sexta-feira, 11 de abril de 2014

Teatro em Movimento e Teatro Bradesco apresentam “Azul Resplendor”, em comemoração aos 60 anos de carreira e 80 de vida, de Eva Wilma



Com texto do peruano Eduardo Adrianzén, no palco, a atriz vem acompanhada dos atores Guilherme Weber, Luciana Borghi, Luciana Brites e Felipe Guerra. Renato Borghi, além de atuar, divide a direção com Elcio Nogueira Santos.
De 11 a 13 de abril, no Teatro Bradesco

O projeto Teatro em Movimento traz à capital mineira a comédia “Azul Resplendor”, escrita por Eduardo Adrianzén, um dos dramaturgos contemporâneos de maior destaque no mundo hispânico. O enredo é um retrato do ofício do ator, revelando os bastidores do teatro, em todos os tempos. O texto expõe com clareza e ironia os jogos de poder, os afetos, as ambições, as inspirações, as vaidades, as ilusões, as carências, as invenções, as manias e as frustrações dos atores quando se juntam para ensaiar uma peça. Portanto, não há homenagem mais perfeita para uma atriz, do quilate de Eva Wilma, que a montagem de uma peça que celebra, com inteligência, o próprio fazer teatral. Os 80 anos de vida e 60 de carreira da atriz são comemorados no palco, ao lado dos atores Guilherme Weber, Luciana Borghi, Luciana Brites e Felipe Guerra. Renato Borgui é o idealizador da montagem no Brasil e, além de atuar, dirige a montagem em parceria com Elcio Nogueira Santos. Esta peça apresenta uma rara combinação entre humor ácido e delicadeza, indagações sobre os papéis que desempenhamos na vida junto a outras tantas reflexões, inclusive sobre este fazer teatral.  É o que o público confere , de 11 a 13 de abril, sexta a domingo, no Teatro Bradesco.

A montagem

Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas conheceram o autor Eduardo Adrianzén enquanto realizavam o projeto Embaixada do Teatro Brasileiro (2008/2009) em países Ibero-americanos para promover o teatro brasileiro e incentivar o intercâmbio entre as dramaturgias produzidas em espanhol e português. O texto original de “Azul Resplendor”, apresentado por Adrianzén a eles, causou o mesmo arrebatamento na atriz Eva Wilma. Estava decidido que seria montado no Brasil. A estreia ocorreu em 18 de julho de 2013, marcando os 60 anos de carreira e 80 de vida da atriz Eva Wilma. A montagem marcar, ainda, o encontro de Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas, que dividem a direção pela primeira vez, nos mais de 20 anos de parceria no teatro.

O enredo

Apesar de situada na atualidade, para desvelar os bastidores dos palcos, em “Azul Resplendor”, o dramaturgo se valeu de uma galeria de personagens bem conhecidos no mundo do teatro: a célebre atriz dramática aposentada precocemente, o eterno coadjuvante recalcado, o diretor arrogante e prepotente, a assistente de direção sem identidade e os atores jovens em busca de fama e poder a qualquer preço.

Na peça, Eva Wilma interpreta Blanca Estela. Uma grande dama do teatro afastada de seu ofício há mais de 30 anos. Inesperadamente, ela recebe a visita de seu mais devotado fã – Tito Tápia (Renato Borghi), um ator sem nenhuma expressão que passou a maior parte de sua vida cuidando da mãe doente e fazendo “pontas” no teatro e na televisão. De posse da herança e com uma peça de sua autoria escrita em memória da mãe falecida, Tito decide procurar Blanca Estela para confessar seu antigo amor e lhe fazer uma proposta para que ela retorne aos palcos como protagonista de sua obra.

Apesar de ter sido um dos maiores nomes do teatro, Blanca Estela alimenta um amargo desprezo pelo mundo do teatro, o que motivou sua aposentadoria precoce. Mas, por razões que só ficarão claras ao final da peça, a grande diva decide aceitar a proposta de Tito, desde que a peça seja dirigida por um nome de peso. Tito decide chamar o maior diretor teatral da atualidade: Antônio Balaguer (Guilherme Weber). Considerado um gênio e cercado por uma equipe que o idolatra, o badalado encenador promete surpreender o público montando “o espetáculo da década”.

“Adrianzén transmite com graça e extrema agudeza os conflitos que se desenrolam no competitivo universo dos atores. Em uma época de culto às celebridades, “Azul Resplendor” trata de maneira crítica e bem humorada o ávido interesse que o público tem dedicado à vida privada dos artistas”, diz Renato Borghi.

O espetáculo também revela ao público e aos artistas brasileiros mais um exemplo da excelente dramaturgia produzida por nossos vizinhos latino-americanos. O espetáculo foi um grande sucesso no Peru e seu autor, Eduardo Adrianzén, é um dos mais importantes dramaturgos contemporâneos no mundo hispânico. Além de teatro, é também autor de telenovelas, o que lhe oferece um panorama completo da vida dos atores profissionais.

A encenação é totalmente focada no trabalho dos atores e sua interação com a luz. O texto de sugere que a cena nua é sustentada apenas pela iluminação e objetos essenciais à ação.

Ficha Técnica:

Elenco: EVA WILMA, RENATO BORGHI, GUILHERME WEBER, LUCIANA BORGHI, LUCIANA BRITES, FELIPE GUERRA / Texto: EDUARDO ADRIANZÉN (PERU) / Tradução: RENATO BORGHI e ELCIO NOGUEIRA SEIXAS / Direção Geral: RENATO BORGHI e ELCIO NOGUEIRA SEIXAS / Luz: LÚCIA CHEDIECK / Cenário: ANDRÉ CORTEZ / Figurino: SIMONE MINA / Trilha Sonora: ALINE MEYER / Vídeos: RENATO ROSATI / Fotos: JOÃO CALDAS / Direção de Produção: ANDRÉ MELLO




/ Realização nacional: RENATO BORGHI PRODUÇÕES/ Produção em Belo Horizonte: RUBIM PRODUÇÕES / Realização em Belo Horizonte: TEATRO EM MOVIMENTO

Serviço:
Azul Resplendor, com Eva Wilma e elenco
Classificação: 14 Anos
Duração: 90 minutos
Dias/ Horários: de 11 a 13 de abril - sexta às 21h; sábado 20h e domingo às 20h
Ingressos: Plateia I: R$ 80,00 / Plateia II: R$ 70,00 / Plateia II: R$50,00 - Valor promocional limitado a 20% da capacidade da casa. Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001)
Informações: (31) 3516 -1360
 www.teatroemmovimento.art.br ou http://teatrobradescobh.com.br

Informações para a imprensa:
AB Comunicação - (31) 3261 1501 –  Jozane Faleiro - (31) 92046367 – jozane@ab.inf.br

O Autor

Eduardo Adrianzén é um dos autores mais premiados da cena hispânica. Escritor nascido em Lima- Peru, em 1964. Dramaturgo teatral desde 1995, com 16 peças encenadas até hoje, várias publicadas, premiadas e montadas no cenário internacional do Teatro. Autor de televisão desde 1985, roteirista de quase 50 títulos de ficção, entre telenovelas, minisséries e similares. Professor universitário desde 1999, ministra cursos na área de Comunicação Audiovisual e Dramaturgia Teatral em diversas universidades. Colunista, desde 2005, no jornal peruano “La República”. Como dramaturgo teatral, escreveu e montou: De Repente Un Beso (1995-2011), El Día De La Luna, Prêmio de Dramaturgia do Teatro Nacional (1996-97, encenada na Bulgária en 1998), Cristo Light (1997-2005, montada em Santiago de Chile, em 2003), Três Amores Post-Modernos (1998), Cuatro Historias De Cama (2008-2012, montada em Madrid, em 2010 e, atualmente, sendo ensaiada na Cidade do México), Respira (ganhadora do Prêmio Teatro Britânico em 2009), entre outras. Como autor de novelas, assinou nove telenovelas (duas delas com posteriores remakes), co-roteirista e adaptador de outras seis, e autor de 18 minisséries e 11 telenovelas curtas. Também foi produtor de TV. Em 2001, a Universidade Católica do Peru publicou seu livro: “Telenovelas: cómo son, cómo se escriben”, com duas reedições. Recebeu o Prêmio da Coordenadoria de Direitos Humanos do Peru em ator, diretor, roteirista e professor de interpretação e História do Teatro.





Os Diretores

Renato Borghi
Um dos atores mais importantes do país. Louvado com 03 prêmios Moliére (a consagração máxima do teatro nacional) e todos os outros grandes prêmios da cena brasileira, em diversas modalidades (ator, dramaturgo, diretor e pesquisador). Fundou o Teatro Oficina, em 1958, juntamente com José Celso Martinez Corrêa, onde realizou trabalhos que marcariam para sempre o Teatro Brasileiro e se tornariam referências para as novas gerações: Pequenos Burgueses, Andorra, Rei Da Vela, Galileu Galilei e Na Selva Das Cidades. Nos anos 70, fundou o Teatro Vivo com Estér Góes e, juntos, produziram espetáculos de forte impacto no que ficou conhecido como “Teatro de Resistência à Ditadura Militar”, entre eles: O Que Mantém Um Homem Vivo e Mahagonny, De Brecht; Murro em Ponta de Faca, de Augusto Boal; Um Grito Parado no Ar, de Gianfrancesco Guarnieri; e Calabar, de Chico Buarque e Ruy Guerra. Durante a década de 80, lança-se como dramaturgo e escreve peças de enorme sucesso como A Estrela Dalva (com Marília Pêra) e Lobo De Ray Ban (com Raúl Cortez e Christiane Torloni). Em 1993, funda o Teatro Promíscuo, com o ator Elcio Nogueira Seixas e obtém grande êxito alternando montagens de clássicos e dramaturgos contemporâneos. Ícone do Tropicalismo, ficou imortalizado por sua atuação em O Rei Da Vela, de Oswald de Andrade, recebendo o reconhecimento da crítica internacional. Em 2010, voltou a encantar público e crítica estrangeiros com as peças da Embaixada do Teatro Brasileiro. Diretor de grandes espetáculos ao largo de sua extensa carreira, Renato Borghi retorna à arte da encenação com Azul Resplendor, peça madura que requer toda sua vasta experiência (55 anos de palco).

Elcio Nogueira Seixas
Ator e diretor. Iniciou sua carreira participando da reabertura do emblemático Teatro Oficina, com Hamlet, em 1993, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. Ainda neste ano, fundou o Teatro Promíscuo com o ator Renato Borghi. Ao longo dos 20 anos da companhia, idealizou, dirigiu e protagonizou vários espetáculos e projetos relevantes: Édipo De Tabas, Tio Vânia, Jardim Das Cerejeiras, Mostra De Dramaturgia Contemporânea, Borghi Em Revista, Timão De Atenas, Macbeth, entre outros. Em todas estas produções, contracenou, dirigiu e concebeu espetáculos ao lado de grandes nomes do Teatro Brasileiro: Tônia Carrero, Hélio Eichbauer, Daniela Thomas, Beth Goulart, Fauzi Arap, Elias Andreato, entre outros artistas de enorme relevância na cena teatral. Por sua atuação na Mostra, ganhou os prêmios SHELL e APCA de 2002, além de ter recebido indicações como ator e diretor por outros espetáculos (recentemente, foi indicado como melhor ator ao APCA por sua atuação em O Beijo No Asfalto). Com um de seus últimos projetos - A Embaixada Do Teatro Brasileiro - recebeu, em Cuba, o Prêmio Villanueva da crítica pelos melhores espetáculos internacionais apresentados na ilha no ano de 2010. Em 2008, lançou seu primeiro livro - Borghi Em Revista - pela Coleção Aplauso. Durante toda sua carreira, ministrou inúmeras oficinas de teatro, no Brasil e no exterior, sobre temas variados, como  as obras de Nelson Rodrigues, Tchekhov, Beckett, Tennessee Williams e Shakespeare.




O Elenco

“O teatro para mim é uma coisa sagrada. Ele pertence ao ator.”
Eva Wilma
Uma das atrizes mais queridas do Brasil, Eva Wilma é parte de todos nós. No teatro, foi fundadora do mítico Teatro De Arena, em 1953. Desde o início da carreira, realizou trabalhos marcantes nos palcos: Feiticeiras De Salem, O Santo Inquérito, Black Out, Um Bonde Chamado Desejo, Esperando Godot, Quando O Coração Floresce (Ao Lado Do Grande Parceiro Carlos Zara), Querida Mamãe e tantos outros êxitos. Sempre dirigida por grandes encenadores, como José Renato, Ziembinsky, Ademar Guerra, Antunes Filho, Gianni Ratto e Bibi Ferreira. Ganhou todos os prêmios mais importantes do teatro nacional: Shell, Moliére, Sharp, APCA, entre outras honrarias. No cinema, atuou em clássicos, como Cidade Ameaçada de Roberto Faria, A Ilha de Walter Hugo Khouri, São Paulo S/A de Luiz Sérgio Person e Feliz Ano Velho de Roberto Gerwitz. Seus primeiros anos na TV foram marcados por trabalhos inesquecíveis: o popular seriado Alô Doçura (ao lado de outro parceiro importante em sua vida, o ator John Herbert), as gêmeas originais de Mulheres De Areia e a heroína de A Viagem. Na Rede Globo, também se eternizou em novelas como Plumas E Paetês, Elas Por Elas, Roda De

Fogo, Pedra Sobre Pedra, Pátria Minha, O Rei Do Gado, A Indomada e o seriado Mulher.

Luciana Borghi é atriz, autora e diretora, tem 20 anos de carreira.  Seu trabalho mais recente no teatro foi “Myrna”, de Nelson Rodrigues. Na TV como Railda, personagem polêmico no seriado Malhação, da Rede Globo. Um de seus trabalhos de relevância foi o desenvolvimento do projeto “Nova Dramaturgia Brasileira” (por sete anos) onde produziu, atuou e dirigiu em inúmeros espetáculos, realizou workshops, publicações e mostras sobre dramaturgia. Realizadora de projetos de adaptações contemporâneas como: Electra de Copacabana e Algumas Mulheres de Shakespeare. Nos últimos tempos vem trabalhando com diretores renomados como Amir Haddad, Elias Andreato, Renato Borghi, José Celso Martinez Corrêa, Roberto Alvim, Rodrigo Nogueira, Moacir Chaves e Mauricio Paroni, mas sempre buscando uma linguagem própria para suas interpretações.
  
Luciana Brites é atriz, bailarina e coreógrafa. Formada em dança contemporânea pelo Diplome D’etad de France – Paris; Treinamento em Suzuki e View Points com a Siti Company NY/ Chicago; Treinamento em teatro físico com o diretor inglês David Glass em Londres; Asthanga Yoga pelo Espaço Vidya em São Paulo e interpretação com Georgette Fadel, Cristiane Paoli Quito e método Meisner com Tomás Rezende. Atua como bailarina e atriz no teatro, cinema e TV. Participou dos projetos: Alice (HBO), Aline (Rede Globo), Descolados (MTV), VIP’s (Tunico Mello), 400 contra 1 (Caco Souza), Sertões e Bacantes (Teatro Oficina), Love & Blember’s (Georgette Fadel), Admirável Mundo Novo (Élcio Nogueira), As Meninas (Yara de Novaes) e A Descida do Monte Morgan de Arthur Miller, dirigida por Luis Villaça. Como coreógrafa trabalhou nos espetáculos teatrais Credores (Nelson Baskerville), Dinheiro Grátis (Michel Melamed), Cadela de Vison (Élcio Nogueira), Sertões e Bacantes (Teatro Oficina), Manifesto de Passagem (Núcleo Bartolomeu) e nos vídeo clipes de Djavan, Sidney Magal, Marina Lima, Carlinhos Brown, Zélia Duncan. Foi integrante das Cias. Deborah Colker, Intrépida Trupe de Circo-Teatro e Dani Lima de Dança. Artista brasileira premiada pelo Programa Internacional de Residência Chantier en Construction, em Paris. Desenvolve pesquisa na preparação corporal e




direção de movimento junto a grupos de teatro e dança. Desde 2003 é diretora da Cavallaria, companhia de artes cênicas com a qual realizou diversos espetáculos.

Felipe Guerra é ator formado pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Atuou no teatro em “Folias Canta Galileu Galilei”, direção Dagoberto Feliz –2012; "O que uma lâmpada pode fazer", Teatro Célia Helena, também dirigido por Dagoberto Feliz - Jun/2011 a Jul/2011; “Pensando sobre” Teatro Augusta, direção e coreografia de Dinah Perry – Jan/2011 a Fev/2011 e em “Os príncipes da Metrópole” – Espaço Cia do Corpo, espetáculo de dança contemporânea – Jul/2009 e “Jogos de Manicômio”, baseado na peça Fim de Partida, de Samuel Beckett , com direção de Zé Adão Barbosa, 2002.

Guilherme Weber nasceu em Curitiba, em 1972. É ator, autor e diretor brasileiro. Tem sólida carreira no teatro, tendo iniciado nos palcos em 1991. Em 1993 fundou, com o também curitibano Felipe Hirsch, a Sutil Companhia de Teatro 1. No mesmo ano, recebeu 17 prêmios. Em telenovelas, o ator estreou em Um Anjo Caiu do Céu, numa participação especial. Um personagem marcante na televisão foi o maquiavélico e psicopata Tony de Da Cor do Pecado, em que contracenou com Giovanna Antonelli.

 Teatro em Movimento
O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, foi criado há 13 anos, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para outros Estados e também pequenas cidades. Desde então, contabiliza 163 montagens, que somam mais de 490 apresentações, envolvendo cerca de 480 artistas, em 14 cidades, 27 teatros e público superior a 350 mil pessoas.
Inicialmente, atuando em Minas Gerais e seu entorno, o projeto trouxe à capital mineira e algumas cidades do interior, espetáculos com peso nacional, tendo no elenco atores como Bibi Ferreira, Thiago Lacerda, Vladimir Brichta, Cisa Guimarães, Mateus Solano, Glória Menezes, Antônio Fagundes, Nicete Bruno, Paulo Goulart, Marco Nanini, Luana Piovani, Lilia Cabral, Rodrigo Lombardi, Cláudia Raia, Marisa Orth, Renata Sorrah e muitos outros.  Dentre os espetáculos, que o projeto deslocou para a capital mineira, estão “Hamlet”, “Doidas e Santas”, “Esta Criança” e os premiados musicais “Gonzagão – a Lenda”, “Bibi Ferreira – Histórias e Canções”, “Farsa da Boa Preguiça”, “Beatles Num Céu de Diamantes”, “New York, New York”, etc.
O projeto também já atuou em diversos Estados brasileiros, como São Luiz (MA), Vitória (ES) e Aracajú (SE).  Em Minas Gerais, além de Belo Horizonte, o projeto atua em Nova Lima, Betim e Araxá. Os resultados do projeto vão além da inclusão das cidades na circulação das montagens. A iniciativa possibilita a formação de um espectador mais crítico e de um público mais preparado e habituado a lotar as salas dos teatros. A ideia é consolidar o hábito de ir ao teatro e fomentar a cultura das artes cênicas, por isso os espetáculos acontecem ao longo do ano e





não concentrados em um curto período como nos festivais. O teatro, sendo um agente de transformação social, é capaz de atuar como um difusor de ideias e de cultura podendo ser usado como um instrumento de comunicação. Para ratificar a potencialidade de transformação social e cultural do teatro e colocar em prática os objetivos do projeto, o Teatro em Movimento ainda promove, sempre que possível, oficinas gratuitas, palestras e workshops para profissionais da área e interessados. Dessa forma, cria-se uma rede de circulação de informação fortalecendo a possibilidade de sustentabilidade do setor cultural.

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