terça-feira, 24 de maio de 2011

Espetáculos e performances no Vale do Sol


A Vale e o Circuito Caminho das Artes promovem mais uma série de atrações culturais gratuitas no Vale do Sol, região de Nova Lima. No dia 28 de maio, sábado, a partir das 15h, ocorrem as apresentações de “Vagawili”, com Isabel Stewart ; “Poética de um Andarilho”, com Dudude Hermann; "Uma Canção na Vitrola", com Marco Paulo Rolla, “Fachada e Alvenaria”, parceria entre a Companhia Suspensa e a Cia Flux de Dança; e ainda uma mostra de vídeos. As atividades, apoiadas pela mineradora, são abertas ao público, especialmente aos artistas, grupos, entidades, companhias ligadas à cultura e moradores da região do Vale do Sol, Passárgada, Casa Branca, Brumadinho, Macacos, Nova Lima, Jardim Canadá, Condomínios adjacentes e Moeda.

Até o mês de junho, seminários e outros eventos estarão no calendário, sempre com entrada franca, em praças ou espaços culturais da região do projeto. As atividades do Circuito Caminho das Artes integram o projeto Teatro em Movimento, idealizado por Tatyana Rubim, da Rubim Produções, que visa à formação de plateia, por meio da circulação de eventos culturais. 

Espetáculo “Vagawili”, com Isabel Stewart e “Poética de um Andarilho”, com Dudude Hermann - Dia 28 de maio, sábado, a partir da 15h, no C.A.S.A -  na Rua Himalaia 69, Vale do Sol, Nova Lima – Entrada gratuita.

Vagawili, com Isabel Stewart
“Vagawili” é uma bailarina vagabunda, oriunda da névoa, remanescente dos atos brancos dos grandes ballets de repertório. Fora das caixinhas de música e dos teatros, ela passa os dias flanando pela cidade, pelos jardins, a pé ou de bicicleta, sempre ao ar livre. Toma um chope, fuma um cigarro, lê o jornal, chupa uma laranja, enfim, faz as coisas mais vulgares nos lugares mais triviais da vida cotidiana. Uma bailarina clownesca, ao misturar a referência erudita da sua imagem com ambientes e situações mais populares, provocando o estranhamento em quem esbarra com ela.

Poética de um Andarilho, por Dudude Hermann
“Este trabalho é uma prática de sensibilidades adquiridas no tempo espaço de exposição, em um lugar público. A escolha é uma praça, por se tratar de um espaço explicitamente construído para o lazer, para o descanso e talvez para o devaneio de apenas ficar ali, deixando o tempo ser tempo e a existência poder se alargar. Praça lugar de crianças, andarilhos, pessoas que pousam por um momento. Então, eu transvestida de andarilha pouso nesta praça e começo minha função. Função esta de amaciar tal espaço, territorializando para assim praticar a dança escondida atrás, em torno, num campo sutil. O invisível se torna visível, quando o tempo dilata e alarga os sentidos.”

“Uma Canção na Vitrola”, com Marco Paulo Rolla - Dia 28 de maio, sábado, às 17h30h, C.A.S.A – na Rua Himalaia 69, Vale do Sol, Nova Lima – Entrada gratuita.

Trata-se de uma performance que trabalha a sonoridade e a presença nostálgica
deste objeto como sensibilidades que ativam o corpo do homem e dos
presentes emocionalmente, no sentir além da musculatura.


Espetáculo “Fachada e Alvenaria”, parceria entre a Companhia Suspensa e a Cia Flux de Dança - Dia 28 de maio, sábado, às 18h, C.A.S.A - Rua Himalaia 69, Vale do Sol, Nova Lima

A Companhia Suspensa e a Cia Flux de Dança, de Ipatinga, realizam um projeto de Co-Habitação, onde suas experimentações, perspectivas e poéticas estarão em jogo. Para tanto, os dois grupos, na semana que antecede o dia 28, de 23 a 27 de maio, trocam experiências artísticas para a criação do “Fachada e Alvenaria”.

A Associação Coreográfica Flux Cia. de Dança foi fundada em março de 2005, na cidade de Ipatinga, Minas Gerais. Possui como princípios fundamentais, a pesquisa em torno da dança contemporânea, a divulgação de seus atributos e a formação de público para a apreciação dessa manifestação artística.

A Companhia Suspensa, fundada em 1999, vem operando sob a perspectiva de modificar as relações que estabelecemos com o mundo que nos cerca. Entendendo a arte como um campo aberto a leituras e diferenças; jogar com a estabilidade de nossos corpos, oferecer pulso aos objetos, suspender o chão, e habitar o avesso do habitual.



Mostra de Vídeos - Dia 28 de maio, sábado, às 18h30, na C.A.S.A - Rua Himalaia 69, Vale do Sol, Nova Lima – Entrada gratuita.

A Mostra de Vídeo exibirá trabalhos dos performers participantes do dia 28/5 (exceto de Izabel  Stewart), bem como de alguns integrantes do Caminho das Artes, tais como Quik Cia da Dança e Primeiro Ato Grupo de Dança.

Serviço:
Informações para o público: caminhodasartes.mg@gmail.com

Assessoria de imprensa Circuito Caminho das Artes:
Jozane Faleiro (31) 3261.1501 / (31) 92046367 – jozane@ab.inf.br

O Circuito Caminho das Artes surgiu em 2009 a partir do movimento espontâneo de artistas e grupos artísticos, moradores da região de Nova Lima e Brumadinho, que, hoje, abriga um diversificado cenário cultural. São pessoas ligadas às artes plásticas, teatro, dança e outras áreas artísticas além de companhias que transferiram suas sedes para a localidade. Nos últimos anos, estão em fase de mudança ou entraram em atividade na região: Grupo Armatrux e Companhia Suspensa com o C.A.S.A. (Centro de Artes Suspensa Armatrux), Grupo Corpo (com um teatro de grande porte e complexo cultural de alto nível), Grupo de Dança 1º Ato, Companhia Quick de Dança e artistas como: Marina Machado, Regina Souza, Vander Lee, Anderson Guerra, Guilherme Castro, Flávio Venturini, Dudude Hermann, Suely Machado, Isabel Stewart, Yara Tupinambá, Liliza Mendes, Tarcísio Ramos Homem, Guto Muniz, Lula Ribeiro, Flávio Henrique, Mônica Sartori, Mário Vale, Marco Antônio Guimarães, Maria Bragança, Renato Motha e Patrícia Lobato, entre outros.  

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