quarta-feira, 31 de março de 2010

Não basta fotografar, tem que ter um diferencial

E é exatamente sobre isso que a premiada fotógrafa mineira Márcia Charnizon, uma das convidadas do Wedding Brasil 2010, o maior congresso de fotografia de casamento da América Latina, que ocorre em São Paulo, de 03 a 08 de abril vai abordar em sua palestra no evento. Charnizon fala sobre o tema “Direção aplicada à fotografia de casamento”, apresentando seu diferencial ao dirigir uma cena e a forma como vive a fotografia, que é sempre provocando a brincadeira e o lúdico, fazendo com que os personagens envolvidos se reconectem com a própria leveza. “E eu cada vez mais acredito que a fotografia de casamento está ocupando um lugar especial e fundamental na memória familiar”, explica a fotógrafa que integra a programação do evento, no dia 08.

Em Minas Gerais, o estúdio Márcia Charnizon é responsável pelo registro fotográfico do casamento de nomes de destaque no cenário nacional, como de Tiago Lacerda, filho do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda; de Duda Recoder, da Jóias Recoder; de Carol Mafra, da Iluminar; de Mariana Pentagna e Gabriela Pentagna, da Carbel; Miguel Safar, da Construtora Concreto; de Helena Neiva, do Pitágoras; de Fabiana Brant, do Banco Mercantil; de Mariana Gontijo, da Gontijo Transportes; de Marina Patrus, da Patrus Transportadora; de Roberto Funaro, da tradicional familia Funaro, de São Paulo; de Rogério Flausino, vocalista da Banda Jota Quest; de Paula Carneiro Costa, Construtora Líder e muitos outros.

Márcia Charnizon é fotógrafa há mais de 20 anos, atuando em diversas editorias e se tornou referência em fotografia de casamento no Brasil. Acumula diversos prêmios, como o prêmio PX3, de 2009, um dos mais importantes prêmios europeus de fotografia, com a foto “The Bride”, na categoria Wedding Portraiture, em Paris. Em 2010, é finalista em uma premiação da PDN Top Knots, uma das revistas de fotografia de grande prestígio mundial, com sede em Nova York.

Serviço:
Márcia Charnizon, na Weddig Brasil (http://www.weddingbrasil.com.br/)
Dia 08 de abril, segunda-feira – no Memorial da América Latina - SP
Assessoria de imprensa Márcia Charnizon:
Jozane Faleiro – jozane@ab.inf.br

terça-feira, 23 de março de 2010

Pato passeia no Pátio Savassi

Isso mesmo. Essa cena inusitada foi o que o público que passeava pelo Pátio Savassi, em Belo Horizonte, presenciou no início da tarde desta terça-feira, 23. Quatro amigos passeavam animadamente com a patinha de estimação "Doralice". Guiada pelo estudante Leonardo, 17 anos, um dos donos da ave, a pata nem se dava conta de que tinha se transformado em uma atração. Ele conta que comprou o animal junto com mais quatro amigos e que dividem os cuidados com a pata. Para tristeza da turma, o segurança proibiu a entrada da ave no centro de vendas e os garotos só puderam exibir a novidade do lado de fora. O estranho é que a entrada de cães é permita. Algo contra os patos? A defensoria dos animais também não vai gostar nada disso. E com razão.
Texto e foto - Jozane Faleiro

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Encontro Inusitado do Diverso, com Márcia Charnizon

Utilizando a fotografia, workshop propõe um encontro do participante com sua própria singularidade

A fotógrafa Márcia Charnizon prepara a terceira edição do workshop “O Encontro Inusitado do Diverso”, com realização nos dias 27 e 28 de março, sábado e domingo, na Casa das Candeias, na Serra da Moeda, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com proposta diferenciada e apenas 12 vagas, o ponto de partida do encontro é o indivíduo e o seu histórico pessoal. O workshop é destinado não apenas a fotógrafos, pois não é técnico, mas para todos que desejam se encontrar com o inusitado em diversas versões e a partir disso repensar sua própria obra e trabalho. Os participantes que têm a fotografia como forma de expressão, devem levar o equipamento, pois haverá momentos para fotografar. São seis horas de atividades, ao longo das 24 horas programadas. “Sempre tive uma demanda de transmissão de algo do meu trabalho, mas que não passasse propriamente pela técnica, porque acredito que o difícil mesmo é transmitir algo da ordem da singularidade do meu olhar. Acredito que é isso o que faz a diferença entre um trabalho e outro”, explica Charnizon.

O “Encontro Inusitado do Diverso” propõe transformar o comum em único através da fotografia e outras abordagens estético-sensoriais. É um convite à imersão, em que os participantes aglutinam os prazeres dos sentidos para potencializar e incentivar a manifestação das particularidades de cada um em projetos profissionais e ou pessoais. “A programação de cada Encontro é sempre diferente e cercada de mistério, onde vamos desvendando aos poucos, a partir da inscrição dos participantes. Mas tudo será um pretexto para identificar quais são os seus traços singulares e, com esses traços, qual é, enfim, a sua marca na sua obra, seja ela qual for”, conta a fotógrafa e uma das idealizadoras do projeto.

Diante dessa demanda e de uma indagação de qual seria a melhor forma de transmitir a singularidade do seu trabalho com a fotografia, Márcia Charnizon “encontrou” Mônica Godoy, uma psicanalista com 20 anos de experiência clínica, com trabalhos publicados e com uma visão analítica do que seria o olhar. “Nesse feliz encontro entre a psicanálise e a fotografia, encontrei um caminho consistente para iniciar a minha transmissão. E, como saco vazio não para em pé, o destino nos colocou mais uma companheira, a Marina Martins, que possui uma visão muito especial do quê vem a ser todo o processo de se alimentar, desde a escolha do cardápio até a preparação do alimento, finalizando com a degustação. Como se não bastassem essas três artes -olhar e fotografar; analisar e compreender; elaborar e degustar -, encontramos um palco perfeito, um lugar maravilhoso na Serra da Moeda para abrigar todas as nossas intenções nesse percurso”, relata Charnizon referindo-se às duas outras profissionais parceiras do workshop e do local do evento. Devido às coincidentes iniciais dos nomes, a produção do projeto recebeu o nome de Quatroemes: Márcia Charnizon, Mônica Godoy, Marina Martins, em Moeda.

Serviço:
“O Encontro Inusitado do Diverso”, com Márcia Charnizon, Mônica Godoy e Marina Martins
Dias: 27 e 28 de março, sexta-feira e sábado
Local: Casa das Candeias, Serra da Moeda
Horário: saída para Moeda às 17h do dia 27/03 com retorno às 17h do dia 28/03.
Valor: R$ 980,00 (incluindo hospedagem/ alimentação/material de trabalho e atividades).
Informações: workshop@marciacharnizon.com.br

Assessoria de imprensa: AB Comunicação – Jozane Faleiro (31) 3261.1501/ 92046367
jozane@ab.inf.br

Circuito Cultural Praça da Liberdade

Ontem, foi a inauguração oficial do Circuito Cultural Praça da Liberdade que consta de novos espaços de conhecimento, arte, cultura, ciência e entretenimento. O Circuito, desenvolvido em parceria com a iniciativa privada e com entidade pública, restaura e dá novos usos aos prédios públicos que circundam a praça. Há um site exclusivo do circuito. Estive presente no evento deste domingo, 21. Clique aqui e confira minha matéria publicada no Estadão.

domingo, 21 de março de 2010

O lindão do taxista

- Oi. Pronto!
- É o táxi.
- Estou descendo!
- Bom dia, senhora!!! Vamos onde?
- Bom dia. Savassi. Getúlio Vargas com Paraíba.
- Olha o lindão ali!!! Ah! O pitucão vai passear, vai? Coisa mais linda do papai...que lindão.
- Como?
- Você não viu que cachorrão mais lindo ali embaixo? Olha, olha!! Ainda dá para ver. Eu aaamooo de paixão os cachorros. Amo mesmo. Mas desses grandões, assim como eu. (risos, muitos risos). Eu tive um labrador, maravilhoso, bonito mesmo. Eu chegava em casa do trabalho e, se passasse direto, sem dar atenção a ele, o bichinho chorava feito criança. Às vezes eu fazia até de propósito, só para ver a reação dele! Que saudade, viu? Mas se eu chegasse e abrisse os braços dizendo: "cadê a fofurinha do papai?!" ele vinha todo prosa e me abraçava. Assim, ó, igual gente mesmo (gesto de abraço, deixando o volante e olhando para trás. o carro morre).
- O senhor gosta mesmo de cachorro.
- Aaaaaaaaaamoooo. Mas esse, meu queridão, que viveu comigo durante sete anos, morreu. Erro do veterinário. Levei para uma consulta de rotina e o doutor não fez a esterilização da mesa clínica antes de colocar o meu lindão lá. Foram 15 dias de sofrimento, até ele morrer. A maior tristeza em casa. Minha mulhar é pequenininha, não é grandona assim como eu não, e saía com ele na rua. Ele nunca, nunca mesmo saiu correndo e jogou ela no chão com a coleira. Era só gritar "deita, lindão" e ele parava. Agora, tenho um outro lá em casa. Gosto, gosto demais dele, mas amor mesmo, você sabe. Tenho um álbum só do lindão, com umas 100 fotos. Ele via a máquina e já fazia pose. É deitado, sentando, em pé, latindo, correndo... Precisa de vê.
- É aqui moço. Chegamos. Obrigada!
- Ah, que pena, já chegamos! Tava tão bom o papo.
- É, estava mesmo.
(foto divulgação net).

quarta-feira, 17 de março de 2010

Poesia, solidão e literatura por Rubem Alves

Pela segunda vez presenciei o Sempre Um Papo com Rubem Alves. No mesmo Palácio das Artes, em Belo Horizonte, mais uma vez, o escritor foi aclamado pelo público literalmente apaixonado por ele, com frases do tipo: "Antes, Rubem, eu te admirava. Hoje, eu posso dizer com todas as letras: eu te amo!". No palco, confessou para os cerca de 700 leitores, sua angústia de envelhecer: "isso de melhor idade é uma mentira, quem está com 75 anos como eu, está é na pior idade". A solidão o incomoda e a literatura e a escrita são suas grandes companheiras. Esteve de encontro com a morte no ano passado, passando por cirurgia que lhe rendeu um corte do pescoço ao umbigo. Falou sobre o encanto da poesia e da leitura e lançou o livro Sobre Reis, Ratos, Urubus e Pássaros. "As palavras são capazes de te transportar para diversos lugares, te faz atravessar mares, além de remover as mais profundas lembraças". Fotos de Jackson Romanelli.

quarta-feira, 10 de março de 2010

A ficção, por Sérgio Sant'anna

O escritor Sérgio Sant’anna participa do Sempre Um Papo no dia 07 de abril, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. No encontro, ele debate com o público sobre o tema “Os Caminhos da Ficção”. O autor já venceu por quatro vezes o prêmio Jabuti e publicou diversos livros, entre eles: O Vôo da Madrugada; O Concerto De João Gilberto No Rio De Janeiro; A Senhora Simpson e Um Crime Delicado que foi adaptado para o cinema por Beto Brant. Seus contos foram traduzidos e publicados em mais de dez países. Conversei hoje com o escritor. Confira nosso bate-papo.

No Sempre Um Papo, você fará um paralelo entre ficção longa (romance), média (novela) e curta (conto). Qual é o elo entre estes gêneros e o que os diferencia além da extensão da história?
Sergio Sant’anna - O conto é mais condensado e pode ter um parentesco com a poesia. A novela tem também essa condensação, mas se estende um pouco mais, aproximando-se um pouco do romance. O romance permite deter-se longamente com os personagens, além de permitir incluir os períodos históricos, estender mais no tempo e em cada ação e personagem.

Você diz que o conto é o que mais o atrai, por quê?
Sergio Sant’anna - Justamente pela condensação, permite uma elaboração muito densa.

Mesclar a realidade com a ficção é um recurso bastante usado. Como você avalia este recurso?
Sergio Sant’anna - Pode ser bem mesclado, com toda a liberdade. Eu mesmo mesclei no livro Concerto de João Gilberto, no qual eu uso bastante pessoas e fatos reais. No conto Invocações, que está no livro “O Vôo da Madrugada”, eu utilizo muitos fatos de minha memória e de minha família e também mesclo com a ficção.

Existe um roteiro a ser seguido para iniciar uma ficção?
Sergio Sant’anna - Não. É uma coisa que tem que deixar aparecer na cabeça.

Em que o autor deve ficar atento ao iniciar uma ficção?
Sergio Sant’anna - Em nada. Tem que relaxar e deixar fluir.

Qual é o personagem literário que mais te marcou?
Sergio Sant’anna - Em minha imaginação de leitor o personagem mais marcante se chama Veno, do romance A Consciência de Veno, do sloveno Italo Svevo.

Qual o livro que foi fundamental em sua formação?
Sergio Sant’anna - A obra de Monterio Lobato inteira foi importante na minha formação de leitor. Na minha literatura, Joao Miramar e Oswald de Andrade. Outro que nao é tão antigo, é o livro chamado ‘Formas Breves’, de Ricardo Piglia. São ensaios sobre a ficção, que aprofundam e discutem de forma interassante as características da ficção.

Como é o seu processo de criação?
Deixo entrar a ideia bastante espontaneasmente e faço anotações e depois trabalho exaustivamente a ideia.

A literatura ficcional é repleta de cenas marcantes e autores. Você pode citar algum?
Imediatamene penso em dois autores: a personagem Adrian Leverkun na cena em que ele é possuído pelo demônio. No livro Dr Fausto, do autor Tomas Mann, ele é um músico que faz um pacto com o demônio para conseguir fazer uma composição revolucionária e inovadora. Outra cena é a da reunião literária no livro “Os Possessos” de Dostoievski.

terça-feira, 9 de março de 2010

Diretor de Avatar no Brasil

O líder mundial e prêmio Nobel da Paz, Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos, e o cineasta James Cameron, diretor de “Avatar” e “Titanic” serão os palestrantes do Fórum Internacional de Sustentabilidade, realizado pela Seminars, nos dias 26 e 27 de março 2010, em Manaus (AM). O evento contará também com a participação do cientista e ecólogo norte-americano, pioneiro na pesquisa da Amazônia, Thomas Lovejoy. O anfitrião do Fórum é o governador do Amazonas, Eduardo Braga.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Mais prêmios para o cinema

Esta é a última semana de inscrições para o Prêmio ABC de Cinematografia 2010. Até o dia 10 de março, serão aceitas inscrições de Melhor Direção Fotográfica nos formatos Longa-metragem, Curta, filme comercial, Programa de TV e filme estudantil. Serão também aceitas inscrições para melhor som, melhor direção de arte e melhor montagem, apenas no formato longa-metragem. As inscrições podem ser feitas pelo site http://www.abcine.org.br/ . A premiação faz parte da programação da Semana ABC, que será realizada de 24 a 28 de maio. A Semana ABC vai comemorar 10 anos de existência da Associação Brasileira de Cinematografia, fundada dia 02 de janeiro de 2000.

terça-feira, 2 de março de 2010

Ariano Suassuna no teatro

Quem não gostaria de conhecer Ariano Suassuna? O escritor paraibano que encantou e divertiu leitores e plateias virou personagem no teatro. O autor de romances como “Auto da Compadecida” e o "Santo e a Porca" inspirou a peça “Ariano”, em homenagem aos seus 80 anos comemorados em 2007. O espetáculo terá duas apresentações gratuitas no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte, dias 09 e 10 de março.



A ideia é da Cia. Teatral Epigenia Arte Contemporânea e tem o patrocínio da Br Petrobrás. O texto inédito é do diretor Gustavo Paso escrito a quatro mãos num trabalho de pesquisa que durou oito meses juntamente com o poeta e jornalista paraibano Astier Basílio. Eles se conheceram quando Paso pesquisava a obra do escritor. Trata-se de uma saga poética em que o jovem Ariano, interpretado pelo pernambucano Gustavo Falcão, segue em busca do Reino de Acauã, uma referência à Fazenda Acauã, onde o escritor nasceu, no interior da Paraíba. O espetáculo é repleto de simbologias, misturando referências à biografia de Suassuna com personagens de suas obras. A estrutura do texto é inspirada na "Divina comédia", de Dante, sendo dividida em três partes: "Sol" (Inferno), "Sangue" (Purgatório) e "Sonho" (Paraíso).

O elenco reúne ainda 15 atores da CiaTeatro Epigenia. "A peça mostra a busca de Ariano pela Fazenda Acauã, onde nasceu, um local que representamos como o paraíso para ele, como lugar de onde foi tirado pelas circunstâncias", comenta o diretor Gustavo Paso. Os dois autores, numa licença poética, incluíram no rol de personagens que encontram Ariano durante sua jornada nomes como Maria da Guia (baseada em Euclides da Cunha) e Antônio Conselheiro. "É uma experiência inédita, é a primeira vez que a própria vida de Ariano é levada ao palco", comenta Paso, lembrando que toda a peça tem base onírica. "É um sonho onde o escritor procura por seu reino", comenta ele, que terá, no palco, o auxílio luxuoso dos instrumentos cedidos por Mestre Salu (rabecas) e João do Pife (pífanos).

Serviço

Data/horário: 09 e 10 de março/ terça e quarta-feira, às 20h
Local: Teatro Alterosa / Avenida Assis Chateaubriand nº 499 - Floresta
Duração: 100 minutos
Classificação: 14 anos
Informações: (31) 3237-6611
Ingressos Gratuitos: Retirada de ingressos nos dias do espetáculo na bilheteria do Teatro Alterosa a partir de 12h. Cada pessoa poderá retirar até 01 (um) par de ingressos por pessoa

Informações para a imprensa:
Jozane Faleiro – (31) 3261.1501 / 9204.6367

segunda-feira, 1 de março de 2010

Marcos Valério é assaltado...

A casa do operador do mensalão foi assaltado no último sábado, 27 de fevereiro. De plantão para o jornal O Estado de S.Paulo em BH, cobri a ocorrência. Leia matéria completa clicando aqui.