terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Família Real Belga no Brasil

O Museu de Artes e Ofícios de Belo Horizonte (MAO) recebe, simultaneamente, as exposições de fotografias “Visita da Família Real Belga ao Brasil. 1920” e “Diários de Viagem – Fotografias do Rei Leopoldo III no Brasil (1962 – 1967)”. No total, são mais de 120 fotos e cerca de 350 imagens de páginas ilustradas com poemas, retratos, reproduções de obras de arte e dedicatórias. A abertura ocorre no dia 24 de março, quinta-feira, às 19h, para convidados, e as mostras ficam abertas ao público de 25 de março a 1º de maio.

Para o Museu de Artes e Ofícios, abrigar as exposições tem um caráter histórico significativo. A Estação Central, local onde está instalado o Mao, foi construída especialmente para receber o rei Alberto I e a rainha Elisabeth, em 1920, vindos do Rio de Janeiro para Belo Horizonte. Outros pontos da capital mineira também foram restaurados para receber a realeza, como o Palácio da Liberdade e a Praça da Liberdade.

As exposições têm o patrocínio da Belgo Bekaert, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

“Visita da Família Real Belga ao Brasil. 1920”
A exposição traz 54 reproduções de fotografias da visita do rei Alberto I e da rainha Elisabeth, datadas de 1920. As imagens foram feitas a partir de originais conservados em coleções brasileiras e, principalmente, nos arquivos do Palácio Real de Bruxelas. Diversas dessas fotografias são de autoria da própria rainha Elisabeth.
Integram a mostra cerca de 350 imagens das páginas ilustradas com paisagens do Brasil, poemas, retratos, reproduções de obras de arte e dedicatórias, que o governo brasileiro ofereceu como recordação ao rei de sua visita ao país. O casal e sua comitiva chegaram ao Rio de Janeiro no dia 19 de setembro, estiveram também em Minas Gerais e São Paulo, retornando à Europa no dia 16 de outubro, acompanhados do príncipe Leopoldo, que encontrou os pais no Rio. 

De acordo com a curadora da mostra, Maria Izabel Branco Ribeiro, a exposição requereu pesquisas nos arquivos do Palácio Real de Bruxelas e do Ministério das Relações Exteriores da Bélgica. “Reunimos fotografias e a reprodução de um álbum que a imprensa brasileira ofertou como recordação aos visitantes, material inédito pertencente à coleção do Palácio Real, registros importantes da visita, de aspectos do Brasil do século XX e da construção de um imaginário popular”, adianta a curadora que também é diretora do Mab-Faap (Museu de Arte Brasileira).
                                                                         
“Diários de Viagem: Fotografias Rei Leopoldo III no Brasil (1962 – 1967)
A exposição apresenta 62 fotografias realizadas por Leopoldo III, apaixonado por fotografia desde a infância, nas quatro viagens feitas ao Brasil nos anos 1960. Além de imagens do rei feitas por seus companheiros das várias expedições e mapas indicativos dos trajetos realizados no país. Ele esteve no Brasil por duas  vezes  em 1962, uma em 1964 e outra em 1967.
O rei e sua comitiva percorreram diversas cidades e regiões brasileiras, detendo-se principalmente no Brasil Central e na Amazônia. Entre as fotografias há registros importantes de diversas etnias indígenas, imagens de cidades brasileiras e paisagens amazônicas. 

Segundo a curadora Maria Izabel Branco Ribeiro, a exposição “tem por objetivo mostrar ao público brasileiro o olhar de um fotógrafo a quem a natureza impressionava profundamente e que tinha pela paisagem e povo brasileiro um interesse particular. São imagens feitas em suas quatro últimas viagens pelo Brasil, com especial atenção às realizadas em sua grande jornada pelo Xingu,  entre 4 de outubro e 8 de dezembro de 1964, quando participou de expedição com os irmãos Villas Boas para contatar os índios Txicão”.

“Diários de Viagem. Fotografias de Leopoldo III no Brasil (1962 – 1967)” foi apresentada pela primeira vez em 2010 no Museu de Arte Brasileira da FAAP.

Serviço
Exposições:
 “Visita da Família Real Belga ao Brasil. 1920”
“Diários de Viagem. Fotografias de Leopoldo III no Brasil (1962 – 1967)”
Local: Museu de Artes e Ofícios de Belo Horizonte (Mao) - Praça Rui Barbosa, s/n (Praça da Estação) – Centro / BH
Data: 24 de março - quinta-feira, às 19h, para convidados e de 25 de março a 1º de maio abertas à visitação do público
Horários: terça, quinta e sexta, de 12h às 19h.
Quarta, de 12h às 21h. De 17h às 21h – entrada gratuita
Sábado, domingo e feriado, de 11h às 17h. Sábado – entrada gratuita
Valor do ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 meia entrada.  Crianças até 5 anos têm entrada gratuita.
Informações: (31) 3248.8600

Assessoria de imprensa:
Jozane Faleiro
(31) 3261.1501 / (31) 92046367 / (31) 88280906
jozane@ab.inf.br – contato@jozanefaleiro.com


História
 “Visita da Família Real Belga ao Brasil. 1920”
Por Maria Izabel Branco Ribeiro, curadora das exposições

A visita oficial feita ao Brasil em 1920 pelo rei Alberto I e pela rainha Elisabeth tinha o duplo objetivo de agradecer o apoio manifestado pelos brasileiros à Bélgica durante a Primeira Guerra Mundial e estreitar vínculos, na campanha em prol da reconstrução do país devastado.  O convite fora feito pelo presidente Epitácio Pessoa um ano antes, durante sua estada na Europa. O Ministério do Exterior da Bélgica conserva pastas com correspondência detalhada sobre as várias providências: o acompanhamento da designação do couraçado São Paulo como meio de transporte, sua reforma e adaptação para que um navio de guerra pudesse preencher as condições de conforto para a missão, a organização de uma biblioteca de bordo sobre o Brasil, a designação da comitiva, conselhos sobre trajes a serem usados, informações sobre os hábitos da terra, relatos sobre posições políticas, dados sobre a colônia belga em cidades brasileiras, balanços comerciais de importação e exportação.

Do outro lado do Atlântico, em paralelo aos preparativos diplomáticos, várias comissões foram encarregadas da elaboração das agendas, de festejos, de acomodações condignas aos  hóspedes.  A imprensa do período narra o “delírio belga”, marcado pelo afã de embelezamento das cidades, enaltecimento do progresso e modernidade, comentando também com sarcasmo sobre o real significado daquelas obras feitas “para o rei Alberto ver” e sobre a realidade brasileira que ele não veria.

Além do acompanhamento das providências e da discussão dos prós e contras pela imprensa, o “delírio belga” tomou de fato proporções de grande moda que invadiu as cidades por onde a visita oficial estava programada: professores de francês não tinham mais como atender à demanda, sapatarias colocaram em suas vitrinas modelos em homenagem ao monarca, a Confeitaria Colombo criou uma sobremesa tricolor, que até os dias de hoje é lembrada com entusiasmo com o nome do soberano belga.

O rei Alberto e a rainha Elisabeth foram recebidos com entusiasmo pelos brasileiros. O rei, aclamado como rei soldado e como herói de guerra, era reconhecido como homem do século XX, esportista, interesse pelas ciências e com visão dos novos tempos. A rainha era descrita como mulher de hábitos simples, moderna, democrática, elegante, prática, com espírito de solidariedade e muito querida pelos belgas.  Apesar das cabeças coroadas, a jovem república brasileira os recebeu em festa.  Os cinemas apresentavam registros de seus passos e compositores lhes dedicavam marchas. O couraçado São Paulo aportou no Rio de Janeiro no dia 19 de setembro de 1920, quando o rei Alberto e a rainha Elisabeth desembarcaram. No dia 1 de outubro, o casal real e o presidente Epitácio Pessoa seguiram de trem para Belo Horizonte em vagão construído especialmente para tal finalidade. Desembarcaram no dia 2 de outubro no local onde estava em processo de construção o edifício da Estação da Oeste de Minas, que atualmente abriga o Museu de Artes e Ofícios. Os mineiros também se prepararam para recebê-los com entusiasmo e a capital do estado passou por reformas. As crônicas da época se referiam à Praça da Liberdade como a Praça do Rei, em virtude no novo projeto de ajardinamento recebido.  O então presidente do estado, Arthur Bernardes, ocupou temporariamente o Palacete Dantas, enquanto o Palácio da Liberdade passasse pelas melhorias convenientes para receber os hóspedes ilustres, as ruas da vizinhança foram macadamizadas e tiveram nova iluminação. Foram dois dias de festejos com desfiles militares, apresentações de escolares, concertos e  exibições de cinema ao ar livre, a comitiva visitou Lagoa Santa e a Mina de Morro Velho.  O presidente Arthur Bernardes ao propor essa visita ao rei Alberto, tinha como objetivo apresentar-lhe possibilidades de negócios e a busca de investidores, o resultado foi o envio algum tempo depois de comissão técnica do grupo belgo-luxemburguês ARBED e no ano seguinte a criação da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira.

A jornada da comitiva belga seguiu para São Paulo, onde o príncipe herdeiro Leopoldo se reuniu ao grupo. Depois de alguns dias no Rio de Janeiro, embarcaram de volta para a Europa no couraçado São Paulo no dia 16 de outubro de 1920.


História
 “Diários de Viagem. Fotografias de Leopoldo III no Brasil (1962 – 1967)”
Por Maria Izabel Branco Ribeiro, curadora das exposições

A primeira vez que o rei Leopoldo da Bélgica o rei Leopoldo III da Bélgica veio ao Brasil foi em 1920, para encontrar seus pais, o rei Alberto e a rainha Elizabeth, que visitavam o Brasil em caráter oficial.  Em 1962 empreendeu viagem pela América Latina, que teve seu início no México, seguiu pelo Chile, Argentina, Brasil e Trinidad e Tobago. Entrou em território brasileiro por Foz do Iguaçu, seguiu para Brasília e fez um circuito por várias cidades:  Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Belém, Santarém e Manaus.

Chegou a Belo Horizonte no dia 27 de março de 1962.  Registrou em seu diário de viagem o encontro com o governador Magalhães Pinto, a passagem pelo Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial o passeio pela cidade em carro aberto e a visita ao Palácio da Liberdade, que hospedara seus pais em 1920. São suas palavras: “em Sabará, primeira sede da Belgo Miniera (sic). Visita ao museu do Ouro 1720 -1800 .  (adorável)”.

Depois disso voltou outra vez também naquele ano de 1962, em 1964 e 1967.  Viajante incansável, o rei Leopoldo adquirira na juventude, por conselho de seu pai, o hábito de registrar as impressões dos locais que visitava em diários.  Com sua mãe aprendeu a fotografar e, desde muito jovem, capturava as imagens de seus caminhos pelo mundo, reunindo outro tipo de diário de viagem.

O rei Leopoldo sempre deu às suas expedições caráter de investigações ligadas às ciências naturais, fazendo-se acompanhar por pesquisadores experimentados e com o objetivo de reunir material e registros que permitissem a expansão de caminhos.

O Fundo Leopoldo III para Exploração e Conservação da Natureza surgiu da reunião desses aspectos em 1972 e hoje está sediado no Museu de Ciências Naturais de Bruxelas, onde também estão guardadas as quase 50.000 fotografias feitas durante viagens. A grande maioria são fotografias feitas pelo rei e algumas retratam o próprio Leopoldo III.

 Foto: Chegada da Família Real ao Rio de Janeiro

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sempre Um Papo com Carlos Herculano Lopes


O escritor mineiro Carlos Herculano Lopes é o convidado do Sempre Um Papo para abrir a programação 2011, comemorativa dos 25 anos do projeto. O autor conversa com o público e autografa o romance “Poltrona 27” (Ed. Record), no dia 21 de fevereiro, segunda-feira, às 19h30, no auditório da Cemig – Avenida Barbacena, 1200, Santo Agostinho). O debate será mediado pelo idealizador do Sempre Um Papo, Afonso Borges. No evento, serão aceitas doações de livros literários, novos ou usados, para o projeto Ler Convivendo.

Em “Poltrona 27” a narrativa se dá em uma véspera de feriado e a rodoviária está lotada de gente. Carlinhos tem em mãos uma passagem com destino a Santa Marta, cidade onde nasceu e para onde parte agora, já adulto. Na poltrona 27 – a mesma que costuma ocupar em sucessivas viagens –, ele será o observador atento de diversos personagens que deixam Belo Horizonte em direção ao interior de Minas Gerais, cada qual com um motivo, uma perspectiva.

São homens, mulheres, jovens, senhores: os passageiros, em sua vida árida, enxergam no êxodo uma gama de oportunidades. E, sempre que podem, retornam à família, aos amigos, aos cavalos, à casa onde cresceram. São mineiros que, assim como Carlinhos, buscam uma nova terra para arquitetar a vida adulta, construindo assim dois mundos: o da maturidade e o da memória.
Neste romance, misto de ficção com autobiografia, o fio que conduz o ônibus através da rodovia BR-381 é a confidência. O balanço do trajeto convida para o ombro amigo, sempre disposto a ouvir as histórias do conterrâneo que viaja na poltrona ao lado. Essas histórias nem sempre têm um final feliz. Mesmo assim, marcados pelo otimismo, os passageiros não têm tempo para sentir tristeza. No lugar, sentem saudade.

No posfácio, publicado na contracapa do livro, o também escritor Silviano Santiago, revela sua percepção da obra. "Quase tudo é viagem na Poltrona 27. Se a narrativa ritualiza no real e no figurado as cinco sucessivas viagens entre Belo Horizonte e Santa Marta, ela dribla pelo sonho o todo-poderoso domínio do movimento sobre o relato, para ali deitar a indispensável gota de otimismo. O desejo de vida melhor e equilibrada encontra sua metáfora na poltrona do ônibus que, pela numeração invariável, se torna imóvel no espaço do mundo e no tempo da vida, para se revelar como passível de ser concretizado. Carlinhos vê vicejar a fazenda dos sonhos", escreveu.

Carlos Herculano Lopes
O escritor e jornalista Carlos Herculano Lopes nasceu em Coluna, Vale do Rio Doce, MG, e vive em Belo Horizonte desde a adolescência. Formado em jornalismo, trabalha atualmente no EM Cultura, do Estado de Minas, onde assina uma crônica semanal há 12 anos. Já publicou 13 livros; dois deles, Sombras de julho, e O vestido, foram lançados na Itália e levados ao cinema pelos diretores Marco Altberg e Paulo Thiago. Participou de 15 antologias (sendo um na Argentina e a outra no Canadá), e recebeu os prêmios Cidade de Belo Horizonte, 1982, Guimarães Rosa, 1984, Lei Sarney, como autor revelação de 1987, e Quinta Bienal Nestlé de Literatura Brasileira 1990. Foi duas vezes finalista do Prêmio Jabuti, com os romances A dança dos cabelos, e O vestido. Em 2002 ficou entre os 10 finalistas do Prêmio Jorge Amado, pelo conjunto de obra. Recebeu também o Prêmio Especial do Júri da União Brasileira dos Escritores, pelo livro de contos Coração aos pulos. As crônicas publicadas semanalmente no Estado de Minas já lhe renderam cinco livros: A ostra e o bode, O pescador de latinhas, e Entre BH e Texas, Editora Record, O chapéu do seu Aguiar, Editora Leitura, e o recém-lançado A mulher dos sapatos vermelhos, Geração Editorial.

“Poltrona 27”, de Carlos Herculano Lopes

Editora: Grupo Editorial Record/Editora Record
176 páginas / Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 33,90

Serviço:
Sempre um Papo com Carlos Herculano Lopes
Dia 21 de fevereiro de 2011, segunda-feira, às 19h30
Local: Auditório da Cemig – Av. Barbacena, 1200, Santo Agostinho.
Informações: (31) 3261.1501

Informações para a imprensa:
Jozane Faleiro: (31) 3261-1501 / 9204.6367 – jozane@sempreumpapo.com.br

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Os Saltimbancos em BH.

A Odeon Companhia Teatral e a Fundação Clóvis Salgado apresentam Os Saltimbancos, um dos mais consagrados musicais infantis brasileiros que conta agora com a encenação de Carlos Gradim e grande elenco, escolhido a dedo entre os melhores atores/cantores de Minas. Em cartaz de 4 a 9 de fevereiro, no Grande Teatro do Palácio das Artes, esta é uma montagem inédita do texto de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov, com tradução e adaptação de Chico Buarque. Os Saltimbancos narra as aventuras de quatro animais - um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata – que, cansados de maus tratos, decidem fugir dos patrões e formar um grupo musical, partindo para a cidade em busca do sonho de serem artistas.
O espetáculo foi convidado pela 37ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança para integrar a programação do evento, que acontece em diversos espaços da capital mineira e em algumas cidades do interior do Estado até 1° de março. Os Saltimbancos é uma correalização da Fundação Clóvis Salgado com a Odeon Companhia Teatral e conta com o patrocínio da OI, PRECON, BMG, CEMIG e USIMINAS.

Durante esta temporada, serão oito apresentações no Grande Teatro do Palácio das Artes, que prometem levar ao público uma leitura contemporânea e inesquecível da obra. Novos arranjos musicais foram criados especialmente para uma montagem que, além de trazer diversos elementos da musicalidade e da cultura mineiras, aborda temas universais, como a união e a luta pela busca por um sonho.

Os Saltimbancos experimenta e explora diferentes linguagens e se destaca por reunir um belo texto, um trabalho cênico cuidadoso, atores/cantores de grande talento e músicas e letras que dispensam apresentações. A construção de Os Saltimbancos é fruto de grandes investimentos e pesquisas no campo das artes cênicas, mobilizando uma equipe de cerca de 100 profissionais, entre produtores, preparadores vocais e corporais, atores e cenotécnicos. Os cenários e figurinos do espetáculo estão sendo produzidos no Centro Técnico de Produção da Fundação Clóvis Salgado, e outro grande diferencial do espetáculo, que chega a contar com 26 pessoas em cena, é a participação de orquestra e coral ao vivo no palco, ao lado dos atores e bailarinos.

A estreia de Os Saltimbancos marca a entrada de Minas Gerais no circuito das produções de grandes musicais, ao estilo da Broadway. Vale lembrar que tais espetáculos têm sido frequentemente apresentados no eixo Rio/São Paulo, com grande sucesso de público e crítica.

Além da encenação de Carlos Gradim, o espetáculo conta com direção coreográfica e assistência de direção de Suely Machado, preparação corporal de Marcela Rosa, direção musical de Dr. Morris e Babaya, preparação vocal da cantora e professora de técnica vocal também de Babaya, cenografia e figurinos de Márcio Medina, design de luz de Fábio Retti, confecção de adereços do Atelier Junia Melillo e direção de produção da Rubim Projetos e Produções. Marcelo Veronez, Nivaldo Pedrosa, Regina Souza, Rose Brant e grande elenco serão os responsáveis por dar vida à encenação que ganha os palcos do Grande Teatro do Palácio das Artes.

Os Saltimbancos marca ainda a volta de Carlos Gradim à montagem de musicais infantis. Consagrado com espetáculos como Amor e Restos Humanos, Servidão e Quando você não está no céu, o encenador mineiro também dirige cinema e fez grande sucesso na década de 90 com The Adams, musical que conquistou público de todas as idades, venceu diversos prêmios e revelou nomes como Débora Falabella.

Por tudo isso, a nova montagem desta obra que marcou o nome de Chico Buarque também na cena infantil é simplesmente imperdível. Para crianças de todas as idades.


SERVIÇO
Evento: Os Saltimbancos
Data / Horário:
07.0210h e 15h | 08.0219h | 09.0210h

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes
(av. Afonso Pena, 1537, Centro)
Valor: postos do Sinparc R$10,00
Bilheteria do Palácio das Artes: R$ 40,00 (inteiro) / R$ 20,00 (meia-entrada conforme a lei)
Assessoria de imprensa: Jozane Faleiro – 3261.1501 – 9204.6367
Informações: 3236-7400

Plantão para Estadão

Neste final de semana, estive de plantão para O Estado de S. Paulo. Foi publicada hoje matéria sobre o assassinato do jogador do Corinthians, William Morais, de 19 anos, que estava em BH, emprestado ao América-MG. Acompanhe no link.