terça-feira, 13 de novembro de 2012

BAILINHO CHEGA A MINAS GERAIS

A festa mais badalada do Rio de Janeiro já tem data marcada em BH: dia 07/12, no Niágara Centro de Eventos 


A festa que sintetiza a alegria da noite carioca e que reúne em todas as suas edições gente bonita das mais variadas tribos - artistas, músicos, jornalistas, empresários, arquitetos - chega a Belo Horizonte no dia 07/12, sexta-feira, no Niágara Centro de Eventos. Idealizado pelo produtor cultural Rodrigo Penna, o Bailinho tem personalidade forte e, há cinco anos, inaugurou no Rio um novo formato de festas, que fez tanto sucesso que hoje é moda em todo o Brasil. O Bailinho é precursor de um estilo e, cada vez, conquista legiões de fãs em mais cidades brasileiras.

Cada Bailinho é um acontecimento. A cenografia, assinada por Sergio Marimba, é espetacular e durante toda a festa o público se surpreende com performances de tirar o fôlego: chuva de prata, intervenções com elementos cenográficos, distribuição de gifts, entre muitos outros mimos, que fazem do Bailinho um evento único, inesquecível. O repertório é variado e vai desde os clássicos da MPB e samba, ao eletrônico, hip hop e rock. Outra marca registrada da festa são os recortes, com frases e imagens criativas que decoram as paredes e inspiram os bailantes.
Para a edição de Belo Horizonte, além dos disputados brindes exclusivos distribuídos durante a festa, o correio do amor, uma cartomante para ler a sorte, o “Boizinho do Bailinho” – um típico ‘boi, comprado no Recife por Rodrigo das mãos de um artesão e customizado para ficar com a cara do Baile - e o projeto “obiombo”, parceria entre a ‘Bailinho Produções’ e o artista plástico paulista Nelson Muniz, que consiste em uma exposição de peças exclusivas, à venda durante a festa. A pista será comandada por Penna, ao lado do parceiro de sempre Markinhos Meskita. “No Bailinho a ordem é dançar de tudo. Afinal, música boa não tem prazo de validade”, diz Rodrigo.
O Bailinho passou por diversas cidades do país - Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, São Paulo, Recife, Fortaleza, Salvador, Guarapari, São Luís, Campos de Jordão, Cuiabá e Paulínia. Na ‘bagagem’, 1.800 horas de música, 50 mil coroas e 70 mil camisinhas distribuídas, 1.750.000 beijos na boca, 1.340 artistas contratados, 380 mil Km percorridos e, sempre, a essência única do Baile. “A ideia é fazer de cada baile algo especial, exclusivo e precioso”, diz Rodrigo Penna.

O sucesso da festa fez com que o Bailinho se tornasse uma produtora, cujos frutos nascem das ideias de Rodrigo, em sintonia com sua sócia, Daniela Arantes: “Virei empresário graças à Dani. Não fosse ela, talvez eu ainda estivesse apenas sonhando e olhando para as estrelas. No fim das contas, a festa e a produtora se complementam, caminham juntas”, resume Penna.

Nesses cinco anos, já comandaram as carrapetas mais de 120 DJs convidados, entre personalidades do teatro, da música, do cinema, da moda e das artes, que acompanham a festa onde quer que ela vá. Além dos parceiros Markinhos Meskita e Lucio Mauro Filho, já tocaram por lá Du Moscóvis, Julia Lemmertz, Luana Piovani, Bruno Mazzeo, Lenine, Ed Motta, Rodrigo Santoro, Lobão, Isabela Capeto, Duda M, Nado Leal, Nepal, e Marina Lima. E tem mais: Marília Gabriela, Pedro Luis, Natália Lage, Sandra de Sá, Maria Paula, Zélia Duncan, Rodrigo Amarante, Thalma de Freitas, Luana Piovani, Kátia B, Adriana e João Falcão, Lobão, Dj Patife, Selton Mello, Vanessa da Mata, Gloria Menezes, Felipe Hirsch, Gringo Cárdia, Nelson Motta, Cláudio Paiva, Otto, entre muitos outros.


O nascimento - O Bailinho nasceu no restaurante Zazá Bistrô, misturando palavras, performances e música, e Rodrigo como DJ. Os amigos aprovaram e o evento acabou caindo nas graças da classe artística. A partir daí, outros convites surgiram e Rodrigo passou a tocar em diversas festas com público bem variado. Após estrear a peça “Eu Nunca Disse que Prestava”, em 2006, na qual assinou direção, produção e música, Rodrigo foi convidado por João Falcão para fazer a trilha do espetáculo “Ensina-me a viver”, em São Paulo, que gerou a participação de Gloria Menezes, estrela da montagem, como DJ do Bailinho daquele ano. A experiência foi tão marcante que Rodrigo voltou para o Rio tomado pelo desejo de transformar a festa em algo maior. Após mais duas edições o boca a boca cresceu, os convidados ilustres também, e daí para as páginas de jornal foi um pulo. O evento percorreu diversos lugares, como o Lounge 69, em Ipanema, depois estreou no Vivo Rio, no Aterro do Flamengo, até aportar no Armazém 1, do Píer Mauá, e no Espaço Franklin, centro do Rio de Janeiro. O sucesso é tanto, que hoje o Bailinho virou Bailinho corp, uma empresa de eventos com diferentes filhotes: bloquinho, arraialzinho, rockinho, além da parceria com o bloco Me Beija que eu sou Cineasta. Nesses cinco anos, o Bailinho também virou coleção de roupas, lançada em 2010, pela British Colony, e abriu suas portas para o lançamento de um novo modelo de chinelo da Rider. A festa também teve edições especiais para festejar espetáculos teatrais, como Doidas e Santas, e realizar festas de caráter beneficente, como a produzida com a Cia dos Atores, na qual toda a verba foi destinada ao grupo e o elenco de Clandestinos.

A escritora e roteirista Adriana Falcão dá ao bailinho duas definições:
1 - Acontecimento que acontece para provocar encontro, alegria, sentimento, agrados, acordes, risadas, movimento, reboliço, desejos, anseios, suspiros, suores, rubores, surpresas, arco-íris, beleza, deleite, ousadia, desvario, aceleração cardíaca, frio na barriga, trocas de olhares, arrepios, abalos, avalanches, exageros, harmonia. 2 - Lugar onde se dá amor.”


SERVIÇO:
BAILINHO
Data/horário: 07 de dezembro de 2012, sexta-feira, às 22h
Local: Niágara Centro de Eventos - Rua Douglas, 142 - Jardim Canadá 
Nova Lima/MG
Ingressos: Primeiro Lote: Feminino - R$ 140,00 (inteira) - R$ 70,00 (meia entrada) / Masculino - R$ 180,00 (inteira) - R$ 90,00 (meia entrada) – Ingressos sujeitos a término do lote.
Pontos de Venda:
Loja Leitura Megastore (BH Shopping),
FNAC (Rodovia BR 356, 3049 Loja MA 61 - Belvedere),
PONTO SHOW (Antiga Loja Ingresso Rápido 5º Avenida),
Livraria Leitura Savassi (Avenida Cristovão Colombo, 167 – Savassi)
Classificação: 18 anos
Lotação: 1500
Informações: www.bailinho.com
Vídeos: Todos os vídeos estão disponíveis no youtube do Bailinho:  http://www.youtube.com/festabailinho

Informações para a imprensa BH
AB Comunicação – Jozane Faleiro 
(31) 32611501 / 92046367 – jozane@ab.inf.br




quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Robert Plant em BH



Malab Produções e Cria! Cultura trazem a Belo Horizonte:

Robert Plant

A voz do lendário Led Zeppelin retorna ao Brasil em outubro com a banda
"The Sensational Space Shifters". Capital mineira recebe o show no dia 20, em única apresentação no Expominas

Considerado pela comunidade musical um dos mais inspiradores artistas dos últimos dois séculos, Robert Plant segue emocionando plateias de todo o mundo, apresentando músicas que surgiram nos tempos do Led Zeppelin até as que foram inspiradas pelas aventuras mais recentes, no coração dos Estados Unidos. Com seus companheiros atuais da banda The Sensational Space Shifters, Plant aterrissa no Brasil em outubro para uma performance que mergulha fundo nas raízes do blues, recriando o gênero que inspirou a música de todo o mundo durante décadas. Belo Horizonte é a segunda cidade a receber o show, marcado para o dia 20 de outubro, sábado, no Expominas.

Os ingressos estão disponíveis para compra nos pontos de venda: Shopping 5 Avenida (loja 27 C); Leitura do BH Shopping e da Savassi; FNAC BH Shopping; e em Sete Lagoas, na Mistertour (Rua Benedito Valadares, 36 – Loja 3). As vendas on line são pelo site: www.ingressorapido.com.br . PARA OS INGRESSOS DE MEIA ENTRADA SERÁ COBRADA A CARTEIRINHA DE ESTUDANTE E COMPROVANTES NO ATO DA COMPRA E NA ENTRADA DO EVENTO.

A banda “The Sensational Space Shifters” é composta por Robert Plant – vocals e harmonica; Juldeh Camara- ritti (violino aficano de uma corda), kologo (Banjo Africano), percussão e vocais; Justin Adams - guitarra, bendir e vocais; John Baggott – teclados; Liam "Skin" Tyson – guitarra e vocais.; Dave Smith - bateria e percussão; e Billy Fuller - Guitarra e vocais.

Sobre Robert Plant
Cantor, compositor e multi instrumentista, Sir Robert Anthony Plant nasceu em West Bromwich, Staffordshire, Inglaterra, em agosto de 1948. Famoso em todo o mundo por seu trabalho com o mítico Led Zeppelin, considerada uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, Plant é reconhecido como a principal influência de artistas do quilate de Freddie Mercury e Kurt Cobain.

Robert Plant começou a cantar profissionalmente em pubs e clubes com apenas 16 anos de idade, participando de diversas bandas. Fez sua estreia em disco gravando dois compactos (solo) para a CBS em 1966 (“Our Song” / “Laughlin Crying Laughlin”) e 1967 (“Long Time Coming” / “I´ve Got the Secret”).
Fez suas primeiras gravações comerciais em 1966. Em 1967, ele também formou um grupo chamado "Band of Joy", com o baterista John Bonham. Logo, Bonham, Plant, o guitarrista Jimmy Page e o baixista John Paul Jones se juntaram para formar o The Yardbirds, que em seguida se tornaria o cultuado Led Zeppelin.
A era do Led Zeppelin terminou em 1980. Desde então, Plant colocou seu amplo fascínio musical para a produção de álbuns solo, com Jimmy Page e em gravações com bandas como The Honeydrippers, Priory of Brion e Strange Sensation, tornando-se um dos mais celebrados cantores de rock da história.
Nos anos seguintes ao Led, Plant lançou 15 discos e realizou várias turnês, algumas vezes acompanhado do ex-colega de banda Jimmy Page, com o projeto intitulado “Page& Plant”, onde voltaram a tocar vários clássicos do Led Zeppelin como “What Is and What Should Never Be” e “Ramble On”, além de canções que nunca haviam sido tocadas ao vivo antes, como “Hey Hey What Can I Do”. Também gravaram clipes inéditos para as músicas “Nobody´s Fault But Mine” e “Black Dog”. A união dos dois rendeu um vídeo de sucesso mundial, gravado em 1994.

Suas performances refletem seu compromisso com o West Coast Psychedelic Rock, o Blues e as músicas africana e folclórica. Plant continuou a expandir seus horizontes com "Raising Sand" de 2007, uma colaboração com Alison Krauss. Produzido por T-Bone Burnett, o álbum, com um mistura improvável, mas magnífica, ganhou inúmeras críticas aclamadoras e seis prêmios Grammy, incluindo "Álbum do Ano" e "Gravação do Ano", por “Please Read the Letter", uma canção composta por Plant e Page.
Em dezembro de 2008, Plant recebeu o título honorífico de Comandante do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II. Ao ser escolhido como "o melhor vocalista de todos os tempos" pela Hit Parader, deixou para trás nomes como Bon Scott (AC/DC), Freddie Mercury (Queen), Rob Halford (Judas Priest), Steven Tyler (Aerosmith),  Sebastian Bach (Skid Row), Ozzy Osbourne (Black Sabbath), Bruce Dickinson (Iron Maiden), Axl Rose (Guns N' Roses), Paul Stanley e Gene Simmons (Kiss) e Ian Gillan (Deep Purple). Na lista estavam presentes também Jimi Hendrix, Mick Jagger e David Bowie. Foi apontado ainda mais duas vezes como o melhor vocalista de rock do mundo. Uma em votação popular em 2009 pela rádio digital Planet Rock, que contou com a opinião também de críticos musicais e personalidades do mundo do rock, e outra em 2011, feita pela revista Rolling Stone.
Em 2010 ele lançou um álbum com a "Band of Joy", co-produzido por seu colega de banda Buddy Miller e com os colegas músicos Darrell Scott, Byron House, Marco Giovino, que também recebeu dois prêmios Grammy.

The Sensational Space Shifters é o seu mais recente projeto, uma banda solta, segundo Plant, "inspirada pelas raízes da música do Mississippi, Appalachia e Gâmbia, ou das inglesas Bristol e Wolverhampton, com influências coletadas em uma vida inteira de meandros e caminhadas. Robert Plant e sua banda trarão para o Brasil uma incrível viagem através de uma vida musical única, que incluirá alguns dos maiores sucessos do Led Zeppelin.
Discografia
·         Com o Led Zeppelin: 1969 - Led Zeppelin; 1969 - Led Zeppelin II; 1970 - Led Zeppelin III; 1971 - Led Zeppelin IV; 1973 - Houses of the Holy; 1975 - Physical Graffiti; 1976 – Presence; 1976 - The Song Remains the Same; 1979 - In Through the Out Door; 1982 – Coda.
·         Outros Projetos e carreira solo: 1982 -  Pictures at Eleven; 1983 - The Principle of Moments;   1984 -  The Honeydrippers: Volume One, com Jimmy Page; 1985 -   Shaken 'n' Stirred; 1988 -  Now and Zen; 1990 - Manic Nirvana; 1993 - Fate of Nations ; 1993 - Wayne's World 2, apenas uma faixa; 1994 - No Quarter, com Jimmy Page; 1998 - Walking into Clarksdale, com Jimmy Page; 2002 – Dreamland; 2003 - 66 to Timbuktu, Antologia; 2005 - Mighty Rearrenger; 2007 - Raising Sand com Alison Krauss; 2010 - Band of Joy

SERVIÇO:
Robert Plant e banda "The Sensational Space Shifters", em Belo Horizonte
Dia 20 de outubro, sábado, às 22h, no Expominas – Avenida Amazonas, 4.000, Bairro Gameleira
Ingressos Bud Zone – R$ 220,00 meia/ R$ 440,00 inteira
Ingressos Pista: 1o lote: R$ 90,00 meia/ R$ 180,00 inteira – ESGOTADO 2o lote: R$ 110,00 meia/ R$ 220,00 inteira -  ESGOTADO 3o lote: R$ 130,00 meia/ R$ 260,00 inteira – ESGOTADO 4o lote: R$ 150,00 meia/ R$ 300,00 inteira
Pontos de venda: Shopping 5 Avenida (loja 27 C); Leitura do BH Shopping e da Savassi; FNAC BH Shopping; e em Sete Lagoas, na Mistertour (Rua Benedito Valadares, 36 – Loja 3). Vendas on line pelo site: www.ingressorapido.com.br .
PARA OS INGRESSOS DE MEIA ENTRADA SERÁ COBRADA A CARTEIRINHA DE ESTUDANTE E COMPROVANTES NO ATO DA COMPRA E NA ENTRADA DO EVENTO.
Informações: (31) 25328201
Realização: Malab Produções e Cria! Cultura

Assessoria de imprensa BH: Jozane Faleiro – contato@jozanefaleiro.com – (31) 8828.0906 / 92046367

Robert Plant em outras cidades
As outras apresentações ocorrem: no dia 18 de outubro, no Rio de Janeiro (HSBC ARENA, dentro do projeto Live Music Rocks), São Paulo, no dia 22 de outubro (Espaço das Américas), Brasília, no dia 25 de outubro (Ginásio Nilson Nelson), Curitiba, no dia 27 de outubro (Teatro Guaíra) e Porto Alegre, no dia 29 de outubro (Gigantinho), com realização da XYZ LIVE (www.xyzlive.com.br). 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Bárbara Paz e Paulo Azevedo apresentam Hell em BH



“Hell é um espetáculo de alta categoria que honra o teatro. (Bárbara Heliodora – O Globo ****)

“A arrebatadora atuação de Bárbara Paz é, em si, um espetáculo a parte dentro da poderosa encenação que Hector Babenco fez de Hell, de Lolita Pille. (Jefferson Del Rios – O Estado de S. Paulo)

Hector Babenco dirige Bárbara Paz e Paulo Azevedo em primeira adaptação teatral do romance da jovem francesa Lolita Pille. Montagem está entre os 10 melhores espetáculos de 2011 (O Globo) e ganhou o prêmio de Melhor Atriz ( Revista Quem). Em cartaz no Teatro SESIMINAS dias 14 e 15 de setembro, sexta e sábado, às 21h


O projeto Teatro em Movimento traz a capital mineira o espetáculo Hell, com Bárbara Paz e o mineiro Paulo Azevedo.  Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance “Hell” marcou em 2003 a estreia da escritora francesa Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, a obra poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso. Esse é o enredo que o público pode conferir em apenas duas apresentações, dias 14 e 15 de setembro, sexta e sábado, às 21h, no teatro SESIMINAS.

Em Belo Horizonte, a produção local é da Rubim Produções, de Tatyana Rubim, idealizadora do projeto Teatro em Movimento, que tem o apoio cultural do Instituto Unimed BH e da Porto Seguro, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O espetáculo

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por Paulo Azevedo.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea - um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela. A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação. Direção de produção de Henrique Mariano e produção executiva de Roberta Koyama.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer - Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

Paulo Azevedo 
Ator, promotor cultural e jornalista. Atua há 15 anos como ator e produtor com grupos e diretores reconhecidos da cena brasileira, como Hector Babenco, Cibele Forjaz; Yara de Novaes; Ione de Medeiros e Mônica Ribeiro. É fundador e ex-integrante do Grupo Espanca!, realizando os espetáculos “Por Elise” (Representante brasileiro na Copa da Cultura – Berlim 2006, a peça foi indicada pela Revista Bravo! como um dos 100 melhores espetáculos produzidos nos últimos oito anos no Brasil e foi vencedor de dois dos mais importantes prêmios no país: Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA e Shell São Paulo de Melhor Texto, em 2005) e “Amores Surdos” (Indicado como Melhor Ator ao Qualidade Brasil São Paulo e Usiminas SINPARC MG, além de três indicações ao Prêmio Shell SP). Assinou a concepção, roteiro e atuava, em parceria com Rita Clemente, no espetáculo “Histórias de Chocar”, baseado na romance “Ensaios de Amor”, de Alain de Botton. É dramaturgo dos espetáculos “Sonetos de Areia” e “Nômades” do Projeto Cena 3x4 Galpão Cine Horto, sob a coordenação do diretor Antônio Araújo e do dramaturgo Luís Alberto de Abreu. Em 2011, dirigiu o espetáculo "A Carne Exausta", com texto inédito de Cássio Pires, que retorna ao cartaz em 2012.

Lolita Pille e Hell

 “Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre."Le Monde
Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.
Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.
Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.
Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Ficha Técnica:
Texto: Lolita Pille / Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz / Direção: Hector Babenco
Co-direção: Murilo Hauser / Elenco: Barbara Paz e Paulo Azevedo / Concepção de Imagem: Giovanni Bianco / Cenografia: Felipe Tassara / Iluminação: Beto Bruel / Direção técnica: Marta Tramonti / Assistente de Produção: Laura Salerno / Produção Executiva: Roberta Koyama / Direção de Produção: Henrique Mariano / Realização: HB Filmes Ltda /Patrocinio: Sabesp

Serviço:
“Hell”, com Bárbara Paz e Paulo Azevedo, direção de Hector Babenco
Classificação: 14 anos / Duração: 75 minutos
Local: SESIMINAS – Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia
Dias/Horários: 14 e 15 de setembro – sexta e sábado, às 21h
Ingressos: R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia entrada
Informações: (31) 3241.7181


Informações para a imprensa BH: Jozane Faleiro
(31) 3261.1501 / 9204.6367 – contato@jozanefaleiro.com

Beatriz Segall e Herson Capri em BH


Beatriz Segall e Herson Capri, em interpretações impecáveis, são os atores dessa emocionante e envolvente comédia que, depois de temporada de grande sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo , faz única apresentação no Sesc Palladium, dia 24 de agosto, sexta-feira, às 21h


Com incrível humor, texto emocionante e direção precisa de Susana Garcia, idealizadora do projeto, “Conversando com Mamãe” conquistou o público e a crítica carioca com as interpretações de Beatriz Segall e Herson Capri, que vivem mãe e filho, personagens criados por Santiago Oves. A peça tem única apresentação em Belo Horizonte, no Sesc Palladium, dia 24 de agosto, sexta-feira, às 21h.

“A empatia é imediata porque a peça é simples e engraçada e, além disso, Beatriz, com seu carisma, conquista a simpatia da plateia desde o começo. A trama atinge a todos, pois fala de mãe, filho, sogra, netos, esposa e marido, enfim, relações familiares, com humor e sensibilidade”, explica Capri.

A encenação apresenta momentos de muita delicadeza e emoção. As demonstrações de afeto entre a mãe e o filho são alternadas com situações engraçadas, levando à reflexão a partir do riso e da identificação com seus personagens.

Na plenitude de seu ofício, a atriz Beatriz Segall afirma que “o trabalho magnífico de Susana Garcia contribuiu para o sucesso da peça. Além disso, trabalhar com Herson foi um enorme prazer, porque além de ser excelente ator, é um companheiro de trabalho fora do comum. Muito generoso, respeita muito o colega, de uma honestidade e eficiência impressionantes. Fico segura quando contraceno com ele”.

Escrita pelo conceituado dramaturgo e diretor argentino Santiago Carlos Oves, a historia virou filme em 2004, com adaptação e direção do próprio autor, e teve ótima repercussão, inclusive no Brasil. Em 2008, a diretora Susana Garcia assistiu ao filme e resolveu transformá-lo numa peça de teatro. Entretanto, descobriu que o dramaturgo espanhol Jordí Galcerán já havia realizado uma readaptação para o teatro e que o espetáculo estava em cartaz em Paris com muito sucesso. Essa readaptação foi traduzida para essa montagem no Brasil por Pedro Freire.

A trama conta a história de Jaime, 50 anos, bem sucedido, casado, com dois filhos e um excelente emprego. Com a crise econômica seu mundo encantado se desfaz. Desempregado, entra em conflito com a família e vê como única saída a venda do apartamento onde mora sua mãe. Essa simples possibilidade desencadeia inúmeras questões da vida de Jaime.

Beatriz Segall dá vida à irresistível mãe do título, uma senhora inteligente, moderna, simpática e divertida. Numa interpretação sensível, Beatriz comprova que as mães movem o mundo e são mutáveis com o tempo. “O diferencial desse texto é a abordagem diferente: É uma conversa entre mãe e filho, os dois têm personalidade forte, se amam, brigam e também se entendem. Essa mãe sempre foi muito simplória e entregue ao marido, mas evoluiu e se tornou independente e, embora não seja culta, é observadora”, conclui Beatriz.

A montagem de Susana Garcia de “Conversando com Mamãe” traz surpresas, muito humor e emoção colocando o espectador diante do imponderável. O cenário é de Marcos Flaksman, os figurinos de Kalma Murtinho, a iluminação de Paulo César Medeiros e a música foi composta especialmente para o espetáculo, por Alexandre Elias.

Serviço:
Conversando com Mamãe, com Beatriz Segall e Herson Capri
Classificação etária: 12 anos / Duração: 80 minutos
Dia/Horário: 24 de agosto – sexta, às 21h
Local: Sesc Palladium – Av. Augusto de Lima, 420, Centro – BH – estacionamento no local
Ingressos: Setor I:  R$ 70,00 inteira e R$ 35,00 meia-entrada / Comerciário: R$ 59,50
                    Setor II: R$ 60,00 inteira e R$ 30,00 meia-entrada / Comerciário: R$ 51,00
                    Setor III: R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia-entrada / Comerciário: R$ 42,50
Informações: (31) 3214-5350

Informações para a imprensa BH:
Jozane Faleiro - (31) 3261.1501 / 9204.6367

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Teatro em Movimento traz a BH o premiado espetáculo “Ensina-me a Viver”, com Glória Menezes e Arlindo Lopes

Um jovem obcecado pela morte. Uma senhora apaixonada pela vida. Uma amizade improvável. Um amor que irá transformá-los. Essa é a base para o roteiro do espetáculo “Ensina-me a Viver”, uma das mais inusitadas e emocionantes histórias de amor do século XX. Uma adaptação teatral do filme “Harold and Maude”, estrondoso sucesso de público e crítica, assinado por Coling Higgins, com adaptação e direção de João Falcão, que o projeto Teatro em Movimento traz ao Palácio das Artes, de 11 a 12 de agosto, sábado, às 18h e 21h e domingo, às 19h.  “Quando assisti ao filme pela primeira vez, na década de 70, pensei: será que um dia vou conseguir fazer essa personagem, terei eu condições físicas e mentais, para interpretá-la? Pois aqui estou, trinta e cinco anos depois, vivendo essa jovem senhora, que com suas travessuras, irreverências e muita sabedoria, ensina-me a viver. Espero conviver com ela durante muito tempo”, revela Glória Menezes.

Em Belo Horizonte, a produção local é da Rubim Produções, de Tatyana Rubim, idealizadora do projeto Teatro em Movimento, que tem o apoio cultural do Instituto Unimed BH, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Sinopse
“Ensina-me a Viver” narra o encontro amoroso entre Harold, vivido por Arlindo Lopes, e Maude, interpretada por Glória Menezes. Ele é um senhor de quase vinte anos, obcecado pela morte. Ela, uma menina de quase oitenta anos, apaixonada pela vida. Sensível, inteligente e rico, Harold não conheceu o pai. Convive com uma mãe indiferente e autoritária, numa relação desprovida de qualquer contato afetuoso. Atormentado, Harold tenta chamar a atenção materna simulando tragicômicas tentativas de suicídio. A quase octogenária Maude, ao contrário, tem uma paixão incomparável pela vida. Aproveita cada segundo de sua existência como se fosse o último. O contato entre esses dois não poderia ser mais inusitado e improvável, mas quando se encontram, a sintonia é imediata. Maude, cheia de alegria e positividade, ensina ao deslocado Harold os prazeres da vida e da liberdade. “Ensina-me a Viver” é uma tocante e bem-humorada história de descobertas, que leva o espectador a acreditar que simplificar a vida é o melhor caminho e que o amor continua sendo o melhor remédio.

Equipe
Treze personagens, representados por nove atores, abraçados pela encenação poética de João Falcão, um dos mais talentosos encenadores brasileiros da atualidade. À frente de grandes projetos em teatro, TV e cinema, João prima pela capacidade de modernizar os clássicos, sem perder em sensibilidade e o lirismo. Suas obras, sempre autorais e contemporâneas, fazem dele um dos mais respeitados diretores de sua geração.

Maude é Glória Menezes, um ícone das artes dramáticas que já alimentava o desejo de viver a personagem que personifica o prazer, a liberdade.

O ator Arlindo Lopes, idealizador do projeto, guiado pelo desejo de viver esta história e interpretar Harold, encontrou na tradução inédita de Millôr Fernandes a sensibilidade e humor, aproximando o texto teatral de sua versão cinematográfica, referência para muitas gerações.

A direção de produção é de Maria Siman, responsável por produções de grande sucesso como “Maria do Caritó”, “Doidas e Santas”, “Clandestinos”,  “Virgolino e Maria – Auto de Angicos”, “O Pequeno Príncipe”, “Divã”, “Mais Uma Vez Amor”, “Alice no País das Maravilhas”, “Beijo no Asfalto”, “Duas X Pinter”, entre outros.

Todos unidos pelo desejo de encenar a história de Harold e Maude. Um libelo ao amor à vida e à liberdade.




Destaques da Crítica
“Os quatro críticos do Globo não pouparam elogios. A encenação, segundo eles, leva o público a uma viagem pela magia do teatro com direção precisa e ágil de João falcão, cenografia fundamental e linda, de Sérgio Marimba. São unânimes em apontar a qualidade
do elenco com destaque para o casal protagonista com elogios como “atuação primorosa”, segundo Bárbara Heliodora, “comovente”, segundo Tânia Brandão, “rara e valiosa”  segundo Stela Miranda”.
Editorial – Jornal O Globo – 9/8/08 

“A encenação é cuidada e leve. João falcão encontra o tom exato para a mistura de realismo e quase-sonho...
O Elenco está todo em sintonia com o texto. Arlindo tem atuação de ótima qualidade e Glória tem mais uma grande atuação no palco.... A  integração dos trabalhos de Arlindo e Glória é impecável e o espetáculo encanta o público com sua qualidade e seu calor” - Bárbara Heliodora – Jornal O Globo – 9/8/08
 
“A montagem de João falcão é diferente de tudo o que foi visto antes. O diretor investe em um clima lúdico, menos denso. A Maude de Glória Menezes torna-se mais sapeca e o Harold interpretado pelo ótimo e cativante  Arlindo Lopes, mais engraçado. ... Mostra,  com frescor e vigor que o texto não envelheceu e segue como um manifesto pela liberdade, pela vida, pela alegria e pela valorização da individualidade”  - Jefferson Lessa – Jornal O Globo – 9/8/08

“Nesta montagem o diretor apostou na teatralidade, no jogo teatral diante do público. ... Glória é Maude em sua plenitude. Sua atuação e comovente. Arlindo tem desempenho requintado. Ilustra com maestria a viagem do sombrio ao amor”  - Tânia Brandão – Jornal O Globo – 9/8/08

“A mágica de um romance imortal. Pelas  mãos do diretor João Falcão, Ensina-me a Viver surge quase como um teatro mágico. Os truques arrebatam a platéia. Glória nos comove em filigranas de interpretação.
Stella Miranda – O Globo – 9/8/08

A encenação de João Falcão é feliz, pra cima, ágil. Além da interpretação dos atores, os cenários, figurinos e trilha sonora são pontos altos do espetáculo. Montagem de qualidade que equilibra elegância, humor e emoção
André Gomes – Jornal O Dia – 11/8/08

“Um apaixonado tributo à vida numa  produção simplesmente imperdível! 
A  ótima química entre Glória e Arlindo gera risos e lágrimas na platéia. ...Se já achávamos  João Falcão um diretor brilhante, agora acreditamos estar diante de um poeta da cena, também capaz de extrair irretocáveis atuações do elenco. Glória e Arlindo formam uma dupla deslumbrante. Ilana Kaplan   está irretocável e Augusto Madeira e Fernanda de Freitas dão um show de versatilidade em seus vários papéis.   ... a trilha sonora é, sem dúvida, a mais criativa da atual temporada. ....” - Lionel Fischer – Jornal Tribuna da Imprensa – 7/8/08

“Eficácia sem qualquer arranhão! O texto corteja a platéia com uma “Louvação à vida. Pelo sucesso da temporada paulista e pela reação da platéia na estréia no Rio a comunicabilidade do texto não sofreu alteração pelo tempo ” - Macksen Luiz – Jornal do Brasil – 8/8/08

“A direção de João Falcão foge das caricaturas e moderniza a trama com trilha sonora descolada e apelo visual cinematográfico. Os protagonistas Glória Menezes e Arlindo Lopes tem química de sobra para fazer rir e, principalmente, emocionar” - Revista Veja S. Paulo- Crítica

“Ensina-me a Viver é indispensável! A difícil tarefa de unir boas gargalhadas e suspiros emocionados foi cumprida com maestria pelo diretor e atores. A mistura entre humor e delicadeza poética resultaram em um espetáculo indispensável não só aos mais sensíveis mas a todos que conservam o sentimentalismo comum ao ser humano”
Diário do Grande ABC - Crítica

“Gloria Menezes impressiona pela delicadeza que dá a Maude transformando-a numa personagem pela qual é impossível não se apaixonar” - Isto É  Gente - Critica

“Quão delicada é a história e tão engraçada ao mesmo tempo. Como as situações alternam entre o riso e o suspiro, numa sucessão de humores e recados” - André Laurentino – O Estado de S. Paulo – Artigo.

Prêmios e indicações
Indicado pelo Jornal O Globo e Revistas Veja Rio e Veja S. Paulo como um dos melhores espetáculos da temporada.

Em 2008 Ensina-me a Viver recebeu os seguintes prêmios:
Prêmio Qualidade Brasil: Melhor Espetáculo Drama / Melhor Diretor Drama: João Falcão / Melhor Atriz Drama: Glória Menezes / Melhor Ator Drama: Arlindo Lopes.
Prêmio Contigo: Melhor Atriz: Glória Menezes
Prêmio APTR (Associação dos produtores de Teatro do Rio de Janeiro)
Em 2009 é recordista em indicações o Prêmio APTR /08. Indicado em sete categorias: Melhor Espetáculo / Melhor Produção: Primeira Página / Melhor Diretor: João Falcão / Melhor Atriz: Glória Menezes / Melhor Atriz Coadjuvante: Fernanda de Freitas / Melhor Iluminação: Renato Machado / Melhor Figurino: Kika Lopes / A premiação foi realizada no dia 06 de julho de 2009, no Rio de Janeiro. VENCEDOR DO PRÊMIO NA CATEGORIA MELHOR PRODUÇÃO

Ficha Técnica:
Texto: Colin Higgins / Tradução: Millôr Fernandes / Direção e Adaptação: João Falcão /
Elenco: Glória Menezes – Maude / Arlindo Lopes – Harold / Ilana Kaplan – Helena Chasen / Antonio Fragoso – Tio Vitor, Dr. Matias, Padre Finney,  Inspetor Marcos e Caçapa / Elisa Pinheiro – Silvia Gazela, Nancy e Dora Alegria / * Rafael Maia é stan-in do ator Antonio Fragoso
Elenco de Apoio: Verônica Valentim, Guilherme Siman, Walisson de Souza e Jamil Pedro
Cenografia: Sérgio Marimba / Figurino: Kika Lopes / Iluminação: Renato Machado / Trilha Sonora: Rodrigo Penna
Projeto Gráfico: Dulce Lobo / Assistente Direção e Direção de movimentos: Duda Maia / Primeira Página Produções / Gerente de projetos: Paula Salles / Produção Executiva e Administração do Espetáculo: Luciano Marcelo / Direção de Produção: Maria Siman / Idealizador do projeto: Arlindo Lopes / Realização: Primeira Página Produções Culturais / Produtores Associados: Glória Menezes, Arlindo Lopes e Maria Siman / Produção Local Belo Horizonte: Rubim Projetos e Produções / Realização Local: Projeto Teatro em Movimento.
PARA SABER MAIS SOBRE O ESPETÁCULO E SUA CARREIRA ACESSE O SITE: www.primeirapaginaproducoes.com.br


Serviço:
“Ensina-me a Viver”, com Glória Menezes, Arlindo Lopes e elenco
Data/Hora: 11 e 12 de agosto, sábado, às 18h e às 21h e domingo, às 19h
Ingressos: Setor I e II – R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia entrada)
                    Setor III – R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia entrada)
                    Balcão – R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia entrada)
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes – Avenida Afonso Pensa, 1537, Centro
Informações: (31) 3236.7400
Classificação: 12 anos
Duração: 110 minutos
Venda online: WWW.ingresso.com / 4003.2330

Informações para a imprensa BH: AB Comunicação
Jozane Faleiro - (31) 3261.1501 / 9204.6367 – jozane@ab.inf.br

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Teatro em Movimento traz “Maria do Caritó” a BH


 O projeto Teatro em Movimento brinda o público mineiro com a peça “Maria do Caritó”, com Lilia Cabral e elenco. Uma comédia que revela valores, costumes e crendices que permeiam o imaginário do povo brasileiro. No palco, Lilia Cabral interpreta uma solteirona, que tem quase 50 anos e ainda é virgem, pois foi prometida por seu pai a São Djalminha. Ela faz promessas a Santo Antônio e todas as simpatias para burlar a promessa do pai e conseguir um marido. A montagem faz curta temporada no Grande Teatro do Sesc Palladium, de 03 a 05 de agosto, sexta a domingo.

Em Belo Horizonte, a produção local é da Rubim Produções, de Tatyana Rubim, idealizadora do projeto Teatro em Movimento, que tem o apoio cultural do Instituto Unimed BH, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Maria do Caritó

Depois de três anos longe dos palcos, Lilia Cabral retornou ao teatro, em 2010, na peça “Maria do Caritó”. O texto, escrito especialmente para a atriz por Newton Moreno, do aclamado As Centenárias, tem direção de João Fonseca. Completam o elenco Dani Barros, Fernando Neves, Silvia Poggetti e Eduardo Reys. Sucesso de público e crítica, “Maria do Caritó” foi vencedor do Prêmio Arte Qualidade Brasil 2010 nas categorias diretor, atriz e espetáculo e teve indicação recorde para Prêmio Shell 2010, sendo indicado em seis categorias: direção, texto, atriz, cenografia, trilha sonora e figurino, vencendo a de Melhor Direção. A montagem também teve quatro indicações ao Prêmio APTR 2010: figurino, cenário, texto e atriz coadjuvante, vencido pela atriz Dani Barros.

Para a montagem, Lilia, que produz o espetáculo em parceria com Maria Siman, da Primeira Página, reuniu antigos amigos. “Conheço o Fernando Neves, a Silvia Poggetti e o Serroni (que assina o figurino) há mais de 30 anos, quando estudava na EAD, em São Paulo. São grandes companheiros e grandes atores. Sempre falávamos que precisávamos voltar a trabalhar juntos. Estamos muito felizes. A química continua a mesma. Parece que o tempo não mudou”, comemora a atriz. Ao grupo, foram incorporados novos amigos. Para comandar a trupe Lilia partiu de um antigo desejo. “Sempre quis trabalhar com o João Fonseca. Na verdade era uma vontade mútua. Conheci-o ainda como ator, antes de virar diretor e formar o grupo Os Fodidos Privilegiados, com o Antonio Abujamra. A direção de João é precisa. Ele nos deixa a vontade para criar, mas com critério. Isso é muito importante porque dá segurança ao ator”, elogia Lilia.  O texto também veio de um pedido da atriz, que encomendou a peça a Newton Moreno, um dos integrantes do grupo Os Fofos Encenam e que vem colecionando elogios com seus textos. Recebeu o premio Shell, por As Centenárias, com Andrea Beltrão e Marieta Severo, em 2007. Com a peça Agreste ganhou seu primeiro Prêmio Shell de Melhor Autor e o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Artes) de Melhor Autor em 2004. “Maria do Caritó” é sua terceira peça.

A comédia revela valores, costumes e crendices que permeiam o imaginário do povo brasileiro. “Maria do Caritó” é solteirona, chegando aos 50 anos, que está decidida a se casar, ainda que, para isso, precise enfrentar a fúria do pai e de toda a cidade, que acreditam que ela é santa. “É cômico para quem vê e trágico para quem vive”, brinca Lilia. “A Maria do Caritó é uma personagem que sente uma frustração imensa por não ter se realizado como mulher. O que mais me encantou neste texto é que ele fala sobre fé. A Maria do Caritó não deixa de acreditar”, continua. “Maria do Caritó é uma heroína que se equilibra no duplo feminino, sacra e profana, virgem e mundana, santa e palhaça, arquétipo-brincalhão de um feminino desdobrado”, completa Newton. Na cultura popular nordestina, Caritó é a pequena prateleira no alto da parede, ou nicho nas casas de taipa, onde as mulheres escondem, fora do alcance das crianças, o carretel de linha, o pente, o pedaço de fumo, o cachimbo. E assim, a moça que ficou no caritó é aquela que ficou na prateleira, sem uso, esquecida, guardada intacta.

Ao sobreviver no parto, em que sua mãe morre, Maria do Caritó foi prometida pelo pai (Fernando Neves) ao Santo Djalminha. “O pai é um homem fracassado, desiludido, que faz projeções através da filha”, explica Fernando. A cidade passa a acreditar que Maria é santa e faz milagres. Fininha (Silvia Poggetti) é a fiel escudeira de Maria do Caritó, que ajuda a amiga a fazer simpatias para conseguir um marido. Silvia Poggetti faz ainda os papéis de Dona Teodora, a proprietária do circo e Dona Cosma, uma beata que acredita que Maria do Caritó concebeu o milagre de fazer sua galinha voltar a botar ovos. As situações cômicas se sucedem, e os atores se dividem em vários papéis. Dani Barros além da galinha Damiana, acumula os papéis de “noiva ex-defunta” e de “Maria Ardida”. Eduardo Reys completa o elenco, dividindo-se nos papéis de Anatolli, Coronel e José. Anatolli é o artista de circo, que ilude a Maria do Caritó, fingindo-se de apaixonado. O Coronel é o verdadeiro pilantra, que quer tirar proveito da imagem de santa da Maria. José é a versão masculina da Maria do Caritó. 

Para o cenário, Nello Merrese se baseou na ingenuidade poética do Nordeste. Dispostos no palco estão paus de sebo, baús de circo, oratório de bandeiras e alguns caritós. Foram criados com exclusividade para o espetáculo as imagens de Santo Antonio, Santa Maria do Caritó, São Djalminha e São João, pelo artista plástico Anderson Thives.

Assinada por Alexandre Elias, a trilha sonora é um elemento fundamental na encenação, onde os atores cantam e tocam instrumentos. “Uma das características do João Fonseca é gostar de trilha misturada, ou seja, tem coisas que eu compus, tem coisas pesquisadas que eu escolhi, coisas que ele escolheu e até mesmo que os próprios atores escolheram. A música desse espetáculo é dividida em duas seções: trilha gravada  e música ao vivo. Nesta última seção os próprios atores cantam solos ou arranjos vocais que preparei para o elenco, em cima da musicalidade de cada um deles. Eles também tocam instrumentos como pandeiro, triângulo e percussões diversas e variadas para efeito de sonoplastia”, explica Elias.
A atriz e bailarina Kika Freire é responsável pela direção de movimentos dos atores. “Faço um trabalho de ajuste dos movimentos. Trabalho limpando os movimentos e criando, junto aos atores, movimentos específicos que caracterizam cada personagem”, explica Kika, que para as cenas musicais criou um desenho coreográfico. “Não chega a ser uma coreografia, como uma dança, mas uma marcação coreográfica para dar unidade e leveza às cenas”, continua.  

Paulo Cesar Medeiros assina a iluminação e os figurinos são de J.C Serroni. A direção de produção está a cargo de Maria Siman e realização da Primeira Página Produções Culturais e Lilia Cabral.

Ficha Técnica
Texto: Newton Moreno / Direção: João Fonseca
Elenco: Lilia Cabral, Eduardo Reys, Fernando Neves, Silvia Poggetti e Dani Barros
Cenários: Nello Merrese / Figurinos: J.C Serroni / Iluminação: Paulo César Medeiros
Direção de Movimentos: Kika Freire / Musica original: Alexandre Elias
Produção Executiva: Gabriela Mendonça
Direção de Produção: Maria Siman
Realização Nacional: Primeira Página Produções Culturais e Lilia Cabral
Realização Local: Projeto Teatro em Movimento
Produção Local BH: Rubim Produções

Serviço:
Maria de Caritó, com Lilia Cabral e elenco
Classificação etária: 12 anos / Duração: 100 minutos
Dias/Horários: 03 a 05 de agosto – sexta e sábado às 21h e domingo às 20h
Local: Sesc Palladium – Av. Augusto de Lima, 420, Centro – BH – estacionamento no local
Ingressos: Setores I e II: R$ 70,00 inteira e R$ 35,00 meia-entrada
                    Setor III: R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia-entrada
Venda online: WWW.ingresso.com / 4003.2330
Informações: (31) 3214-5350

Informações para a imprensa BH: 
Jozane Faleiro - (31) 3261.1501 / 9204.6367

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Bartô no Teatro - hoje e amanhã

"Por Parte de Pai" é um dos livros mais lindos que já li, do autor Bartolomeu Campos de Queirós. A obra foi transposta para o teatro e está em cartaz hoje e amanhã no Teatro Alterosa em BH. Abaixo o release.



Teatro leva obra de Bartolomeu Queirós às principais capitais

Atriz Nathália Marçal atua em “Por Parte de Pai”, que estreia em BH dia 27/06
A prosa poética universal de Bartolomeu Campos de Queirós encontra na atuação de Nathália Marçal e encenação de André Paes Leme um pouso perfeito para o livro “Por Parte de Pai”, título homônimo do espetáculo, em monólogo.  A montagem estreia em Belo Horizonte, no Teatro Alterosa, de 27 a 29 de junho, quarta a sexta-feira e segue para Betim. Depois, cumpre temporada no Rio de Janeiro e São Paulo.
“Por Parte de Pai” é uma homenagem a Bartolomeu Campos de Queirós, falecido em janeiro, e esta montagem tem em seu arcabouço alguns dos mais destacados profissionais da área: o multiartista Ronaldo Fraga responde pelo cenário e figurino; Marcia Rubin, pela preparação corporal e direção de movimentos; Renato Machado, desenhos de luz; Pedro Veríssimo, trilha sonora, Rose Gonçalves, preparação vocal e Tatyana Rubim, produção.

A encenação é um convite ao espectador para uma viagem nos caminhos curvos da memória de uma infância. A personagem revive intensamente o período em que esteve ao lado dos avós numa cidade do interior, e recupera o prazer e os medos daquela convivência tão determinante para a sua personalidade. A descoberta da vida, do amor, e a percepção concreta da perda marcam uma narrativa poética e sensível sobre um tempo que não tem pena e que não retorna, a não ser quando chamado pela saudade. A cena acompanha a delicadeza e sensibilidade das palavras de Bartolomeu Queirós e busca, na força das suas imagens, através de uma narrativa ora angustiante ora leve e divertida, a principal fonte de comunicação do espetáculo. É muito provável que o público, após testemunhar este depoimento singelo e comovente, acabe por desfrutar daquela que certamente é a mais bela das funções da arte do ator: fazer com que cada um de nós mergulhe corajosamente na sua própria história de vida.

Segundo o encenador André Paes Leme, "Nathália revela ser uma atriz muito sensível quando, corajosamente, aposta no desafio de fazer da poética literária um emocionante depoimento teatral. É uma jovem atriz que dá os primeiros passos dando um ótimo exemplo de compromisso com a arte que escolheu para se expressar". Ronaldo Fraga lembra que já conhecia a obra e que quando integrou o projeto já tinha uma ideia preconcebida: “o figurino segue a linha de não pontuar tempo nem gênero. Utilizo o linho, madeira e marfim que apresentam cores e texturas que sempre me remetem à memória. O cenário tem sobreposição de mesas e objetos, que acompanham a linha do tempo das memórias do autor”, completa. A produtora Tatyana Rubim coloca que “contribuir para o trabalho de jovem artista, como a Nathália, é uma experiência única. Ao mesmo tempo, é fascinante vê-la construir esta narrativa, amparada por profissionais de natureza sensível e precisa. O diretor e sua equipe é presente dos anjos, que nos envolveram no universo do Bartô. É emoção pura”, afirma.


Serviço: 
“Por Parte de Pai”, com Nathália Marçal, baseada na obra homônima de Bartolomeu Campos de Queirós
Dia/Hora: de 27 a 29 de Junho. Dias 27, quarta e 28, quinta, às 20h e 29, sexta, às 21h
Ingressos: R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia entrada)
Local: Teatro Alterosa (Av. Assis Chateabriand, 499 - Floresta - Capacidade: 320 lugares)
Informações: (31) 3237-6611 
Realização: APPA e Nathália Marçal
Incentivo: Patrocínio da Fiat e da Aethra, com os benefícios das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura
Bilheteria: horário de funcionamento: terça-feira a domingo, das 12h às 19h30 e nos dias de espetáculos até o horário de início da apresentação.
Classificação: 12 anos
Duração: 60 min

Informações para a imprensa:
Jozane Faleiro (31) 9204.6367