sexta-feira, 11 de abril de 2014

Marcelo Ricco estreia “Por acaso não caso – uma comédia sem cerimônias”



Embalado pelo sucesso de “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”, ator apresenta novo monólogo cômico. Escrita por Wesley Marchiori e dirigida por Mauricio Canguçu, peça apresenta Marcos, um cerimonialista de casamentos avesso a matrimônios

Marcelo Ricco, ator conhecido nos palcos de Minas, estreia seu novo espetáculo:  “Por acaso, não caso – uma comédia sem cerimônia” entra em cena na sexta-feira 11 de abril, às 20h30, no Teatro da Cidade. O novo monólogo de Ricco tem texto de Wesley Marchiori e direção de Mauricio Canguçu e cumpre temporada nos fins de semana de abril até 4 de maio, sextas e sábados às 20h30 e domingos às 19h. No espetáculo, o personagem Marcos que ganha a vida realizando casamentos, contraditoriamente, tem verdadeira aversão a compromissos matrimoniais.
 
Depois do sucesso de “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”, visto por mais de 75 mil pessoas, Marcelo Ricco volta a investir em um monólogo cômico, gênero que não pretende abandonar, mesmo ressaltando o peso da responsabilidade de estar sozinho em cena. “A parte mais difícil de um monólogo é que o ator não tem o contraponto, não tem ninguém pra compensar sua falta. Proporcionalmente aos aplausos, a responsabilidade é de um só. Ao menos, por enquanto, quero continuar neste gênero. Acredito ter encontrado uma identidade”, revela.

Em “Por acaso, não caso – uma comédia sem cerimônias” o protagonista é Marcos, um cerimonialista de casamentos que foge de compromissos amorosos até encontrar a sua alma gêmea: Iolanda. Essa mulher independente e desapegada o faz contradizer suas próprias opiniões e leva o personagem a um final surpreendente.

Apesar dos personagens lidarem com o universo de casamentos, o ator revela que Marcos, de “Por acaso não caso”, é bem diferente de Jonas, de “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo”. “Digamos que a nova peça é uma antítese da anterior. Até o final do espetáculo temos em cena um cerimonialista de casamentos muito relutante quando se trata de seus próprios relacionamentos. Mais uma vez, temos aventuras e desventuras amorosas que irão divertir e surpreender o público”, afirma Ricco.

O padre também nunca casou...
No texto, Marcos é avesso a casamentos, apesar de lidar diariamente com o assunto no trabalho. No palco, o público vai se divertir com as justificativas do cerimonialista para a sua repulsa por casamentos, como neste comentário: “Todos os meus irmãos são casados. Eu pago o plano de saúde da mamãe e eles, os pecados da família. Todos os meus amigos da minha idade são casados. Amizade não se ganha, se conquista e o masoquismo, pelo visto, também. Todos os meus vizinhos são casados. Dividimos o mesmo CEP, não a mesma cruz. Todos os meus clientes querem casar, eu trabalho como organizador de eventos matrimoniais. Contradição? Não! Para quem me julga eu digo, o padre também nunca casou...”.

Com casos engraçados de ex-namoradas ávidas por um matrimônio e de clientes que procuram seus serviços, o cerimonialista desenvolve o enredo da peça trazendo situações conjugais que julga serem comuns na vida de casais. “Ela acha que vai deixar de ganhar presente no dia 12 para ganhar o ano inteiro. Você tá namorando e quando chega o dia da indireta ou direta, pronto, acaba ali toda a diversão, o prazer e o romantismo”, diz Marcos. E completa, “a única mulher que balança a gente para algo bom nesta vida, chama-se mãe, e ela só faz isto quando a gente é bebê e para nos acalmar. Eu já sou bem grandinho e a única coisa que me deixa calmo é a certeza que eu não tive, não tenho e nunca terei uma esposa para me tirar do sério. Se casamento fosse bom, não seria celebrado por uma pessoa que nunca vai passar por isto”.

Time de primeira
Marcelo Ricco
Estreou no teatro aos 25 e desde então, fez cursos de especialização no Centro Cultural Mauricio Murguel e participa de workshops. Com “Os homens querem casar e as mulheres querem sexo” recebeu o 8º Prêmio USIMINAS/SINPARC, Prêmio de Maior Público do Teatro Adulto 2010/2011. Atuou em “As Monas Lisas” de 2007 à 2010, de Wilson Coca, com direção de Fernando Veríssimo. Espetáculo que lhe rendeu o Prêmio de Melhor Ator Comediante / Humorista (Sesc/Sated – 2007), com o personagem Harold. Outros trabalhos: “Nas Ondas do Rádio” (musical - 2002), texto e direção de Pádua Teixeira, fez 14 personagens coadjuvantes. Ator em “João e Maria” (2003), adaptação de Kênia Oliveira, direção de Pádua Teixeira. Ator em “Bela Adormecida” (2003), adaptação de Kênia Oliveira, direção de Pádua Teixeira. “Os Sete Gatinhos” (2005), de Nelson Rodrigues, direção de Pádua Teixeira, como ator e cenotécnico. “Ah, sempre te vi, mas nunca te amei” (2009), de Marcelo Caridade, direção de Helder Henrique, como cenotécnico. “Querido vou posar nua” (2009), de Bruno Mota e Daniel Alves, direção de Cláudia Bento, como assistente de direção.  Ator em “Uma aventura saborosa” (2009) de Wesley Marchiori, direção de Wesley Marchiori.

Maurício Canguçu
Premiado ator e diretor já atuou em 17 peças de teatro, dentre elas “Acredite, um espírito baixou em mim”, que lhe rendeu o prêmio Sesc/Sated de Melhor Espetáculo e o prêmio Bonsucesso/Sinparc de Maior Público; “A idade da ameixa”, com o qual foi premiado como Melhor Ator no prêmio Sesc/Sated e Melhor Espetáculo pelo prêmio Usiminas/Sinparc; também recebeu o prêmio Sesc de Melhor Ator pelas atuações em “Vereda da salvação” e “Tudo azul no hemisfério sul”, e Melhor Ator Coadjuvante pelo prêmio Usiminas/Sinparc por “A saga da senhora café”.  Além disso, já dirigiu cinco espetáculos, atuou em várias produções cinematográficas e realizou trabalhos nas emissoras SBT, Alterosa e extinta TV Manchete.

Wesley Marchiori
Responsável pela dramaturgia de 18 espetáculos, roteirista de outros quatro, diretor de oito peças e com atuação em três, o versátil Wesley Marchiori assina o texto de “Por acaso não caso”. Seus textos já lhe renderam menções honrosas do Grande Prêmio Minas de Dramaturgia, por “2 de novembro” e “Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?”. Com “2 de novembro” ele também recebeu o prêmio Usiminas Sinparc como Melhor Texto Inédito e, também, foi finalista do Concurso Literário João de Barro, com o texto “Casa pequena”.


Ficha técnica
Texto: Wesley Marchiori
Direção: Mauricio Canguçu
Assistente de Direção: Flávia Fernandes
Elenco: Marcelo Ricco
Cenário: Marcelo Ricco
Iluminação: Luiz Henrique Moura
Figurino: Cynthia Paulino
Assessoria de Imprensa: Luz Comunicação (Jozane Faleiro)
Produção Executiva: Carol Fonseca
Programação Visual: Marcio Miranda e Samuel Araújo
Fotografia: Ludmila Loureiro

Serviço: Por acaso não caso – uma comédia sem cerimônia
Classificação:
Duração:
Ingressos: R$
Estreia 11 de abril, sexta feira, às 20h30
Em cartaz de sexta à domingo, até 4 de maio de 2014.
Sextas e sábados às 20h30 e domingos às 19h
Local: Teatro da Cidade – Rua da Bahia, 1341, Centro
Informações: 31 3273-1050

Informações para a imprensa: Luz Comunicação
Jozane Faleiro: (31) 92046367 / contato@jozanefaleiro.com

 



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