quinta-feira, 28 de abril de 2011

Sardenberg em Sete Lagoas

O Sempre Um Papo e a Iveco retomam as atividades do projeto em Sete Lagoas levando o jornalista e âncora da CBN, Carlos Alberto Sardenberg. No evento, ele debate com o público o tema “Economia em Cidades em Desenvolvimento", sob a mediação do idealizador do Sempre Um Papo, Afonso Borges. No sentido de estimular o hábito da leitura, estará a venda pelo preço promocional de R$ 5,00, o livro “Neoliberal, não. Liberal - Para entender o Brasil de Hoje e de Amanhã” (Globo). Segundo Sardenberg, o Brasil tem virtudes, como a estabilidade macroeconômica, tem sorte, mesmo frente ao crescimento da China. Mas o grande desafio é como crescer. “E o governo anda fazendo algumas bobagens”, brinca. O encontro ocorre no dia 30 de abril, sábado, às 11h, com entrada gratuita, no Auditório Dr. Marcelo Vianna, da Unifemm (Av. Marechal Castelo Branco, 2.765 – Bairro Santo Antônio). 

Último dia para ver os Reis Belgas no Mao

O Museu de Artes e Ofícios de Belo Horizonte (MAO) encerra amanhã, dia 29, sexta-feira, as exposições de fotografias “Visita da Família Real Belga ao Brasil. 1920” e “Diários de Viagem – Fotografias do Rei Leopoldo III no Brasil (1962 – 1967)”. No total, são mais de 120 fotos e cerca de 350 imagens de páginas ilustradas com poemas, retratos, reproduções de obras de arte e dedicatórias. Para quem ainda não viu, vale a pena aproveitar essa última semana de visitação para conferir de perto as belas imagens e esse registro de importante fato histórico. 

“Visita da Família Real Belga ao Brasil. 1920”
A exposição traz 54 reproduções de fotografias da visita do rei Alberto I e da rainha Elisabeth, datadas de 1920. As imagens foram feitas a partir de originais conservados em coleções brasileiras e, principalmente, nos arquivos do Palácio Real de Bruxelas. Diversas dessas fotografias são de autoria da própria rainha Elisabeth.
Integram a mostra cerca de 350 imagens das páginas ilustradas com paisagens do Brasil, poemas, retratos, reproduções de obras de arte e dedicatórias, que o governo brasileiro ofereceu como recordação ao rei de sua visita ao país. O casal e sua comitiva chegaram ao Rio de Janeiro no dia 19 de setembro, estiveram também em Minas Gerais e São Paulo, retornando à Europa no dia 16 de outubro, acompanhados do príncipe Leopoldo, que encontrou os pais no Rio. 

                                                                      
“Diários de Viagem: Fotografias Rei Leopoldo III no Brasil (1962 – 1967)
A exposição apresenta 62 fotografias realizadas por Leopoldo III, apaixonado por fotografia desde a infância, nas quatro viagens feitas ao Brasil nos anos 1960. Além de imagens do rei feitas por seus companheiros das várias expedições e mapas indicativos dos trajetos realizados no país. Ele esteve no Brasil por duas  vezes  em 1962, uma em 1964 e outra em 1967.
O rei e sua comitiva percorreram diversas cidades e regiões brasileiras, detendo-se principalmente no Brasil Central e na Amazônia. Entre as fotografias há registros importantes de diversas etnias indígenas, imagens de cidades brasileiras e paisagens amazônicas. 
“Diários de Viagem. Fotografias de Leopoldo III no Brasil (1962 – 1967)” foi apresentada pela primeira vez em 2010 no Museu de Arte Brasileira da FAAP.

Serviço:
Exposições:
 “Visita da Família Real Belga ao Brasil. 1920”
“Diários de Viagem. Fotografias de Leopoldo III no Brasil (1962 – 1967)”
Local: Museu de Artes e Ofícios de Belo Horizonte (Mao) - Praça Rui Barbosa, s/n (Praça da Estação) – Centro / BH
Data: Até dia 29/04
Horários: de 12h às 19h.
Sábado, domingo e feriado, de 11h às 17h. Sábado
Valor do ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 meia entrada. Crianças até 5 anos têm entrada gratuita.
Informações: (31) 3248.8600

Assessoria de imprensa:
Jozane Faleiro / (31) 3261.1501 / (31) 92046367 



Nas fotos da abertura: Angela Gutierrez (MAO), Cristina Grendl (idealizadora da mostra) e Eliane Parreiras (Sec. de Estado de Cultura de MG); Jozane Faleiro (jornalista deste Blog); e uma das fotografias em exposição: Rei Leopoldo III, em visita à aldeia indígena. 

Debate e Dança no Jardim Canadá

A Vale e o Circuito Caminho das Artes realizam o seminário “O Diálogo Artístico com Entidades da Comunidade e a Ocupação de Espaços Culturais”, no dia 29 de abril, sexta-feira, e promovem a apresentação do espetáculo de dança “Ressonâncias” (FOTO), da Quik Cia da Dança, no dia 30, no bairro Jardim Canadá. As atividades, apoiadas pela mineradora, são abertas ao público, especialmente aos artistas, grupos, entidades, companhias ligadas à cultura e moradores da região do Vale do Sol, Passárgada, Casa Branca, Brumadinho, Macacos, Nova Lima, Jardim Canadá, Condomínios adjacentes e Moeda.  

Até o mês de junho, seminários e outros eventos estarão no calendário, sempre com entrada franca, em praças ou espaços culturais da região do projeto. As atividades do Circuito Caminho das Artes integram o projeto Teatro em Movimento, idealizado por Tatyana Rubim, da Rubim Produções, que visa à formação de plateia, por meio da circulação de eventos culturais.  O Circuito tem o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e apoio do jornal Estado de Minas e Rádio Guarani.

Seminário “O Diálogo Artístico com Entidades da Comunidade e a Ocupação de Espaços Culturais” - Dia 29 de abril, sexta-feira, de 14h30 às 18h30, no Quik Espaço Cultural – Galeria Lemos de Sá -Av. Canadá, 147, Jardim Canadá - Entrada Gratuita

Para compor a mesa do Seminário, foram convidados Rodrigo Quik e Letícia Carneiro, do Projeto Quik Cidadania, Rosana Bianchini, do Instituto Kairós, Camila Alterthum e Joanne Durchfort do Projeto Entre Meios, com mediação de Cérise Alvarenga.  A proposta é compartilhar experiências, deixando emergir as singularidades dos diferentes projetos da região do Circuito Caminho das Artes, como Kairós, Quik, Casa do Jardim, PRIMO, CRESCE e outros. De acordo com a mediadora, o debate inaugura um movimento que pode contribuir com a construção de uma cultura da participação, da cooperação, e isto a médio e longo prazo pode significar a criação de ações integradas que promovam o  desenvolvimento social e cultural das comunidades nas quais estes projetos estão inseridos.

“Se pensarmos a arte enquanto uma necessária invenção que possibilita a expressão humana por meio de suas diferentes linguagens, esta pode e deve dialogar com o meio, com aquilo que está em seu entorno. Vivemos num contexto no qual existem vários fazeres, projetos, grupos culturais e artistas. Diversas são as realidades sociais e culturais nas quais os artistas e sua arte estão inseridos. Estamos imersos na chamada "aldeia global", na era da conectividade, entretanto, ainda há muito que construir em termos de uma comunicação genuína. É preciso escutar e fazer dialogar tal diversidade”, diz Cérise Alvarenga.  Para ela, a própria etimologia da palavra "seminário" constitui um espaço potencial para que idéias possam ser semeadas.


“Ressonâncias” - Quik Cia da Dança - Dia 30 de abril, sábado, às 17h, na Galeria Lemos de Sá, Av. Canadá, 147, Jardim Canadá – Entrada Gratuita

“Ressonâncias” parte das dimensões do Masculino e Feminino, considerando os processos de polarização e as dinâmicas de integração e desintegração presentes nos mesmos na contemporaneidade. Neste trabalho há o diálogo entre o processo de improvisação para sua criação. Tais improvisações surgirão do inesperado das relações e percepções durante a dinâmica do momento das experimentações, exigindo a prática do pensamento divergente, desmobilizando, desconstruindo padrões prefixados de agir, pensar, sentir e estabelecer contato. Nesta contaminação, nada vem pronto. Os trajetos precisam ser inventados a cada momento nos encontros imprevistos com os objetos e seres que os rodeiam: improvisações nas quais somente o erro é uma certeza que pode, com habilidade e sorte, levar a descobertas.

Ficha Técnica:
Concepção, Criação e Interpretação: Letícia Carneiro e Rodrigo Quik  / Trilha Sonora Original: Rodrigo Salvador / Figurino: Silma Dornas e Rodrigo Quik / Cenografia: Letícia Carneiro /
Fotografia: Ilana Lansky / Produção Executiva: Quik Cia de Dança


Serviço:
Informações para o público: caminhodasartes.mg@gmail.com

Assessoria de imprensa Circuito Caminho das Artes:
Jozane Faleiro (31) 3261.1501 / (31) 92046367 – jozane@ab.inf.br


O Circuito Caminho das Artes surgiu em 2009 a partir do movimento espontâneo de artistas e grupos artísticos, moradores da região de Nova Lima e Brumadinho, que, hoje, abriga um diversificado cenário cultural. São pessoas ligadas às artes plásticas, teatro, dança e outras áreas artísticas além de companhias que transferiram suas sedes para a localidade. Nos últimos anos, estão em fase de mudança ou entraram em atividade na região: Grupo Armatrux e Companhia Suspensa com o C.A.S.A. (Centro de Artes Suspensa Armatrux), Grupo Corpo (com um teatro de grande porte e complexo cultural de alto nível), Grupo de Dança 1º Ato, Companhia Quick de Dança e artistas como: Marina Machado, Regina Souza, Vander Lee, Anderson Guerra, Guilherme Castro, Flávio Venturini, Dudude Hermann, Suely Machado, Isabel Stewart, Yara Tupinambá, Liliza Mendes, Tarcísio Ramos Homem, Guto Muniz, Lula Ribeiro, Flávio Henrique, Mônica Sartori, Mário Vale, Marco Antônio Guimarães, Maria Bragança, Renato Motha e Patrícia Lobato, entre outros.  

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Eu na TV



Fui entrevistada pela estudante de jornalismo do Uni-BH, universidade que me graduei em jornalismo, Isadora Soares. Um trabalho em que os alunos buscam ex-alunos e contam por onde andam. Ela me achou. 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Amor? Novo Longa de João Jardim, estreia 15 de abril

                                                                          O mais irritante no amor é que se trata do tipo de crime que exige um cúmplice.
(Charles Baudelaire)
A premissa acima cai perfeitamente ao tema de Amor?, novo longa-metragem de João Jardim (de Janela da Alma e Pro Dia Nascer Feliz e Lixo Extraordinário). Espécie de híbrido entre documentário e ficção, Amor? é um filme, como bem define o diretor, “sobre eu você e todos nós.

O tema, e foco, de Amor? são as relações amorosas que são pautadas pela violência, seja qual a forma em que ela se apresenta. Entremeado por cenas poéticas de um mergulho no mar, um banho despretensioso, corpos que se procuram e se tocam, o filme traz relatos verdadeiros e surpreendentes quem já viveu relacionamentos em que a violência era parte de um cotidiano muitas vezes doentio e outras vezes foi a pedra de toque para o despertar de uma nova fase.

No entanto, devido à delicadeza do tema, em vez de revelar as identidades de seus entrevistados, Amor? traz atores e atrizes interpretando estes depoimentos. “São relatos muito sinceros de pessoas que viveram situações que envolvem ciúmes, culpa, paixão e poder. Até pensei em mostrar os verdadeiros personagens na tela, mas, além da privacidade de cada um, havia a privacidade do parceiro de quem falavam”, conta Jardim. “Além disso, havia também questões legais. Poderíamos ou não expor estas pessoas à esta situação? Então, optei por convidar atores. Por isso, Amor? não é um documentário. Nem ficção. É impossível de classificá-lo.”

Para viver estas pessoas, o diretor convidou um time tarimbado que ensaiou exaustivamente antes de gravar os trechos de depoimentos selecionados. A lista inclui nomes como Lilia Cabral, Eduardo Moscovis, Letícia Colin, Claudio Jaborandy, Silvia Lourenço, Fabiula Nascimento, Mariana Lima, Ângelo Antônio e Julia Lemmertz. Ao contrário do processo tradicional de pesquisa de personagem, os atores não pesquisaram sobre seus personagens. “Queria que suas atuações fossem o mais livre e despojadas de artifícios possíveis. Queria que os atores incorporassem a história como deles”, explica o diretor.

Para o processo de pesquisa e seleção dos entrevistados, Jardim contou com o trabalho de Renée Castelo Branco. A fase de pesquisas, realizada em centros, organizações e delegacias, consumiu um ano de trabalho. Foram gravadas 50 entrevistas. Destas, oito foram selecionadas para serem interpretadas pelos atores.

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terça-feira, 12 de abril de 2011

Santa Bárbara apresenta programação especial para a Semana Santa

A partir do dia 17 de abril, Domingo de Ramos, Santa Bárbara inicia sua tradicional programação especial da Semana Santa, com entrada gratuita. Após passar por algumas cidades mineiras, a primeira atração teatral é a montagem “Pietá – As Sete Dores de Maria”, dos autores Jorge Carneiro e Nanci Alves. A peça narra a história de Nossa Senhora, contada por ela, mostrando a humildade, a força, a coragem e a  fé de uma mulher durante a vida, paixão, morte e ressurreição do seu filho. Seguindo do dia 15 até o dia 30, tem início a “I Feira de Comida A Alimentação no Tempo de Jesus”, da qual participam restaurantes, hotéis, pousadas, bares e barracas, oferecendo ao público sabores experimentados por Jesus, seus apóstolos e todos os personagens bíblicos à época. E do dia 21, Quinta-feira Santa, ao dia 23, Sábado Santo, ocorrem as encenações “Os Passos da Agonia”, dividida em três sessões, nas quais, atores e figurantes da região representam como foi a vida, a morte e a ressurreição de Jesus. Toda a programação cênica ocorre no Ginásio Emília Mendes da Fonseca, em Santa Bárbara e tem a direção de Ênio Reis. A encenação conta com o patrocínio da  Prefeitura Municipal de Santa Bárbara e da Anglogold Ashanti, por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura.

17 de abril – 20h30 - Ginásio Emília Mendes da Fonseca - Pietá – As Sete Dores de Maria
Neste tempo de Quaresma, em que todos são chamados à conversão, o espetáculo oferece uma oportunidade de repensar o verdadeiro sentido da vida e o compromisso enquanto cristãos. Na peça, Nossa Senhora é a narradora de sua própria história e relata os momentos de aflição durante a perseguição de seu filho Jesus. “Para mim, é um desafio, e acima de tudo, uma alegria e um privilégio poder oferecer ao público um espetáculo que propicia uma experiência tão profunda. É impossível sair da peça sem repensar nossos valores e nossa própria vida”, avalia Ênio Reis. Orgulhoso por levar o trabalho de Jorge Carneiro - autor de Santa Bárbara - para além de sua cidade, o diretor da peça, que tem sua história marcada por comédias, se diz orgulhoso pelo resultado do trabalho. A


montagem, de 65 minutos, tem no elenco os atores Cristiano Ferreira, Ana Rita Gonçalves, Filipe Morais, Sérgio Luca, Rafaela Perboni, com participação especial de Heloísa Duarte Stand in Rafaela Lima e Vânia Campos. O espetáculo passa também por Itabira (14 de abril) e São Gonçalo do Rio Abaixo (16 de abril). A classificação é livre.

Já na encenação de "Os passos da agonia" o sentimento religioso e a sensibilidade artística unem-se à tradição para a construção de um espetáculo que faz parte do universo religioso, cultural e turístico da cidade, atraindo um público fiel e cativante com uma média de cinco mil pessoas por dia.
O espetáculo conta também com a participação de figurantes que, por se tratar de atores não profissionais, viabiliza a manutenção da manifestação que representa o que há de mais genuíno no fazer teatral: o povo subindo à cena, se apropriando da linguagem teatral para contar e recontar uma história que sensibiliza a todos.

21 de abril - quinta-feira – 20h - “Os Passos da Agonia - 1ª. parte”
22 de abril – sexta-feira – 19h “Os Passos da Agonia – 2ª. parte”
23 de abril – sábado - 23h (Durante a Vigília Pascal) – “Os Passos da Agonia – Ressureição”
O grupo Âncora Cia de Teatro apresenta o espetáculo que retrata a vida de Cristo em três partes, divididas entre os três dias: Vida (Prólogo; Sermão da Montanha; Jesus e Maria; Judas e Madalena; Anás, Caifás, Jacó e Judas); Morte (Santa Ceia; Horto das Oliveiras; Remorso de Judas; Jesus perante Pilatos; e caminho da crucificação); e Ressurreição (Jesus e os apóstolos).

O elenco conta com o ator Cristiano Ferreira, de Belo Horizonte, no papel de Cristo e traz Jorge Carneiro (Judas); Vera Prado (Maria); Cristiane Silva (Madalena) Wilson de Paula (Anás); Nisio Marcelino (Pilatos); Silvio Lorenzato (Barrabás), entre outros. Ao longo de toda a encenação, 20 crianças interpretam os anjos. A direção é de Ênio Reis, que há oito anos vem atuando com o grupo.  O palco, som e luz fica a cargo da Top 6 Som e Luz.

O Âncora Cia de Teatro é um grupo teatral amador, sem fins lucrativos, fundado em 05.05.1976 por integrantes das extintas COENBI (Comissão de Encenações Bíblicas), precursora das encenações durante a Semana Santa e da ACEGRAM (Artes Cênicas Gramofone), surgida entre o período da COENBI e  do ÂNCORA. O grupo mantém a tradição artístico religiosa encenando, há trinta e seis anos, a Paixão de Cristo, na cidade de Santa Bárbara. Formado por pessoas de vários segmentos sociais da tricentenária cidade, o grupo ensaia, em média, dois meses ao ano para a referida montagem. No palco, 30 atores amadores interpretam os personagens principais da encenação e outros 40 fazem figuração em diversas cenas. Os figurantes são adultos, crianças, jovens e idosos da comunidade que têm participado mais de uma vez, ao longo desses anos. Além deste trabalho, que tem sido apresentado todos os anos, o grupo realizou também espetáculos diversos como: “A Carteira fatal”; “O mundo não me quis”, “A negrinha”, “Hoje a banda não sai” e “Diálogo – Santa Bárbara conversa com sua história”.

 1ª. Feira de Comida A Alimentação no Tempo de Jesus
De 15 a 30 de abril de 2011 – Realização Âncora Companhia de Teatro
Produção - Ênio Reis Produções Artísticas e Culturais e ACISB Associação Comercial e Industrial de Santa Bárbara

O objetivo da feira é apresentar ao público o que se comia na época de Jesus. De acordo com os organizadores, a pesquisa foi feita levando-se em conta o que pode haver em comum entre a alimentação atual de Santa Bárbara e região em relação à alimentação no tempo de Cristo. A ideia é mostrar que, além do famoso mel, muitos outros ingredientes usados nos dias de hoje já eram consumidos naquela época, conforme podem ser lidos em vários versículos da Bíblia.

Nesta “1ª. Feira de Comida A Alimentação no Tempo de Jesus” os restaurantes, hotéis, pousadas, bares e barracas participantes apresentam os sabores experimentados por Jesus, seus apóstolos e todos os personagens bíblicos que viveram naquela região. O pão, o vinho, o azeite, a azeitona, o sal, o leite e as carnes de ovinos e caprinos compunham a dieta básica dos hebreus. A proeminência do pão e do vinho associa-se a religiosidade e a associação desses alimentos com Deus. Os principais ingredientes a serem mostrados na feira e nos pratos são: grãos: cevada, aveia, centeio, milho, trigo. Legumes e vegetais: fava, lentilhas, cebola, pepino e a abóbora, alho-porró, alho, agrião, alface, azedinha, chicória, dente-de-leão, escarola. Frutas e castanhas: amêndoas, nozes, avelãs, pistaches, figo, romã, tâmaras, maçã, uva, amoras, melão, melancia. Sobremesas: Geleias, uvas passas, frutas, bolos. Carnes: peixes, carneiros, ovelhas, cabras e bodes, carne vermelha. Condimentos e ervas: azeite, Cominho, alcaparra, pimentas, endro, mostarda, açafrão, hortelã, canela, sálvia, coentro, funcho. Bebidas (com e sem álcool): vinho, licores de mel, bebidas com leite, sucos.



PROGRAMAÇÃO DE SEMANA SANTA DA ÂNCORA COMPANHIA DE TEATRO
ABRIL 2011 – 36 ANOS DE ENCENAÇÃO

Dia 17 – Domingo de Ramos

Na matriz
8h – Participação dos atores caracterizados na Caminhada para o ginásio do centro.

No Ginásio Emília Mendes da Fonseca
19h – Abertura das barraquinhas da Feira de comida A alimentação no tempo de Jesus
20h30m – Apresentação do espetáculo “Pietá – As sete dores de Maria” de Jorge Carneiro e Nanci Alves, seguida de reflexão a respeito do Setenário das Dores, conduzida pelo Pe. Elias Bartolomeu Leoni.

Dia 21 – Quinta-Feira Santa

No Ginásio Emília Mendes da Fonseca
18h – Feira de comida A alimentação no tempo de Jesus
20h (após a Missa) – Apresentação do espetáculo “Os Passos da Agonia – 1ª. parte” autor desconhecido.

Dia 22 – Sexta-Feira Santa

No Ginásio Emília Mendes da Fonseca
18h – Feira de comida A alimentação no tempo de Jesus
19h – Apresentação do espetáculo “Os Passos da Agonia – 2ª. parte” autor desconhecido.

Dia 23 – Sábado Santo

No Ginásio Emília Mendes da Fonseca
18h – Feira de comida temática A alimentação no tempo de Jesus
23h (Durante a Vigília Pascal) – Apresentação do espetáculo “Os Passos da Agonia – Ressureição” autor desconhecido.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Cobertura velório de José Alencar

Em 31 de março fiz a cobertura do velório de José Alencar para a revista Contigo. Compartilho algumas fotos que fiz de meu Blackberry. Três mil pessoas estiveram no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte. Inclusive a imprensa de todo o Brasil, além de muitas autoridades de Estado.