quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Bárbara Paz e Paulo Azevedo apresentam Hell em BH



“Hell é um espetáculo de alta categoria que honra o teatro. (Bárbara Heliodora – O Globo ****)

“A arrebatadora atuação de Bárbara Paz é, em si, um espetáculo a parte dentro da poderosa encenação que Hector Babenco fez de Hell, de Lolita Pille. (Jefferson Del Rios – O Estado de S. Paulo)

Hector Babenco dirige Bárbara Paz e Paulo Azevedo em primeira adaptação teatral do romance da jovem francesa Lolita Pille. Montagem está entre os 10 melhores espetáculos de 2011 (O Globo) e ganhou o prêmio de Melhor Atriz ( Revista Quem). Em cartaz no Teatro SESIMINAS dias 14 e 15 de setembro, sexta e sábado, às 21h


O projeto Teatro em Movimento traz a capital mineira o espetáculo Hell, com Bárbara Paz e o mineiro Paulo Azevedo.  Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance “Hell” marcou em 2003 a estreia da escritora francesa Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, a obra poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso. Esse é o enredo que o público pode conferir em apenas duas apresentações, dias 14 e 15 de setembro, sexta e sábado, às 21h, no teatro SESIMINAS.

Em Belo Horizonte, a produção local é da Rubim Produções, de Tatyana Rubim, idealizadora do projeto Teatro em Movimento, que tem o apoio cultural do Instituto Unimed BH e da Porto Seguro, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O espetáculo

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por Paulo Azevedo.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea - um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela. A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação. Direção de produção de Henrique Mariano e produção executiva de Roberta Koyama.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer - Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

Paulo Azevedo 
Ator, promotor cultural e jornalista. Atua há 15 anos como ator e produtor com grupos e diretores reconhecidos da cena brasileira, como Hector Babenco, Cibele Forjaz; Yara de Novaes; Ione de Medeiros e Mônica Ribeiro. É fundador e ex-integrante do Grupo Espanca!, realizando os espetáculos “Por Elise” (Representante brasileiro na Copa da Cultura – Berlim 2006, a peça foi indicada pela Revista Bravo! como um dos 100 melhores espetáculos produzidos nos últimos oito anos no Brasil e foi vencedor de dois dos mais importantes prêmios no país: Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA e Shell São Paulo de Melhor Texto, em 2005) e “Amores Surdos” (Indicado como Melhor Ator ao Qualidade Brasil São Paulo e Usiminas SINPARC MG, além de três indicações ao Prêmio Shell SP). Assinou a concepção, roteiro e atuava, em parceria com Rita Clemente, no espetáculo “Histórias de Chocar”, baseado na romance “Ensaios de Amor”, de Alain de Botton. É dramaturgo dos espetáculos “Sonetos de Areia” e “Nômades” do Projeto Cena 3x4 Galpão Cine Horto, sob a coordenação do diretor Antônio Araújo e do dramaturgo Luís Alberto de Abreu. Em 2011, dirigiu o espetáculo "A Carne Exausta", com texto inédito de Cássio Pires, que retorna ao cartaz em 2012.

Lolita Pille e Hell

 “Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre."Le Monde
Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.
Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.
Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.
Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Ficha Técnica:
Texto: Lolita Pille / Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz / Direção: Hector Babenco
Co-direção: Murilo Hauser / Elenco: Barbara Paz e Paulo Azevedo / Concepção de Imagem: Giovanni Bianco / Cenografia: Felipe Tassara / Iluminação: Beto Bruel / Direção técnica: Marta Tramonti / Assistente de Produção: Laura Salerno / Produção Executiva: Roberta Koyama / Direção de Produção: Henrique Mariano / Realização: HB Filmes Ltda /Patrocinio: Sabesp

Serviço:
“Hell”, com Bárbara Paz e Paulo Azevedo, direção de Hector Babenco
Classificação: 14 anos / Duração: 75 minutos
Local: SESIMINAS – Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia
Dias/Horários: 14 e 15 de setembro – sexta e sábado, às 21h
Ingressos: R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia entrada
Informações: (31) 3241.7181


Informações para a imprensa BH: Jozane Faleiro
(31) 3261.1501 / 9204.6367 – contato@jozanefaleiro.com

Beatriz Segall e Herson Capri em BH


Beatriz Segall e Herson Capri, em interpretações impecáveis, são os atores dessa emocionante e envolvente comédia que, depois de temporada de grande sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo , faz única apresentação no Sesc Palladium, dia 24 de agosto, sexta-feira, às 21h


Com incrível humor, texto emocionante e direção precisa de Susana Garcia, idealizadora do projeto, “Conversando com Mamãe” conquistou o público e a crítica carioca com as interpretações de Beatriz Segall e Herson Capri, que vivem mãe e filho, personagens criados por Santiago Oves. A peça tem única apresentação em Belo Horizonte, no Sesc Palladium, dia 24 de agosto, sexta-feira, às 21h.

“A empatia é imediata porque a peça é simples e engraçada e, além disso, Beatriz, com seu carisma, conquista a simpatia da plateia desde o começo. A trama atinge a todos, pois fala de mãe, filho, sogra, netos, esposa e marido, enfim, relações familiares, com humor e sensibilidade”, explica Capri.

A encenação apresenta momentos de muita delicadeza e emoção. As demonstrações de afeto entre a mãe e o filho são alternadas com situações engraçadas, levando à reflexão a partir do riso e da identificação com seus personagens.

Na plenitude de seu ofício, a atriz Beatriz Segall afirma que “o trabalho magnífico de Susana Garcia contribuiu para o sucesso da peça. Além disso, trabalhar com Herson foi um enorme prazer, porque além de ser excelente ator, é um companheiro de trabalho fora do comum. Muito generoso, respeita muito o colega, de uma honestidade e eficiência impressionantes. Fico segura quando contraceno com ele”.

Escrita pelo conceituado dramaturgo e diretor argentino Santiago Carlos Oves, a historia virou filme em 2004, com adaptação e direção do próprio autor, e teve ótima repercussão, inclusive no Brasil. Em 2008, a diretora Susana Garcia assistiu ao filme e resolveu transformá-lo numa peça de teatro. Entretanto, descobriu que o dramaturgo espanhol Jordí Galcerán já havia realizado uma readaptação para o teatro e que o espetáculo estava em cartaz em Paris com muito sucesso. Essa readaptação foi traduzida para essa montagem no Brasil por Pedro Freire.

A trama conta a história de Jaime, 50 anos, bem sucedido, casado, com dois filhos e um excelente emprego. Com a crise econômica seu mundo encantado se desfaz. Desempregado, entra em conflito com a família e vê como única saída a venda do apartamento onde mora sua mãe. Essa simples possibilidade desencadeia inúmeras questões da vida de Jaime.

Beatriz Segall dá vida à irresistível mãe do título, uma senhora inteligente, moderna, simpática e divertida. Numa interpretação sensível, Beatriz comprova que as mães movem o mundo e são mutáveis com o tempo. “O diferencial desse texto é a abordagem diferente: É uma conversa entre mãe e filho, os dois têm personalidade forte, se amam, brigam e também se entendem. Essa mãe sempre foi muito simplória e entregue ao marido, mas evoluiu e se tornou independente e, embora não seja culta, é observadora”, conclui Beatriz.

A montagem de Susana Garcia de “Conversando com Mamãe” traz surpresas, muito humor e emoção colocando o espectador diante do imponderável. O cenário é de Marcos Flaksman, os figurinos de Kalma Murtinho, a iluminação de Paulo César Medeiros e a música foi composta especialmente para o espetáculo, por Alexandre Elias.

Serviço:
Conversando com Mamãe, com Beatriz Segall e Herson Capri
Classificação etária: 12 anos / Duração: 80 minutos
Dia/Horário: 24 de agosto – sexta, às 21h
Local: Sesc Palladium – Av. Augusto de Lima, 420, Centro – BH – estacionamento no local
Ingressos: Setor I:  R$ 70,00 inteira e R$ 35,00 meia-entrada / Comerciário: R$ 59,50
                    Setor II: R$ 60,00 inteira e R$ 30,00 meia-entrada / Comerciário: R$ 51,00
                    Setor III: R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia-entrada / Comerciário: R$ 42,50
Informações: (31) 3214-5350

Informações para a imprensa BH:
Jozane Faleiro - (31) 3261.1501 / 9204.6367

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Teatro em Movimento traz a BH o premiado espetáculo “Ensina-me a Viver”, com Glória Menezes e Arlindo Lopes

Um jovem obcecado pela morte. Uma senhora apaixonada pela vida. Uma amizade improvável. Um amor que irá transformá-los. Essa é a base para o roteiro do espetáculo “Ensina-me a Viver”, uma das mais inusitadas e emocionantes histórias de amor do século XX. Uma adaptação teatral do filme “Harold and Maude”, estrondoso sucesso de público e crítica, assinado por Coling Higgins, com adaptação e direção de João Falcão, que o projeto Teatro em Movimento traz ao Palácio das Artes, de 11 a 12 de agosto, sábado, às 18h e 21h e domingo, às 19h.  “Quando assisti ao filme pela primeira vez, na década de 70, pensei: será que um dia vou conseguir fazer essa personagem, terei eu condições físicas e mentais, para interpretá-la? Pois aqui estou, trinta e cinco anos depois, vivendo essa jovem senhora, que com suas travessuras, irreverências e muita sabedoria, ensina-me a viver. Espero conviver com ela durante muito tempo”, revela Glória Menezes.

Em Belo Horizonte, a produção local é da Rubim Produções, de Tatyana Rubim, idealizadora do projeto Teatro em Movimento, que tem o apoio cultural do Instituto Unimed BH, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Sinopse
“Ensina-me a Viver” narra o encontro amoroso entre Harold, vivido por Arlindo Lopes, e Maude, interpretada por Glória Menezes. Ele é um senhor de quase vinte anos, obcecado pela morte. Ela, uma menina de quase oitenta anos, apaixonada pela vida. Sensível, inteligente e rico, Harold não conheceu o pai. Convive com uma mãe indiferente e autoritária, numa relação desprovida de qualquer contato afetuoso. Atormentado, Harold tenta chamar a atenção materna simulando tragicômicas tentativas de suicídio. A quase octogenária Maude, ao contrário, tem uma paixão incomparável pela vida. Aproveita cada segundo de sua existência como se fosse o último. O contato entre esses dois não poderia ser mais inusitado e improvável, mas quando se encontram, a sintonia é imediata. Maude, cheia de alegria e positividade, ensina ao deslocado Harold os prazeres da vida e da liberdade. “Ensina-me a Viver” é uma tocante e bem-humorada história de descobertas, que leva o espectador a acreditar que simplificar a vida é o melhor caminho e que o amor continua sendo o melhor remédio.

Equipe
Treze personagens, representados por nove atores, abraçados pela encenação poética de João Falcão, um dos mais talentosos encenadores brasileiros da atualidade. À frente de grandes projetos em teatro, TV e cinema, João prima pela capacidade de modernizar os clássicos, sem perder em sensibilidade e o lirismo. Suas obras, sempre autorais e contemporâneas, fazem dele um dos mais respeitados diretores de sua geração.

Maude é Glória Menezes, um ícone das artes dramáticas que já alimentava o desejo de viver a personagem que personifica o prazer, a liberdade.

O ator Arlindo Lopes, idealizador do projeto, guiado pelo desejo de viver esta história e interpretar Harold, encontrou na tradução inédita de Millôr Fernandes a sensibilidade e humor, aproximando o texto teatral de sua versão cinematográfica, referência para muitas gerações.

A direção de produção é de Maria Siman, responsável por produções de grande sucesso como “Maria do Caritó”, “Doidas e Santas”, “Clandestinos”,  “Virgolino e Maria – Auto de Angicos”, “O Pequeno Príncipe”, “Divã”, “Mais Uma Vez Amor”, “Alice no País das Maravilhas”, “Beijo no Asfalto”, “Duas X Pinter”, entre outros.

Todos unidos pelo desejo de encenar a história de Harold e Maude. Um libelo ao amor à vida e à liberdade.




Destaques da Crítica
“Os quatro críticos do Globo não pouparam elogios. A encenação, segundo eles, leva o público a uma viagem pela magia do teatro com direção precisa e ágil de João falcão, cenografia fundamental e linda, de Sérgio Marimba. São unânimes em apontar a qualidade
do elenco com destaque para o casal protagonista com elogios como “atuação primorosa”, segundo Bárbara Heliodora, “comovente”, segundo Tânia Brandão, “rara e valiosa”  segundo Stela Miranda”.
Editorial – Jornal O Globo – 9/8/08 

“A encenação é cuidada e leve. João falcão encontra o tom exato para a mistura de realismo e quase-sonho...
O Elenco está todo em sintonia com o texto. Arlindo tem atuação de ótima qualidade e Glória tem mais uma grande atuação no palco.... A  integração dos trabalhos de Arlindo e Glória é impecável e o espetáculo encanta o público com sua qualidade e seu calor” - Bárbara Heliodora – Jornal O Globo – 9/8/08
 
“A montagem de João falcão é diferente de tudo o que foi visto antes. O diretor investe em um clima lúdico, menos denso. A Maude de Glória Menezes torna-se mais sapeca e o Harold interpretado pelo ótimo e cativante  Arlindo Lopes, mais engraçado. ... Mostra,  com frescor e vigor que o texto não envelheceu e segue como um manifesto pela liberdade, pela vida, pela alegria e pela valorização da individualidade”  - Jefferson Lessa – Jornal O Globo – 9/8/08

“Nesta montagem o diretor apostou na teatralidade, no jogo teatral diante do público. ... Glória é Maude em sua plenitude. Sua atuação e comovente. Arlindo tem desempenho requintado. Ilustra com maestria a viagem do sombrio ao amor”  - Tânia Brandão – Jornal O Globo – 9/8/08

“A mágica de um romance imortal. Pelas  mãos do diretor João Falcão, Ensina-me a Viver surge quase como um teatro mágico. Os truques arrebatam a platéia. Glória nos comove em filigranas de interpretação.
Stella Miranda – O Globo – 9/8/08

A encenação de João Falcão é feliz, pra cima, ágil. Além da interpretação dos atores, os cenários, figurinos e trilha sonora são pontos altos do espetáculo. Montagem de qualidade que equilibra elegância, humor e emoção
André Gomes – Jornal O Dia – 11/8/08

“Um apaixonado tributo à vida numa  produção simplesmente imperdível! 
A  ótima química entre Glória e Arlindo gera risos e lágrimas na platéia. ...Se já achávamos  João Falcão um diretor brilhante, agora acreditamos estar diante de um poeta da cena, também capaz de extrair irretocáveis atuações do elenco. Glória e Arlindo formam uma dupla deslumbrante. Ilana Kaplan   está irretocável e Augusto Madeira e Fernanda de Freitas dão um show de versatilidade em seus vários papéis.   ... a trilha sonora é, sem dúvida, a mais criativa da atual temporada. ....” - Lionel Fischer – Jornal Tribuna da Imprensa – 7/8/08

“Eficácia sem qualquer arranhão! O texto corteja a platéia com uma “Louvação à vida. Pelo sucesso da temporada paulista e pela reação da platéia na estréia no Rio a comunicabilidade do texto não sofreu alteração pelo tempo ” - Macksen Luiz – Jornal do Brasil – 8/8/08

“A direção de João Falcão foge das caricaturas e moderniza a trama com trilha sonora descolada e apelo visual cinematográfico. Os protagonistas Glória Menezes e Arlindo Lopes tem química de sobra para fazer rir e, principalmente, emocionar” - Revista Veja S. Paulo- Crítica

“Ensina-me a Viver é indispensável! A difícil tarefa de unir boas gargalhadas e suspiros emocionados foi cumprida com maestria pelo diretor e atores. A mistura entre humor e delicadeza poética resultaram em um espetáculo indispensável não só aos mais sensíveis mas a todos que conservam o sentimentalismo comum ao ser humano”
Diário do Grande ABC - Crítica

“Gloria Menezes impressiona pela delicadeza que dá a Maude transformando-a numa personagem pela qual é impossível não se apaixonar” - Isto É  Gente - Critica

“Quão delicada é a história e tão engraçada ao mesmo tempo. Como as situações alternam entre o riso e o suspiro, numa sucessão de humores e recados” - André Laurentino – O Estado de S. Paulo – Artigo.

Prêmios e indicações
Indicado pelo Jornal O Globo e Revistas Veja Rio e Veja S. Paulo como um dos melhores espetáculos da temporada.

Em 2008 Ensina-me a Viver recebeu os seguintes prêmios:
Prêmio Qualidade Brasil: Melhor Espetáculo Drama / Melhor Diretor Drama: João Falcão / Melhor Atriz Drama: Glória Menezes / Melhor Ator Drama: Arlindo Lopes.
Prêmio Contigo: Melhor Atriz: Glória Menezes
Prêmio APTR (Associação dos produtores de Teatro do Rio de Janeiro)
Em 2009 é recordista em indicações o Prêmio APTR /08. Indicado em sete categorias: Melhor Espetáculo / Melhor Produção: Primeira Página / Melhor Diretor: João Falcão / Melhor Atriz: Glória Menezes / Melhor Atriz Coadjuvante: Fernanda de Freitas / Melhor Iluminação: Renato Machado / Melhor Figurino: Kika Lopes / A premiação foi realizada no dia 06 de julho de 2009, no Rio de Janeiro. VENCEDOR DO PRÊMIO NA CATEGORIA MELHOR PRODUÇÃO

Ficha Técnica:
Texto: Colin Higgins / Tradução: Millôr Fernandes / Direção e Adaptação: João Falcão /
Elenco: Glória Menezes – Maude / Arlindo Lopes – Harold / Ilana Kaplan – Helena Chasen / Antonio Fragoso – Tio Vitor, Dr. Matias, Padre Finney,  Inspetor Marcos e Caçapa / Elisa Pinheiro – Silvia Gazela, Nancy e Dora Alegria / * Rafael Maia é stan-in do ator Antonio Fragoso
Elenco de Apoio: Verônica Valentim, Guilherme Siman, Walisson de Souza e Jamil Pedro
Cenografia: Sérgio Marimba / Figurino: Kika Lopes / Iluminação: Renato Machado / Trilha Sonora: Rodrigo Penna
Projeto Gráfico: Dulce Lobo / Assistente Direção e Direção de movimentos: Duda Maia / Primeira Página Produções / Gerente de projetos: Paula Salles / Produção Executiva e Administração do Espetáculo: Luciano Marcelo / Direção de Produção: Maria Siman / Idealizador do projeto: Arlindo Lopes / Realização: Primeira Página Produções Culturais / Produtores Associados: Glória Menezes, Arlindo Lopes e Maria Siman / Produção Local Belo Horizonte: Rubim Projetos e Produções / Realização Local: Projeto Teatro em Movimento.
PARA SABER MAIS SOBRE O ESPETÁCULO E SUA CARREIRA ACESSE O SITE: www.primeirapaginaproducoes.com.br


Serviço:
“Ensina-me a Viver”, com Glória Menezes, Arlindo Lopes e elenco
Data/Hora: 11 e 12 de agosto, sábado, às 18h e às 21h e domingo, às 19h
Ingressos: Setor I e II – R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia entrada)
                    Setor III – R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia entrada)
                    Balcão – R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia entrada)
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes – Avenida Afonso Pensa, 1537, Centro
Informações: (31) 3236.7400
Classificação: 12 anos
Duração: 110 minutos
Venda online: WWW.ingresso.com / 4003.2330

Informações para a imprensa BH: AB Comunicação
Jozane Faleiro - (31) 3261.1501 / 9204.6367 – jozane@ab.inf.br