caminho para a continuidade de um trabalho reconhecido pelas principais rádios de Belo Horizonte e todo interior de Minas Gerais, além do Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Recife (PE),Vitória (ES) , Brasília (DF) e do sul do país.