sexta-feira, 11 de abril de 2014

BELO HORIZONTE RECEBE “CALLAS”, ESPETÁCULO COM SILVIA PFEIFER E CÁSSIO REIS. UM DOCUMENTÁRIO TEATRAL SOBRE A VIDA DE UMA DAS DIVAS MUNDIAIS DA MÚSICA LÍRICA, MARIA CALLAS







Peça dirigida por Marília Pêra, com texto inédito de Fernando Duarte, apresenta a história da maior soprano da história e um dos maiores mitos do século XX, que teve sua vida marcada por glórias e tragédias e que completaria 90 anos no ano passado. Montagem terá duas apresentações no Teatro Bradesco, dias 26 e 27 de abril

A capital mineira receberá o espetáculo “Callas” que estreou no Rio, em janeiro de 2014, e que narra, como em um documentário vivo, os comoventes relatos de Maria Callas, uma das divas mundiais da música lírica, que marcou a  cena mundial . Callas traduz fielmente o feminino no que diz respeito a força e fragilidade. Neste documentário teatral, o público será observador de sua fragilidade, em busca de amor.  Em nome de seu amor ela renunciou sua consagrada carreira, silenciando sua voz.  Nesta obra teatral, serão compartilhados com os espectadores as dúvidas e medos de “La Divina Callas”, a imperatriz do Bel Canto, que  nos deixou como herança sua voz imortal. Callas: a diva das divas. Única. Uma força da natureza. A indomável Callas, geniosa, intempestiva, era regida pelos sentimentos. Para contar essa trajetória, no palco, estão Silvia Pfeifer e Cássio Reis, dirigidos pela atriz Marília Pêra. 
“Callas” chega ao Teatro Bradesco para duas sessões, dias 26 e 27 de abril, sábado às 21h e domingo às 20h com os patrocínios da Renner, Itau e Mapfre, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Marília Pêra, que interpretou a diva Maria Callas, em “Master Class”, de 1996, volta a se debruçar sobre a vida da cantora dezoito anos depois, neste texto inédito de Fernando Duarte, que assinou “À beira do abismo me cresceram asas” e “Orgulhosa demais frágil demais”.
Em 16 de setembro de 1977, o mundo perdeu Maria Callas aos 53 anos, vitima de um ataque cardíaco. Sua história de vida foi tão dramática quanto as personagens que interpretou nas óperas. A maior soprano da história e um dos maiores mitos do século XX, que teve sua vida marcada por glórias e tragédias, completaria 90 anos no dia 02 de dezembro de 2013. Ela revolucionou a história da ópera e ainda hoje é considerada a maior cantora lírica de todos os tempos. Callas foi vitima do estrelato, abriu mão da vida pessoal em função da carreira, mas percebeu tarde demais que também era preciso ser Maria, a mulher. Sua trajetória mostra como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida.
O espetáculo
Paris, 15 de setembro de 1977, um dia antes do falecimento, Maria Callas vai ao encontro do jornalista e amigo John Adams para ajudar na organização da abertura de uma exposição sobre sua vida e carreira. Entre figurinos, joias, quadros, discos e imagens, a cantora lembra da sua trajetória gloriosa no mundo lírico e aos poucos vai se desarmando, tira a máscara e mostra o abismo que sempre existiu entre a diva do palco e a mulher do dia a dia. Fala da carreira de sucesso, do fim do casamento, do conturbado relacionamento com Aristóteles Onassis, da morte do filho, entre outros assuntos que surgem no decorrer do encontro.
Silvia Pfeifer empresta suas autoridade e beleza para interpretar Maria Callas e Cassio Reis dá vida ao jornalista, amigo e admirador John Adams.  Os figurinos são de Sonia Soares, a trilha de Paulo Arguelles, projeções de Paola Soares, luz de Paulo Cesar Medeiros e cenário de Rafael Guedes.
Depoimentos
“Silvia Pfeifer exibe a melhor atuação de sua carreira”.  Lionel Fischer
“Bem escrito, exibindo diálogos fluentes e personagens otimamente estruturados, o texto de Fernando Duarte recebeu sólida Versão cênica de Marília Pêra”.  – Jornal o Estadão
Ficha Técnica
Autor: Fernando Duarte / Direção: Marília Pêra / Elenco: Silvia Pfeiffer e Cássio Reis / Figurinista: Sonia Soares / Cenógrafo: Rafael Guedes / Design de luz: Paulo Cesar Medeiros / Trilha Sonora: Paulo Arguelles / Design de som: Alessandro Person / Direção de projeções: Paola Soares / Visagismo: Evânio Alves / Assistente de Marília Pêra: Nilza Guimarães / Assistente de direção: Mayara Travassos / Design gráfico: Ronaldo Filho / Fotos material gráfico: Renata Dillon / Produção executiva: Fernando Duarte / Direção de produção: Cássia Vilasbôas / Produtores associados: Cássio Reis e Fernando Duarte / Realização: NOVE Produções Culturais / Produção Local BH: Rubim Produções

Serviço: “Callas”, com Silvia Pfeiffer e Cássio Reis
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Gênero: Drama
Data: 26 e 27 de abril, sábado às 21h e domingo às 20h
Local: Teatro Bradesco – Rua da Bahia 2244, Lourdes (613 lugares)
Ingressos: Plateia I e II - R$ 80,00 / Plateia II – R$ 50,00 - valor promocional limitado a 20% da capacidade da casa.
Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001)

Informações:  (31) 3516 -1360
www.rubim.art.br ou http://teatrobradescobh.com.br
https://www.facebook.com/callasnoteatro?fref=ts

Informações para a imprensa: AB Comunicação
Jozane Faleiro: (31) 92046367 / 32611501 - jozane@ab.inf.br


“Callas”, por Marília Pêra

Maria Callas é a estrela que Deus colocou entre nós para nos mostrar o sentido da vida, e que logo foi embora brilhar no Universo. Nunca mais e para sempre! Assim ela é e será!

Maria faria 90 anos em 2 de dezembro de 2013. Haverá, portanto muitas homenagens a ela.
Uma das homenagens é essa nossa “Callas”, texto de Fernando Duarte, profissional com quem trabalhei quando dirigi Doce Deleite, de Alcione Araújo, com Camila Morgado e Reynaldo Gianecchini.  Fernando foi contrarregra e camareiro em Doce Deleite. Conhece perfeitamente os interiores de um palco de teatro. E conhece profundamente atrizes, atores, cantores, produtores, diretores, assistentes, e agora começa uma carreira de autor e produtor. Meu principal interesse nessa montagem, além da oportunidade de ouvir e estudar Callas mais uma vez, é acompanhar esse início de carreira do autor Fernando.

Já interpretei Callas em 1996 quando, sob a direção de Jorge Takla, fiz Master Class, de Terence McNelly, com tradução espetacular de Millor Fernandes. Esse texto será outra vez montado agora, também em homenagem aos 90 anos de Maria, sob a direção de José Possi Neto e interpretação da bela e talentosíssima atriz Christiane Torloni.

Minha irmã, Sandra Pêra, dirige outro texto de Fernando Duarte, “Orgulhosa Demais, Frágil Demais”, que aborda o encontro entre Marilyn Monroe e Maria Callas num camarim de teatro. Mais uma boa ideia do autor!

Silvia Pfeifer é uma das atrizes mais sérias, disciplinadas e obstinadas com quem já tive o prazer de trabalhar. E corajosa! Não deve ser fácil para ela ser dirigida por mim na interpretação de Callas. Sou sua fã desde o momento em que aceitou o desafio e se submeteu pacientemente às minhas sugestões.

Cássio Reis é leve, gentil, atento. Um talentoso cavalheiro! Callas, Sílvia e Cássio formam um elenco belo!

A ideia é um documentário vivo. Agradeço a todos os que permaneceram comigo nesse mergulho Callas. Paulo Arguelles, meu amigo querido, responsável por nossa trilha, Sônia Soares, a figurinista que faz a diferença, e que me veste há anos, Nilza e Mayara, minhas atentas assistentes, Cássia, jovem produtora; obrigada a todos que acreditaram e ajudaram a continuar esse projeto de criação. Meus agradecimentos a Rafael Guedes, que fez o cenário, a Paulinho Medeiros da Luz, amigo de sempre, e a toda a equipe.

Tomara que seja bom! Que seja uma homenagem a Ela!
Espero todos vocês!
Marília Pêra

“Callas” por Silvia Pfeifer

Alguns momentos das nossas vidas são muito intensos, ricos, desafiadores e
por isso tornam-se inesquecíveis. "Callas" já é um destes para mim.
A incrível vida de uma mulher sob uma magistral direção da Marília, um belo texto do Fernando,  a parceria do Cássio e o apoio daqueles "por detrás do pano".
Que maravilha! Que felicidade!
Que consigamos mostrar nosso amor e respeito em honra à maravilhosa Callas!
E que a Madonnina esteja sempre com todos nós.
Amém
PS: Marília e Fernando, muito obrigada pelo convite e confiança.


“Callas” por  Cássio Reis

Primeiro sinal:
Toca o celular. 
O autor Fernando Duarte, com a missão de informar que Marília Pêra estava me convidando a participar de seu próximo projeto teatral, baseado na história de Maria Callas. Fiquei meio atônito. Que ator recusaria um convite tão especial de Marília Pêra, uma das maiores atrizes deste país. Com muito prazer, vesti a camisa, sabendo da tremenda responsabilidade que tinha e tenho pela frente.

Segundo sinal:
Aqui estou!
Maria Callas, eterna sedutora, voz sem igual, história envolvente, dramática e única.
Histórias intensas e verdadeiras me seduzem.
Dedicação, muito ensaio, e o prazer de ter como parceira de palco a querida Sílvia Pfeifer.
Quanta honra fazer parte desse grupo que se uniu em nome de Callas.
Obrigado Marília, Fernando, Sílvia, Cássia, Mayara, Nilza, Duda, Lu, Gabi, Pai, Mãe, Fê e Noah.
Obrigado pelo carinho, apoio e principalmente por acreditarem em mim.
Obrigado a você que veio se encantar com esta obra.

Terceiro sinal:
1977, estamos em Paris. Avoir du plaisir, Cássio Reis


“Callas” por  Fernando Duarte – autor
Maria Callas e Marília Pêra, duas grandes artistas que amo!

Na elaboração deste projeto, agreguei a inspiradora história de uma com o inegável talento e experiência da outra. Marília - uma das maiores artistas do mundo! Pessoa especialíssima, um talento enorme e uma sabedoria sem igual. Tenho verdadeira adoração por ela. Acompanhá-la  no processo de trabalho tem sido um divisor de águas em minha vida,  e nesta construção temos um ponto em comum, a paixão pela magistral Maria Callas.
Ninguém melhor que Marília para comandar essa orquestra, uma homenagem a grande Diva da ópera! Para mim é uma dádiva trabalhar ao lado dela mais uma vez, outro dia, como contrarregra, e agora, como autor e produtor. Desejo, sinceramente, que essa experiência venha a se repetir por muitas vezes.Na exaustiva semana da montagem, foi comovente vê-la doando-se com inteira dedicação e empenho para que tudo saísse perfeitamente! Marília, sem você eu não conseguiria realizar esse projeto!  Quero agradecer por ter reunido uma equipe tão especial! Cássio Reis e Silvia Pifeifer, duas grandes alegrias! Obrigado Maria Callas! Obrigado Marília Pêra! Bravíssimas...
Um bom espetáculo! Fernando Duarte

SITICOP/MG REALIZA QUARTA EDIÇÃO DA FESTA “1º DE MAIO DA PESADA” COM SHOW DE EDUARDO COSTA


Destinada aos trabalhadores da construção pesada e seus familiares, evento espera reunir 15 mil pessoas, na Praça Geralda Damata Pimentel (Nova Pampulha), no Dia do Trabalho, das 10h às 22h. Shows musicais, sorteios, incluindo de um carro 0 KM, e de três motos estão na programação, com entrada gratuita. Ingressos começam a ser distribuídos nesta segunda-feira, 14 de abril



O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada – Siticop/MG realiza a quarta edição da festa “1º de Maio da Pesada”. Nessa data, a entidade espera reunir cerca de 15 mil trabalhadores do setor e seus familiares para uma grande confraternização. Serão montados dois palcos para as apresentações musicais que incluem os grupos de axé e pagode, Come-Keto e VPC; além dos sertanejos Marcelinho Rodrigues com participação de Fred Liel, e de show de Rafael Haffa. A programação tem, ainda, um show misto com o revezamento no palco dos sertanejos Renato e Thiago, Igor e Thácio e Alles e Adriano; e a banda de axé Samba Du B. O funk também terá seu representante com o jovem MC Yuri, sucesso na web. E o DJ Paulinho comanda a discotecagem de um mix musical.  E a grande atração do dia será o cantor Eduardo Costa, que fez grande sucesso na edição anterior e que retorna ao palco do Siticop para show de lançamento de seu oitavo CD, “Cada Dia Eu Te Quero Mais”.

Durante todo o dia, ocorrerão sorteios de brindes, incluindo um carro 0 KM, três motos e diversos outros prêmios, como eletrodomésticos, eletroeletrônicos e quantia em dinheiro. Algumas novidades reservam essa edição: tendas sociais com oficinas de recicláveis e de educação socioambiental. E uma área de recreação infantil com camas elásticas, tobogã inflável, futebol de sabão com futebolão, kid play boca de jacaré, balão pula-pula castelão, torre de escalada e lagarta inflável com 12 metros.

O evento ocorre na Praça Geralda Damata Pimentel (conhecida como Praça Nova Pampulha), no dia 1 de maio de 2014, das 10h às 22h, com entrada gratuita, mediante a retirada de ingressos gratuitos antecipados a partir do dia 14/04 até o dia 30/04, de segunda a sábado, das 10h às 17h, no Mercado Central - Espaço Cultural 4 (Av. Augusto de Lima, 744, Centro) e no Mercado das Flores (Av. Afonso Pena, 1055, esquina com Rua da Bahia – Centro). A RETIRADA É LIMITADA A DOIS INGRESSOS POR PESSOA/CPF.
O evento também é uma oportunidade dos trabalhadores da construção pesada, setor que congrega mais de 200 mil empregados em Minas Gerais, celebrar os 23 anos do Siticop/MG, comemorado em janeiro de 2014. “Trata-se de mais uma ação promovida pelo Sindicato para unir e aproximar ainda mais os trabalhadores. Estamos juntos no trabalho e nas reivindicações, mas o entretenimento e o lazer também são importantes. Já realizamos ações específicas nas obras espalhadas pelo Estado, eventos para diversão e confraternização entre os colegas da categoria, no entanto, o Dia do Trabalho merece uma atenção especial, é uma festa para todos comemorarem juntos”, destaca José Antonio da Cruz, presidente do Siticop.

Tenda Oficina Educativa
A tenda contará com atividades que sugerem modificações nas atitudes cotidianas dos adultos, além de despertar a atenção das crianças para seu meio ambiente local, criando o hábito de observar e reconhecer a biodiversidade de seu município, como a fauna, flora e recursos hídricos.

Tenda Oficina com Recicláveis
Atividades orientadas, como a confecção de vasos para plantios, sacolinhas e porta trecos feitos com materiais recicláveis, promovendo a reciclagem como uso cotidiano entre as pessoas. Além disso, a tenda visa sensibilizar e conscientizar os participantes sobre a problemática do consumo e do lixo nas comunidades.

SERVIÇO:
“1º de Maio da Pesada” 2014
Dia: 1º de maio, quinta-feira, de 10h às 22h
Local: Praça Geralda Damata Pimentel (conhecida como Praça Nova Pampulha), no dia 1 de maio de 2014, das 10h às 22h, com entrada gratuita.
Acesso: mediante a retirada de ingressos gratuitos antecipados a partir do dia 14/04 até o dia 30/04, de segunda a sábado, das 10h às 17h, no Mercado Central - Espaço Cultural 4 (Av. Augusto de Lima, 744, Centro) e no Mercado das Flores (Av. Afonso Pena, 1055, esquina com Rua da Bahia – Centro). A RETIRADA É LIMITADA A DOIS INGRESSOS POR PESSOA/CPF.
Classificação: 16 anos - acompanhado dos pais ou responsáveis.
Informações: (31) 98989692/ (31) 96250079
http://www.facebook.com/ pages/1º-de-Maio-da-Pesada-Siticop-MG

Assessoria de imprensa: Luz Comunicação
Jozane Faleiro - contato@jozanefaleiro.com  - (31) 9204 6367 / 8828 0906


“Tributo ao Rei do Pop” traz homenagem ao mito Michael Jackson a BH

Rodrigo Teaser faz espetáculo eletrizante em homenagem a um dos maiores artistas de todos os tempos, no Chevrolet Hall, dia 25 de abril



Em uma megaprodução, com banda ao vivo, bailarinos, efeitos especiais, elevador de palco, vídeos produzidos especialmente para o show, Rodrigo Teaser, único artista brasileiro a ter o nome divulgado no site oficial de Michael Jackson, interpreta canções do cantor norte-americano, em uma das homenagens mais originais à performance do artista. O público vai se emocionar ao vê-lo cantando e dançando as inesquecíveis “Billie Jean”, “Thriller”, “Beat it”, “Smooth Criminal”, “Black or White”, entre outros sucessos. Trata-se do espetáculo “Tributo ao Rei do Pop”, que ocorre no Chevrolet Hall, no dia 25 de abril, sexta-feira, às 22h.
A apresentação é a única do Brasil com o apoio de Lavelle Smith, que foi o coreógrafo e bailarino de Michael Jackson por 22 anos. Cover reconhecido pela Sony Music, Rodrigo Teaser foi convidado em 2003 para representar a América Latina no show 30th Years of Magic, em homenagem a Michael Jackson, em Nova Iorque, onde o próprio esteve presente. Assim, “Tributo ao Rei do Pop” é considerado hoje o maior show cover de Michael Jackson já produzido na América Latina e um dos maiores do mundo, conquistando seguidores e profissionais no Brasil e exterior.
Para a montagem do espetáculo foram necessários dois anos de pesquisa e muito investimento para chegar o mais próximo possível da realidade, criando coreografias, arranjos e figurinos com o alto padrão apresentado por Michael Jackson, durante anos, por todo o mundo, em suas turnês. A trupe é formada por oito bailarinos, banda, dois back vocals, e diversos elementos cênicos. Assim, foi recriado um show com os grandes clássicos que fazem o público vibrar e dançar, bem próximo dos que compunha a produção original de Michael Jackson.
Rodrigo Teaser
Pela qualidade de seu trabalho, Rodrigo Teaser pôde participar de grandes shows e eventos, até mesmo dividindo o palco com artistas como Seu Jorge, Ivete Sangalo, Claudia Leite, Vanessa Jackson e outros. Participou de campanhas publicitárias para grandes marcas tanto para TV como para mídia impressa. Único artista brasileiro a ter o nome divulgado no site oficial de Michael Jackson. Começou a imitar Michael Jackson aos nove anos de idade em programas de TV infantis, como Angélica, Mara Maravilha e outros. Cresceu aperfeiçoando seu trabalho, tornando-se um dos mais respeitados profissionais do ramo.

Serviço:
Tributo ao Rei do Pop
Chevrolet Hall, Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, Belo Horizonte.
25 de abril, Sexta-feira, 22h
Venda de ingressos:
Cadeira setor I - R$100(inteira) R$50(meia)
Cadeira setor II - R$80(inteira) R$40(meia)
Pista/Arquibancada – 1º Lote - R$50(inteira) R$25(meia)
Pista/Arquibancada – 2º Lote - R$70(inteira) R$35(meia)
Pista/Arquibancada – 3º Lote - R$80(inteira) R$40(meia)
Postos de Venda
Bilheteria Chevrolet Hall e Tickets For Fun - www.ticketsforfun.com.br
Classificação
14 e 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais).
16 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados).


Informações para a imprensa: Luz Comunicação
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O Rappa apresenta novo disco na turnê “Nunca tem fim...”


Com uma mistura de rock, dub, reggae e hip hop banda chega a Belo Horizonte para show inédito no Expominas, no dia 10 de maio

A capital mineira está na rota de apresentações da nova turnê da banda O Rappa, que está com o pé na estrada com o álbum “Nunca tem fim...”, no qual o grupo mostra as músicas de seu mais recente trabalho, intercaladas com os sucessos consagrados nos 20 anos de carreira. O público mineiro confere esse show completo, com duração de cerca de duas horas, no dia 10 de maio, às 22h, com abertura dos portões às 19h, no Expominas. O primeiro e segundo lotes de ingressos já estão esgotados, sendo que são esperadas seis mil pessoas.


“Nunca tem fim...”
Passados dois Lollapaloozas e outras viagens em shows pelo Brasil afora, o novo disco mostra a força que o brasileiro emprega em seu dia a dia, em cada uma de suas batalhas. Em terras tão arredias com os que mais precisam, soa como uma feliz teimosia. Feito isso, estabelece fé e esperança como balizas, que espelham um caminho que se percorre sempre pra frente, guiado por um norte de positividade, de dias melhores.
Para vestir esses sentimentos, melodias esculpidas em dub, reggae, rock e hip hop. O denominador comum desses sons é o DNA d’O Rappa, que costura esses elementos com novos acessórios, como solos de guitarras mais presentes, loops e programações variadas, metais e timbres até então não explorados. Há até uma menção a um clássico de Bebeto, maestro do samba-rock.
O resultado dá seu cartão de visita na faixa de abertura, o poderoso dub “O horizonte é logo ali”. Mas também dá as cartas no compasso reggae de “Boa noite, Xangô”. E como sempre fez, O Rappa olha para as mesmas terras arredias, as ruas de qualquer cidade, para tirar sua poesia, como na provocativa “Doutor, sim senhor!”, e também em “Sequência terminal” e “Vida rasteja” (que carrega versos intimamente ligados aos protestos que se espalharam pelo país: “a máquina desgovernada consome a vontade de ficar na paz; orgasmo de raiva, e a vida aqui vale muito mais”... filosofam.
Os dois primeiros singles, que já davam mostra do que vinha por aí, foram muito bem recebidos pelo público. “Anjos (Pra quem tem Fé)”, com mais de 5 milhões de visualizações no YouTube, assim como “Auto-reverse”, o segundo single, que ocupou a posição das mais vendidas no iTunes.
O palco
Para a turnê, O Rappa conta com novo cenário, que utiliza containers como telas para projeções mapeadas, tecnologia que permite o total controle das imagens. Fruto de um trabalho conjunto de direção de arte da DUO2, que já criou para os palcos de Ozzy Osbourne e Rod Stewart, e Cassio Amarante, que já assinou a direção de arte de filmes como “Central do Brasil”, “Som e Fúria” e “O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias”. O palco é uma experiência expandida da apresentação da banda. São imagens que orbitam o universo d’O Rappa e mesclam com maestria poesia e crítica social, como o que é visto num provocativo game que procura por Amarildo, ajudante de pedreiro desaparecido na Favela da Rocinha, Rio de Janeiro. O arremate fica por conta da iluminação concebida por Danny Nolan, que tem em seu vasto currículo shows como os dos 30 anos do The Police.
Conexão com o público
A nova turnê é acompanhada pelo lançamento de um aplicativo da banda, que entrega na palma da mão do público todas as informações ligadas ao Rappa e promove a interação entre os fãs.

Serviço
O Rappa – Turnê “Nunca tem Fim”
Dia 10 de maio de 2014, sábado, às 22 horas, no Expominas
Abertura dos Portões às 19 horas
Classificação 16 anos
Ingressos:
Pista:
1º lote: R$ 40,00 meia / R$ 80,00 inteira (ESGOTADO)
2 º  Lote: R$ 50,00 meia / R$ 100,00 inteira (ESGOTADO)
3º Lote: R$ 60,00 meia / R$ 120,00 inteira
Pista Premium Open bar ( vodka, cerveja, água, refrigerante e citrus ):
1º lote: R$ 140,00
2º Lote: R$ 160,00
3º Lote: R$ 180,00:
Pontos de venda:
- Vendas on line na Central dos Eventos (www.centraldoseventos.com.br)
- Vendas nas lojas Chilli Beans (shoppings): • BETIM SHOPPING • BH SHOPPING • BIG SHOPPING • BOULEVARD SHOPPING • DIAMOND MALL • SHOPPING ESTAÇÃO BH • ITAÚ POWER SHOPPING • MINAS SHOPPING • PÁTIO SAVASSI • SHOPPING SETE LAGOAS • SHOPPING DEL REY • SHOPPING METROPOLITAN • SHOPPING CIDADE
- Loja Chilli Beans DIVINÓPOLIS (Centro)
- Loja Chilli Beans SÓ MARCAS OUTLET (Contagem)
- Central dos Eventos (Rua Fernandes Tourinho, 470, lj 12, Savassi)
Facebook:
Hashtags do SHOW:
#orappa #bh #orappabh #nuncatemfim



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Marcelo Ricco estreia “Por acaso não caso – uma comédia sem cerimônias”



Embalado pelo sucesso de “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”, ator apresenta novo monólogo cômico. Escrita por Wesley Marchiori e dirigida por Mauricio Canguçu, peça apresenta Marcos, um cerimonialista de casamentos avesso a matrimônios

Marcelo Ricco, ator conhecido nos palcos de Minas, estreia seu novo espetáculo:  “Por acaso, não caso – uma comédia sem cerimônia” entra em cena na sexta-feira 11 de abril, às 20h30, no Teatro da Cidade. O novo monólogo de Ricco tem texto de Wesley Marchiori e direção de Mauricio Canguçu e cumpre temporada nos fins de semana de abril até 4 de maio, sextas e sábados às 20h30 e domingos às 19h. No espetáculo, o personagem Marcos que ganha a vida realizando casamentos, contraditoriamente, tem verdadeira aversão a compromissos matrimoniais.
 
Depois do sucesso de “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”, visto por mais de 75 mil pessoas, Marcelo Ricco volta a investir em um monólogo cômico, gênero que não pretende abandonar, mesmo ressaltando o peso da responsabilidade de estar sozinho em cena. “A parte mais difícil de um monólogo é que o ator não tem o contraponto, não tem ninguém pra compensar sua falta. Proporcionalmente aos aplausos, a responsabilidade é de um só. Ao menos, por enquanto, quero continuar neste gênero. Acredito ter encontrado uma identidade”, revela.

Em “Por acaso, não caso – uma comédia sem cerimônias” o protagonista é Marcos, um cerimonialista de casamentos que foge de compromissos amorosos até encontrar a sua alma gêmea: Iolanda. Essa mulher independente e desapegada o faz contradizer suas próprias opiniões e leva o personagem a um final surpreendente.

Apesar dos personagens lidarem com o universo de casamentos, o ator revela que Marcos, de “Por acaso não caso”, é bem diferente de Jonas, de “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”. “Digamos que a nova peça é uma antítese da anterior. Até o final do espetáculo temos em cena um cerimonialista de casamentos muito relutante quando se trata de seus próprios relacionamentos. Mais uma vez, temos aventuras e desventuras amorosas que irão divertir e surpreender o público”, afirma Ricco.

O padre também nunca casou...
No texto, Marcos é avesso a casamentos, apesar de lidar diariamente com o assunto no trabalho. No palco, o público vai se divertir com as justificativas do cerimonialista para a sua repulsa por casamentos, como neste comentário: “Todos os meus irmãos são casados. Eu pago o plano de saúde da mamãe e eles, os pecados da família. Todos os meus amigos da minha idade são casados. Amizade não se ganha, se conquista e o masoquismo, pelo visto, também. Todos os meus vizinhos são casados. Dividimos o mesmo CEP, não a mesma cruz. Todos os meus clientes querem casar, eu trabalho como organizador de eventos matrimoniais. Contradição? Não! Para quem me julga eu digo, o padre também nunca casou...”.

Com casos engraçados de ex-namoradas ávidas por um matrimônio e de clientes que procuram seus serviços, o cerimonialista desenvolve o enredo da peça trazendo situações conjugais que julga serem comuns na vida de casais. “Ela acha que vai deixar de ganhar presente no dia 12 para ganhar o ano inteiro. Você tá namorando e quando chega o dia da indireta ou direta, pronto, acaba ali toda a diversão, o prazer e o romantismo”, diz Marcos. E completa, “a única mulher que balança a gente para algo bom nesta vida, chama-se mãe, e ela só faz isto quando a gente é bebê e para nos acalmar. Eu já sou bem grandinho e a única coisa que me deixa calmo é a certeza que eu não tive, não tenho e nunca terei uma esposa para me tirar do sério. Se casamento fosse bom, não seria celebrado por uma pessoa que nunca vai passar por isto”.

Time de primeira
Marcelo Ricco
Estreou no teatro aos 25 e desde então, fez cursos de especialização no Centro Cultural Mauricio Murguel e participa de workshops. Com “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo” recebeu o 8º Prêmio USIMINAS/SINPARC, Prêmio de Maior Público do Teatro Adulto 2010/2011. Atuou em “As Monas Lisas” de 2007 à 2010, de Wilson Coca, com direção de Fernando Veríssimo. Espetáculo que lhe rendeu o Prêmio de Melhor Ator Comediante / Humorista (Sesc/Sated – 2007), com o personagem Harold. Outros trabalhos: “Nas Ondas do Rádio” (musical - 2002), texto e direção de Pádua Teixeira, fez 14 personagens coadjuvantes. Ator em “João e Maria” (2003), adaptação de Kênia Oliveira, direção de Pádua Teixeira. Ator em “Bela Adormecida” (2003), adaptação de Kênia Oliveira, direção de Pádua Teixeira. “Os Sete Gatinhos” (2005), de Nelson Rodrigues, direção de Pádua Teixeira, como ator e cenotécnico. “Ah, sempre te vi, mas nunca te amei” (2009), de Marcelo Caridade, direção de Helder Henrique, como cenotécnico. “Querido vou posar nua” (2009), de Bruno Mota e Daniel Alves, direção de Cláudia Bento, como assistente de direção.  Ator em “Uma aventura saborosa” (2009) de Wesley Marchiori, direção de Wesley Marchiori.

Maurício Canguçu
Premiado ator e diretor já atuou em 17 peças de teatro, dentre elas “Acredite, um espírito baixou em mim”, que lhe rendeu o prêmio Sesc/Sated de Melhor Espetáculo e o prêmio Bonsucesso/Sinparc de Maior Público; “A idade da ameixa”, com o qual foi premiado como Melhor Ator no prêmio Sesc/Sated e Melhor Espetáculo pelo prêmio Usiminas/Sinparc; também recebeu o prêmio Sesc de Melhor Ator pelas atuações em “Vereda da salvação” e “Tudo azul no hemisfério sul”, e Melhor Ator Coadjuvante pelo prêmio Usiminas/Sinparc por “A saga da senhora café”.  Além disso, já dirigiu cinco espetáculos, atuou em várias produções cinematográficas e realizou trabalhos nas emissoras SBT, Alterosa e extinta TV Manchete.

Wesley Marchiori
Responsável pela dramaturgia de 18 espetáculos, roteirista de outros quatro, diretor de oito peças e com atuação em três, o versátil Wesley Marchiori assina o texto de “Por acaso não caso”. Seus textos já lhe renderam menções honrosas do Grande Prêmio Minas de Dramaturgia, por “2 de novembro” e “Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?”. Com “2 de novembro” ele também recebeu o prêmio Usiminas Sinparc como Melhor Texto Inédito e, também, foi finalista do Concurso Literário João de Barro, com o texto “Casa pequena”.


Ficha técnica
Texto: Wesley Marchiori
Direção: Mauricio Canguçu
Assistente de Direção: Flávia Fernandes
Elenco: Marcelo Ricco
Cenário: Marcelo Ricco
Iluminação: Luiz Henrique Moura
Figurino: Cynthia Paulino
Assessoria de Imprensa: Luz Comunicação (Jozane Faleiro)
Produção Executiva: Carol Fonseca
Programação Visual: Marcio Miranda e Samuel Araújo
Fotografia: Ludmila Loureiro

Serviço: Por acaso não caso – uma comédia sem cerimônia
Classificação:
Duração:
Ingressos: R$
Estreia 11 de abril, sexta feira, às 20h30
Em cartaz de sexta à domingo, até 4 de maio de 2014.
Sextas e sábados às 20h30 e domingos às 19h
Local: Teatro da Cidade – Rua da Bahia, 1341, Centro
Informações: 31 3273-1050

Informações para a imprensa: Luz Comunicação
Jozane Faleiro: (31) 92046367 / contato@jozanefaleiro.com

 



“Desculpa, não estamos na TV” satiriza universo televisivo



Espetáculo da Companhia de Humor Desculpa Qualquer Coisa, sucesso na Campanha de Popularização, volta aos palcos para curta temporada

E se houvesse humor em todos os programas da TV? Bruno Berg, Thiago Carmona, Bruno Costoli e João Basílio resolvem provar que é possível fazer rir com noticiários, competições para revelar talentos, documentários, talk shows, propagandas e momentos de homenagem do tipo “esta é a sua vida", no espetáculo “Desculpa, não estamos na TV”.  Integrantes da companhia de humor Desculpa Qualquer Coisa, o quarteto satiriza, por meio de esquetes cômicas, os formatos televisivos que fazem sucesso no país. A peça fica em cartaz de 5 a 13 de abril, sextas e sábados às 21h e domingos às 20h, no Teatro Sesi Holcim.

No espetáculo, os comediantes assinam textos, figurino, cenário e produção. Mostra da versatilidade do grupo, que surgiu com a proposta de explorar diversas formas de humor nos palcos. Depois de criar e apresentar quatro peças diferentes no primeiro semestre de 2013, com esquetes, monólogos e quadros de improviso, o quarteto apostou em seu primeiro espetáculo temático, que tem o universo televisivo como fonte de inspiração.
“Desculpa, não estamos na TV” foi uma das estreias da 40ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança. Foram 20 sessões no total, sendo oito sessões extras abertas devido à grande procura do público. No último final de semana em cartaz foram sete sessões em três dias, com destaque para uma terceira sessão no sábado à meia-noite que, apesar do horário incomum, teve seus ingressos esgotados antecipadamente como todas as outras sessões.
Thiago Carmona, Bruno Berg, João Basílio e Bruno Costoli acumulam participações em programas de TV (Domingão do Faustão/Globo, Tudo é Possível/Record, Agora é Tarde/Band, Astros/SBT e Multishow) e rádio (Programa Graffite da 98FM).  Com o estilo de humor chamado stand up comedy, ganharam concursos e figuram hoje entre os melhores humoristas do Brasil.
SERVIÇO - "Desculpa, não estamos na TV"
Data: 5 a 13 de abril de 2014 - sextas, sábados e domingos
Horário: sextas e sábados às 21h; domingo às 20h.
Local: Teatro Sesi Holcim – rua Padre Marinho, 60 – Santa Efigênia – BH
Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)
Promocional para compra antecipada pelo site www.desculpaqualquercoisa.com.br - 25% de desconto: R$ 30 (inteira) / R$15 (meia)
Ponto de vendas: Bilheteria do teatro e pelo site www.desculpaqualquercoisa.com.br
Crédito das fotos: Amanda Coimbra

Informações para a imprensa: Luz Comunicação
Wandra Araujo – imprensa@jozanefaleiro.com(31) 99645007
Jozane Faleiro: contato@jozanefaleiro.com - (31) 92046367 
 

O grupo
Criado em Belo Horizonte em 2011, o Desculpa Qualquer Coisa preza pela originalidade, diversidade e alto nível criativo. Bruno Berg (também membro do grupo Queijo, Comédia e Cachaça), João Basílio (ex-integrante de Os Comédia), Bruno Costoli e Thiago Carmona (ambos integrantes da Liga da Comédia) uniram-se em torno de um desejo comum: criar um grupo em que a busca pela qualidade e pela renovação do repertório fossem constantes.

Todos os integrantes destacam-se individualmente no cenário do stand-up comedy mineiro e nacional. Em 2011, Thiago Carmona venceu um concurso de humor no Domingão do Faustão (Globo) e dois concursos no programa Tudo é Possível, apresentado pela Ana Hickmann (Record). Bruno Berg também venceu concurso no mesmo programa em 2011, tendo ainda participações no Domingão do Faustão (Globo) e semanalmente na rádio 98 FM. João Basílio e Bruno Costoli participaram dos dois concursos de comediantes promovidos pelo Tudo é Possível em 2012. João Basílio atualmente produz uma coluna de humor político no jornal Super Notícia.

A projeção dos comediantes está ligada ao crescimento, no país, do gênero “stand-up comedy” – um formato em que o artista se apresenta “de cara limpa”, com texto totalmente autoral, sem interpretar um personagem e sem uso de recursos como figurino, maquiagem, trilha sonora ou iluminação. O público brasileiro identificou-se com o formato de humor original, ágil e contemporâneo, e o resultado são bares e teatros lotados para os shows do gênero. Carmona, Basílio, Costoli e Berg levam ao palco suas observações atentas do comportamento humano, em textos inteligentes que apontam o lado cômico dos relacionamentos, da política, do show biz, do esporte, dos hábitos e muito mais. No Rádio os integrantes do grupo participam duas vezes por semana do programa Graffite da rádio 98FM, onde se revezam na apresentação de quadros. Destaque para o “resumão da semana” apresentado às sextas-feiras com comentários bem humorados sobre as principais notícias da semana.

Conheça melhor os comediantes do grupo:

Bruno Berg - Formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG e Teatro pela PUC Minas, dedica-se à comédia stand-up desde 2008 no grupo Queijo Comédia e Cachaça. Foi um dos principais destaques do quadro “Quem chega lá” do Domingão do Faustão em 2009 e finalista do concurso nacional para novos talentos do humor Risadaria 2010. Em 2011 foi campeão do "Maratona do Humor" pelo Time Rosa, quadro que une stand-up e improviso no Programa Tudo é Possível, com Ana Hickmann. Fez cursos de improvisação teatral. Já fez shows em diversos eventos, bares e teatros pelo Brasil e foi integrante da bancada do humorístico Café Comédia, da rádio Mix FM BH. Atualmente participa semanalmente do programa de humor “Graffite” da rádio 98 FM.

João Basílio – Publicitário e jornalista, é músico e compositor da banda de humor The Jingles, pela qual conquistou quatro prêmios em festivais. Já fez roteiros cômicos para TV e rádio e é coautor de charges publicadas no jornal Super Notícia. Faz stand-up há três anos e é membro do grupo Os Comédia. Foi premiado no Festival de Humor do Sesc/MG em 2011 e finalista do segundo concurso “O Melhor Comediante de Stand-Up do Brasil”, realizado no programa Tudo é Possível na Record. Fez cursos de improvisação teatral. Produz uma coluna de humor político no jornal Super Notícia, em parceria com o chargista Duke.

Bruno Costoli - Redator publicitário e integrante da Liga da Comédia, foi convidado a participar do 1º Festival de Humor Mercado do Riso, além de finalista em 2010 e 2º colocado de BH em 2011 no Festival de Humor do Sesc/MG. Teve um cartum exposto no salão do 2º BH Humor e integrou o elenco de comediantes do “Se Vira na Pan”, quadro diário de humor da Jovem Pan BH, através do qual foi entrevistado no programa Pânico na Jovem Pan nacional. Fez diversos cursos de improvisação teatral e foi um dos finalistas do segundo concurso “O Melhor Comediante de Stand-Up do Brasil”, realizado no programa Tudo é Possível na Record.

Thiago Carmona – Publicitário, pós graduado em gestão de pessoas e palestrante.  Em 2011 foi convidado a se apresentar no maior evento de humor da América Latina, o Risadaria, organizado por Paulo Bonfá. Venceu o concurso de humor stand-up realizado no Domingão do Faustão. Além disso, foi o grande vencedor do concurso “O Melhor Comediante de Stand-Up do Brasil”, realizado no programa Tudo é Possível na Record. No mesmo programa foi também campeão do quadro "Maratona do Humor" integrando o Time Rosa. Foi finalista do Prêmio Multishow de Humor. Também integrou o “Se Vira na Pan”, programa de humor da rádio Jovem Pan. Já fez mais de 500 apresentações pelo Brasil.




MINISTÉRIO DA CULTURA e PETROBRAS apresentam A PRIMEIRA VISTA com DRICA MORAES E MARIANA LIMA sob a direção de ENRIQUE DIAZ



 Mistura de comédia, drama e música, texto do Canadense Daniel Maclvor aborda as relações humanas com seus encontros, desencontros e reencontros. A premiada montagem, que passou por várias cidades brasileiras e Portugal, com público superior a 50 mil pessoas, terá três apresentações no Teatro Oi Futuro Klaus Vianna, de 11 a 13 de abril

Assim como em seu enredo principal, a montagem de A Primeira Vista é repleta de encontros, desencontros e, fundamentalmente, reencontros. Depois do sucesso de In on It, Enrique Diaz retomou a obra do canadense Daniel MacIvor neste texto que monta um divertido e comovente quebra-cabeça da amizade entre duas mulheres. A montagem marcou também o retorno de Drica Moraes aos palcos e à parceria com o diretor, com quem fundou a Cia. dos Atores há mais de 20 anos. Por fim, um encontro inédito: o de Drica com Mariana Lima, com quem, apesar de longa amizade, nunca havia dividido o palco até então.

Em cartaz desde março de 2012, A Primeira Vista passou por várias cidades brasileiras e se apresentou também em Portugal. Ao longo dos últimos dois anos, o espetáculo foi visto por mais de 50 mil espectadores e teve indicações para os principais prêmios teatrais do circuito.

A ideia da montagem surgiu logo após a estreia de In on It, quando Diaz continuou a investigar a obra de MacIvor e foi logo fisgado pelo texto de A Primeira Vista (‘A Beautiful View’, no original). "A semelhança com In on It é na estrutura, na escrita, afinal é o mesmo autor, mas aqui ele aborda outros temas, além de ter grande influência da cultura pop e uma forte presença musical em cena", adianta o diretor.

As tais referências aparecem na trilha sonora e são fundamentais para o desenrolar da história. Ouvintes de rock e frequentadoras do universo musical local, as personagens de Drica e Mariana são amigas de alguns músicos e chegam, inclusive, a formar uma malsucedida banda. As cenas exigiram preparação extra das atrizes, que contaram com a ajuda dos músicos Fabiano Krieger e Lucas Marcier, da banda Brasov – também responsáveis pela trilha sonora – para poderem cantar e tocar guitarra e ukelelê em cena.

“As personagens até tem ambições, mas nada vai muito para frente, são pessoas absolutamente comuns. A peça fala muito de libido, não somente a libido sexual, mas a energia que usamos para realizar ou não as coisas”, analisa Diaz, frisando que a forma escolhida por MacIvor para revelar a trama ao público é igualmente interessante: ‘Os pontos de vista divergentes das personagens são compartilhados com a plateia, de modo que as cenas ganhem leituras diferentes e o espectador monte a própria estrutura a partir dessa relação caótica e hilariante. É uma engrenagem complexa, mas de modo algum hermética’.

Esta aparente simplicidade será sublinhada por meio de uma concepção despojada, com poucos elementos no cenário – assinado por Marcos Chaves (artista visual com trabalhos expostos em mostras de arte ao redor do mundo) – e nos figurinos de Antônio Medeiros.

Projeto acalentado há dois anos, A Primeira Vista estreou embalado por uma série de trabalhos vitoriosos de seu trio principal de realizadores. Enrique Diaz acumula êxitos no cenário internacional, com apresentações de espetáculos que levam sua assinatura (‘Ensaio.Hamlet’, ‘Gaivota – Tema para um Conto Curto’, ‘Otro’) em importantes festivais mundo afora.

Mariana Lima e Drica Moraes vêm de celebrados trabalhos no teatro. Depois de arrebatar a crítica por ‘A Máquina de Abraçar’, Mariana foi indicada aos principais prêmios teatrais por ‘Pterodátilos’, com direção de Felipe Hirsch. Já Drica, depois de diversos sucessos na televisão e no cinema, rodou o país com seu primeiro e bem-sucedido monólogo: ‘A Ordem do Mundo’ (2008), com direção de Aderbal Freire-Filho.

Após participar da 9ª edição do Festival Internacional de Angra (FITA), em 2012, o espetáculo A Primeira Vista foi indicado às categorias de Melhor Diretor, para Enrique Diaz e Melhor Cenário para Marcos Chaves, sendo ele o premiado.

Este projeto foi selecionado pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2013/2014, em parceria com o Ministério da Cultura. A circulação permitirá que A Primeira Vista seja apresentado em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Recife ao longo do ano de 2014.

Ficha Técnica – “A Primeira Vista”: Texto: Daniel MacIvor/ Direção: Enrique Diaz / Elenco: Drica Moraes e Mariana Lima/ Tradução: Daniele Ávila / Cenografia: Marcos Chaves /Figurinos: Antônio Medeiros / Iluminação: Maneco Quinderé / Música: Fabiano Krieger e Lucas Marcier / Preparação Corporal: Cristina Moura/ Projeto Gráfico: Radiográfico / Direção de Produção: Alessandra Reis e Cristina Leite / Produção Executiva: Paula Valente/ Realização: Machenka Produções Artísticas /  Produção Local em Belo Horizonte: Rubim Produções

Serviço: “A Primeira Vista”, com Drica Moraes e Mariana Lima
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Data: 11 a 13 de abril, sexta-feira e sábado, às 21h e domingo, às 19h
Local: Teatro Oi Futuro Klaus Vianna – Avenida Afonso Pena, 4001, Mangabeiras
Ingressos: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia entrada (conforme a lei)
Informações: (31) 3229.2979



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