sexta-feira, 11 de abril de 2014

BELO HORIZONTE RECEBE “CALLAS”, ESPETÁCULO COM SILVIA PFEIFER E CÁSSIO REIS. UM DOCUMENTÁRIO TEATRAL SOBRE A VIDA DE UMA DAS DIVAS MUNDIAIS DA MÚSICA LÍRICA, MARIA CALLAS







Peça dirigida por Marília Pêra, com texto inédito de Fernando Duarte, apresenta a história da maior soprano da história e um dos maiores mitos do século XX, que teve sua vida marcada por glórias e tragédias e que completaria 90 anos no ano passado. Montagem terá duas apresentações no Teatro Bradesco, dias 26 e 27 de abril

A capital mineira receberá o espetáculo “Callas” que estreou no Rio, em janeiro de 2014, e que narra, como em um documentário vivo, os comoventes relatos de Maria Callas, uma das divas mundiais da música lírica, que marcou a  cena mundial . Callas traduz fielmente o feminino no que diz respeito a força e fragilidade. Neste documentário teatral, o público será observador de sua fragilidade, em busca de amor.  Em nome de seu amor ela renunciou sua consagrada carreira, silenciando sua voz.  Nesta obra teatral, serão compartilhados com os espectadores as dúvidas e medos de “La Divina Callas”, a imperatriz do Bel Canto, que  nos deixou como herança sua voz imortal. Callas: a diva das divas. Única. Uma força da natureza. A indomável Callas, geniosa, intempestiva, era regida pelos sentimentos. Para contar essa trajetória, no palco, estão Silvia Pfeifer e Cássio Reis, dirigidos pela atriz Marília Pêra. 
“Callas” chega ao Teatro Bradesco para duas sessões, dias 26 e 27 de abril, sábado às 21h e domingo às 20h com os patrocínios da Renner, Itau e Mapfre, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Marília Pêra, que interpretou a diva Maria Callas, em “Master Class”, de 1996, volta a se debruçar sobre a vida da cantora dezoito anos depois, neste texto inédito de Fernando Duarte, que assinou “À beira do abismo me cresceram asas” e “Orgulhosa demais frágil demais”.
Em 16 de setembro de 1977, o mundo perdeu Maria Callas aos 53 anos, vitima de um ataque cardíaco. Sua história de vida foi tão dramática quanto as personagens que interpretou nas óperas. A maior soprano da história e um dos maiores mitos do século XX, que teve sua vida marcada por glórias e tragédias, completaria 90 anos no dia 02 de dezembro de 2013. Ela revolucionou a história da ópera e ainda hoje é considerada a maior cantora lírica de todos os tempos. Callas foi vitima do estrelato, abriu mão da vida pessoal em função da carreira, mas percebeu tarde demais que também era preciso ser Maria, a mulher. Sua trajetória mostra como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida.
O espetáculo
Paris, 15 de setembro de 1977, um dia antes do falecimento, Maria Callas vai ao encontro do jornalista e amigo John Adams para ajudar na organização da abertura de uma exposição sobre sua vida e carreira. Entre figurinos, joias, quadros, discos e imagens, a cantora lembra da sua trajetória gloriosa no mundo lírico e aos poucos vai se desarmando, tira a máscara e mostra o abismo que sempre existiu entre a diva do palco e a mulher do dia a dia. Fala da carreira de sucesso, do fim do casamento, do conturbado relacionamento com Aristóteles Onassis, da morte do filho, entre outros assuntos que surgem no decorrer do encontro.
Silvia Pfeifer empresta suas autoridade e beleza para interpretar Maria Callas e Cassio Reis dá vida ao jornalista, amigo e admirador John Adams.  Os figurinos são de Sonia Soares, a trilha de Paulo Arguelles, projeções de Paola Soares, luz de Paulo Cesar Medeiros e cenário de Rafael Guedes.
Depoimentos
“Silvia Pfeifer exibe a melhor atuação de sua carreira”.  Lionel Fischer
“Bem escrito, exibindo diálogos fluentes e personagens otimamente estruturados, o texto de Fernando Duarte recebeu sólida Versão cênica de Marília Pêra”.  – Jornal o Estadão
Ficha Técnica
Autor: Fernando Duarte / Direção: Marília Pêra / Elenco: Silvia Pfeiffer e Cássio Reis / Figurinista: Sonia Soares / Cenógrafo: Rafael Guedes / Design de luz: Paulo Cesar Medeiros / Trilha Sonora: Paulo Arguelles / Design de som: Alessandro Person / Direção de projeções: Paola Soares / Visagismo: Evânio Alves / Assistente de Marília Pêra: Nilza Guimarães / Assistente de direção: Mayara Travassos / Design gráfico: Ronaldo Filho / Fotos material gráfico: Renata Dillon / Produção executiva: Fernando Duarte / Direção de produção: Cássia Vilasbôas / Produtores associados: Cássio Reis e Fernando Duarte / Realização: NOVE Produções Culturais / Produção Local BH: Rubim Produções

Serviço: “Callas”, com Silvia Pfeiffer e Cássio Reis
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Gênero: Drama
Data: 26 e 27 de abril, sábado às 21h e domingo às 20h
Local: Teatro Bradesco – Rua da Bahia 2244, Lourdes (613 lugares)
Ingressos: Plateia I e II - R$ 80,00 / Plateia II – R$ 50,00 - valor promocional limitado a 20% da capacidade da casa.
Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001)

Informações:  (31) 3516 -1360
www.rubim.art.br ou http://teatrobradescobh.com.br
https://www.facebook.com/callasnoteatro?fref=ts

Informações para a imprensa: AB Comunicação
Jozane Faleiro: (31) 92046367 / 32611501 - jozane@ab.inf.br


“Callas”, por Marília Pêra

Maria Callas é a estrela que Deus colocou entre nós para nos mostrar o sentido da vida, e que logo foi embora brilhar no Universo. Nunca mais e para sempre! Assim ela é e será!

Maria faria 90 anos em 2 de dezembro de 2013. Haverá, portanto muitas homenagens a ela.
Uma das homenagens é essa nossa “Callas”, texto de Fernando Duarte, profissional com quem trabalhei quando dirigi Doce Deleite, de Alcione Araújo, com Camila Morgado e Reynaldo Gianecchini.  Fernando foi contrarregra e camareiro em Doce Deleite. Conhece perfeitamente os interiores de um palco de teatro. E conhece profundamente atrizes, atores, cantores, produtores, diretores, assistentes, e agora começa uma carreira de autor e produtor. Meu principal interesse nessa montagem, além da oportunidade de ouvir e estudar Callas mais uma vez, é acompanhar esse início de carreira do autor Fernando.

Já interpretei Callas em 1996 quando, sob a direção de Jorge Takla, fiz Master Class, de Terence McNelly, com tradução espetacular de Millor Fernandes. Esse texto será outra vez montado agora, também em homenagem aos 90 anos de Maria, sob a direção de José Possi Neto e interpretação da bela e talentosíssima atriz Christiane Torloni.

Minha irmã, Sandra Pêra, dirige outro texto de Fernando Duarte, “Orgulhosa Demais, Frágil Demais”, que aborda o encontro entre Marilyn Monroe e Maria Callas num camarim de teatro. Mais uma boa ideia do autor!

Silvia Pfeifer é uma das atrizes mais sérias, disciplinadas e obstinadas com quem já tive o prazer de trabalhar. E corajosa! Não deve ser fácil para ela ser dirigida por mim na interpretação de Callas. Sou sua fã desde o momento em que aceitou o desafio e se submeteu pacientemente às minhas sugestões.

Cássio Reis é leve, gentil, atento. Um talentoso cavalheiro! Callas, Sílvia e Cássio formam um elenco belo!

A ideia é um documentário vivo. Agradeço a todos os que permaneceram comigo nesse mergulho Callas. Paulo Arguelles, meu amigo querido, responsável por nossa trilha, Sônia Soares, a figurinista que faz a diferença, e que me veste há anos, Nilza e Mayara, minhas atentas assistentes, Cássia, jovem produtora; obrigada a todos que acreditaram e ajudaram a continuar esse projeto de criação. Meus agradecimentos a Rafael Guedes, que fez o cenário, a Paulinho Medeiros da Luz, amigo de sempre, e a toda a equipe.

Tomara que seja bom! Que seja uma homenagem a Ela!
Espero todos vocês!
Marília Pêra

“Callas” por Silvia Pfeifer

Alguns momentos das nossas vidas são muito intensos, ricos, desafiadores e
por isso tornam-se inesquecíveis. "Callas" já é um destes para mim.
A incrível vida de uma mulher sob uma magistral direção da Marília, um belo texto do Fernando,  a parceria do Cássio e o apoio daqueles "por detrás do pano".
Que maravilha! Que felicidade!
Que consigamos mostrar nosso amor e respeito em honra à maravilhosa Callas!
E que a Madonnina esteja sempre com todos nós.
Amém
PS: Marília e Fernando, muito obrigada pelo convite e confiança.


“Callas” por  Cássio Reis

Primeiro sinal:
Toca o celular. 
O autor Fernando Duarte, com a missão de informar que Marília Pêra estava me convidando a participar de seu próximo projeto teatral, baseado na história de Maria Callas. Fiquei meio atônito. Que ator recusaria um convite tão especial de Marília Pêra, uma das maiores atrizes deste país. Com muito prazer, vesti a camisa, sabendo da tremenda responsabilidade que tinha e tenho pela frente.

Segundo sinal:
Aqui estou!
Maria Callas, eterna sedutora, voz sem igual, história envolvente, dramática e única.
Histórias intensas e verdadeiras me seduzem.
Dedicação, muito ensaio, e o prazer de ter como parceira de palco a querida Sílvia Pfeifer.
Quanta honra fazer parte desse grupo que se uniu em nome de Callas.
Obrigado Marília, Fernando, Sílvia, Cássia, Mayara, Nilza, Duda, Lu, Gabi, Pai, Mãe, Fê e Noah.
Obrigado pelo carinho, apoio e principalmente por acreditarem em mim.
Obrigado a você que veio se encantar com esta obra.

Terceiro sinal:
1977, estamos em Paris. Avoir du plaisir, Cássio Reis


“Callas” por  Fernando Duarte – autor
Maria Callas e Marília Pêra, duas grandes artistas que amo!

Na elaboração deste projeto, agreguei a inspiradora história de uma com o inegável talento e experiência da outra. Marília - uma das maiores artistas do mundo! Pessoa especialíssima, um talento enorme e uma sabedoria sem igual. Tenho verdadeira adoração por ela. Acompanhá-la  no processo de trabalho tem sido um divisor de águas em minha vida,  e nesta construção temos um ponto em comum, a paixão pela magistral Maria Callas.
Ninguém melhor que Marília para comandar essa orquestra, uma homenagem a grande Diva da ópera! Para mim é uma dádiva trabalhar ao lado dela mais uma vez, outro dia, como contrarregra, e agora, como autor e produtor. Desejo, sinceramente, que essa experiência venha a se repetir por muitas vezes.Na exaustiva semana da montagem, foi comovente vê-la doando-se com inteira dedicação e empenho para que tudo saísse perfeitamente! Marília, sem você eu não conseguiria realizar esse projeto!  Quero agradecer por ter reunido uma equipe tão especial! Cássio Reis e Silvia Pifeifer, duas grandes alegrias! Obrigado Maria Callas! Obrigado Marília Pêra! Bravíssimas...
Um bom espetáculo! Fernando Duarte

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