domingo, 7 de setembro de 2014

III FLIARAXÁ APOSTA NA LEITURA POR UM MUNDO MELHOR




Com o tema "Leitura Por Um Mundo Melhor”, a terceira edição do Festival Literário de Araxá traz  grandes nomes da literatura e propõe diálogos com o teatro, a música e a fotografia. De 08 a 12 de outubro de 2014

O Ministério da Cultura e o Circuito CBMM de Cultura apresentam o III Festival Literário de Araxá – Fliaraxá -, que volta à cidade com uma programação enriquecida por importantes nomes da cultura nacional. Serão quatro dias de intensa atividade, de 08 a 12 de outubro - quarta a domingo -, na Fundação Calmon Barreto.
Tendo como autor homenageado o mineiro Luiz Vilela, um dos maiores contistas e romancistas do país; e o escritor Wander Piroli (1931-2006), como patrono; o Fliaraxá traz palestras e oficinas de escritores importantes no panorama da literatura brasileira: Affonso Romano de Sant'Anna, Clóvis de Barros Filho, Eliane Brum, Evandro Affonso Ferreira, Fabrício Carpinejar, Guiomar de Grammont, Humberto Werneck, Jacques Fux, José Luiz Goldfarb, Kledir Ramil, Laura Conrado, Leila Ferreira, Luiz Ruffato, Marcelino Freire, Marcia Tiburi, Martha Gabriel, Martha Medeiros, Mary Del Priore, Mauro Ventura, Paula Pimenta, Raphael Montes, Renê Silva, Sabrina Reis, Santiago Nazarian e Zuenir Ventura.
Nesta edição, os escritores Humberto Werneck e Leo Cunha compartilham a curadoria com Afonso Borges, idealizador do Fliaraxá e do Sempre um Papo projeto de incentivo à leitura, criado há 28 anos.

Novidades do Fliaraxá
O escritor Luiz Ruffato fará o discurso de abertura, sobre o tema "Leitura Para Um Mundo Melhor", que nesta edição ocorrerá na noite do dia 8 de outubro, quarta-feira. Outras atrações especiais são uma série de leituras dramáticas e a exposição "Quartos de escrita – Retratos de Escritores em Hotéis”, trazendo pela primeira vez ao Brasil o argentino radicado na França, Daniel Mordzinski que, há 35 anos, se dedica a fotografar escritores como Jorge Luis Borges, Adolfo Bioy Casares, Ernesto Sabato, Gabriel Garcí¬a Márquez, Eduardo Galeano, Mario Vargas Llosa, Eric Hobsbawm, Nadine Gordimer e Umberto Eco, entre outros.   Serão 70 fotos que estarão expostas no Grande Hotel de Araxá.

O III Festival Literário de Araxá traz outra novidade nesta edição. Trata-se da realização do "Laboratório de Escrita Criativa", idealizado e produzido pelos escritores Marcia Tiburi e Evandro Affonso Ferreira. O projeto existe há alguns anos, em São Paulo, sempre muito concorrido e com vagas esgotadas. O Laboratório consiste em trabalhar o conto como forma literária. E, em homenagem aos 70 anos do Grande Hotel de Araxá, o Laboratório será focado em contos ambientados em hotéis. Serão escolhidos 25 aspirantes a escritores, que vão cumprir nove horas-aulas com a dupla, com o objetivo de escrever um conto que será, posteriormente, publicado em livro. Destes 25 eleitos, cinco serão convidados pelo Fliaraxá, com as despesas de alimentação e hospedagens pagas.

Uma extensa programação infantil foi elaborada, com a presença de Rúbia Mesquita, Chico dos Bonecos e apresentação do espetáculo teatral “Mania de Explicação”, baseado no livro de Adriana Falcão. Além disso, num evento preparatório, em 11 de setembro, os escritores Leo Cunha e Tino Freitas farão uma palestra-espetáculo para apresentar, para as crianças de Araxá, o mascote do Fliaraxá, que estará presente em todos os dias do Fliaraxá.
O Festival também realizará a segunda edição do Concurso Infanto-Juvenil de Redação voltado para estudantes do ensino médio das escolas públicas e privadas de Araxá. A primeira edição foi motivo de uma crônica de Humberto Werneck no jornal "Estado de S. Paulo", que transformou-se em título de seu novo livro: "Sonhos Rebobinados", obra que será lançado durante o Festival. Este ano, o prêmio será entregue pelo escritor Luiz Vilela.

O Fliaraxá também inaugura uma nova programação gráfica, com o sol em várias posições, simbolizando a significado da palavra Araxá: lugar onde o sol nasce primeiro, em tupi-guarani. Além disso, todas as redes sociais estão revigoradas e muito prestigiadas. Vale conferir o Facebook e Twitter.

Todo o Festival será gravado em vídeo e transmitido de forma simultânea, online, pela internet. Cinco debates serão selecionados e transformados em programa de televisão, a ser transmitido para todo o País, pela TV Câmara.
Uma grande livraria é montada no evento e os autores, após os debates e oficinas, conversam com o público e autografam os seus livros.

As duas edições anteriores do Fliaraxá, que homenagearam Ziraldo e Adélia Prado, reuniram cerca de 15 mil pessoas em 3 dias de atividades, cada, e mais de 20 mil livros vendidos, boa parte deles a baixo custo. Estes números consagram o Fliaraxá como uma das mais significativas ações de incentivo à leitura de Minas Gerais.

Serviço:
III Festival Literário de Araxá - Fliaraxá
Data: 09 a 12 de outubro, quinta a domingo.
Local: Fundação Cultural Calmon Barreto - Praça Arthur Bernardes, nº 10 - Centro/Araxá
Informações: 31 32611501 – http://www.fliaraxa.com.br

Informações para a imprensa:
Coordenadora de comunicação: Jozane Faleiro – jozane@sempreumpapo.com.br
 31 3261-1501 / 31 9204-6367

Jornalismo: Fred Silva:  fred@sempreumpapo.com.br
31 3261-1501 /



Tiradentes recebe o Museu de Sant’Ana, local onde a arte, a história e a fé se encontram



O Instituto Cultural Flávio Gutierrez inaugura, na histórica cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, o Museu de Sant’Ana, único no mundo a ser dedicado à santa protetora dos lares, da família, bem como dos mineradores. Instalado na antiga Cadeia Pública da cidade, o Museu vai abrigar cerca de 300 imagens de Sant’Ana. São obras brasileiras, de diversas regiões do país, eruditas e populares, dos mais variados estilos e técnicas, produzidas, em sua maioria, por artistas anônimos, entre os séculos XVII e XIX, em materiais diversos. A inauguração ocorre no dia 19 de setembro de 2014, sexta-feira, às 17horas.

O Museu de Sant’Ana instala-se como guardião de um acervo extraordinário de imagens que expressam o sentimento artístico e religioso do povo brasileiro. Reunidas por Angela Gutierrez, presidente do Instituto Cultural Flávio Gutierrez (ICFG), ao longo de quatro décadas de buscas e pesquisas, as peças constituem um acervo sem similar no país, agora compartilhado com todos. “A paixão pela arte antiga brasileira e, em especial, pelo barroco, me fez mergulhar em definitivo no universo fantástico e emocionante da arte religiosa”, lembra a colecionadora. 

A exemplo do Museu do Oratório em Ouro Preto e do Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte, a coleção será doada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN-, no ato da inauguração do Museu e ficará sob a gestão do Instituto Cultural Flávio Gutierrez.  Toda o acervo impressiona pela beleza, originalidade e relevância. Concebido de forma exemplar, a partir de critérios museológicos e museográficos que dialogam com a própria história do prédio da Cadeia Pública de Tiradentes, o Museu de Sant’Ana será um espaço cultural de contemplação. No local, estão as diversas representações de Ana, de acordo com a região, o período, o material, a mão do Santeiro e também referências da cidade de Tiradentes e da Cadeia onde o Museu será instalado.

Com total acessibilidade, incluindo elevador, além das salas de exposição, o Museu conta com o espaço Largo de Sant’Ana, aberto para convivência e adequado para recepção de eventos.
  
A obra e implantação do Museu de Sant’Ana foram viabilizadas por meio do apoio financeiro do BNDES e das parcerias com o IPHAN,  Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade e UFMG (Campus Cultural).


Serviço: Inauguração Museu de Sant’Anna
Dia 19 de setembro de 2014, sexta-feira, às 17 horas
Rua Direita, 93 – Entrada pela Rua da Cadeia - Centro - Tiradentes/MG
Informações: (32) 3355-2798. / www.museudesantana.org.br
Horário de funcionamento: quarta a segunda-feira, de 10h às 19h
Preços: R$ 5,00 - inteira / meia entrada - R$2,50

Informações para a imprensa:
Jozane Faleiro – 31 32611501 / 31 92046367 – jozane@ab.inf.br



Rede patrocina com exclusividade o musical ‘Milton Nascimento - Nada Será Como Antes’ em quatro cidades mineiras





Belo Horizonte, Ouro Preto, Uberlândia e Juiz de Fora receberão o espetáculo nos meses de setembro e outubro.

A Rede, empresa do conglomerado Itaú Unibanco e uma das líderes no mercado nacional de meios de pagamento eletrônico, patrocina com exclusividade nos meses de setembro e outubro apresentações inéditas do musical “Milton Nascimento – Nada Será Como Antes” em cidades mineiras. A iniciativa, que conta também com o apoio da bandeira Hiper, faz parte de um circuito bem sucedido já realizado com o musical “Gonzagão – A Lenda” entre dezembro de 2013 e maio de 2014. Na ocasião quatro cidades nordestinas tiveram a oportunidade de conferir o espetáculo de forma gratuita, com 6 apresentações em locais públicos e mais de 23 mil expectadores.
Os resultados desse projeto inédito podem ser conferidos nos links abaixo:




“Milton Nascimento – Nada Será Como Antes”
Depois de temporadas de enorme sucesso no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, o premiado espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como Antes” dos renomados diretores Charles Möeller e Claudio Botelho, chega a Minas Gerais, Estado onde o cantor e compositor passou sua infância e adolescência sendo fundamental para sua produção musical.
O espetáculo presta uma homenagem aos 50 anos de carreira e 70 anos de vida de um dos maiores cantores e compositores brasileiros, reunindo vasta lista de clássicos que Milton Nascimento produziu ao longo deste tempo.

As apresentações em Uberlândia (13 de setembro) e Ouro Preto (27 de setembro) serão gratuitas e realizadas em locais públicos. As apresentações em Belo Horizonte (20 e 21 de setembro) e Juiz de Fora (10, 11 e 12 de outubro) serão pagas e realizadas em teatro, com benefício exclusivo para quem possuir o cartão Itaucard Hiper: 50% de desconto no valor dos ingressos, para até 4 ingressos por cartão. Para ter direito ao desconto, a compra deve ser feita exclusivamente nas bilheterias dos teatros.



“Continuamos a apoiar projetos de alcance nacional, possibilitando a criação de uma rede de acesso a cultura e reforçando um conceito de proximidade com as pessoas das cidades por onde os espetáculos passarem”, diz Cristiane Magalhães, diretora de Marketing do Itaú Unibanco.


Serviço

Cidade: Uberlândia
Data: Sábado, 13 de setembro
Local: Arena do Teatro Municipal de Uberlândia
Horário: 20h
Entrada gratuita



Cidade: Belo Horizonte
Data: Sábado, 20 de setembro e Domingo, 21 de setembro
Local: Palácio das Artes
Horário: Sábado às 21h e Domingo às 19h
Preços:
Platéia I - R$ 90,00
Platéia II - R$ 70,00
Platéia II (balcão) - R$ 50,00
Clientes do cartão Hiper tem 50% de desconto em até 4 ingressos por cartão. Desconto válido somente para vendas na bilheteria do teatro.

Cidade: Ouro Preto
Data: Sábado, 27 de setembro
Local: Praça Tiradentes
Horário: 20h
Entrada gratuita

Cidade: Juiz de Fora
Data: Sexta-feira, 10 de outubro, Sábado, 11 de Outubro e Domingo, 12 de outubro
Local: Cine Theatro Central
Horário: Sexta-feira/Sábado e Domingo às 20h
Preços:
Platéia A - R$ 70
Platéia B - R$ 60
Balcão Nobre - R$ 50
Galeria - R$ 40
Camarote (06 pessoas) - R$ 420
Clientes do cartão Hiper tem 50% de desconto em até 4 ingressos por cartão. Desconto válido somente para vendas na bilheteria do teatro.

Sobre o espetáculo
No palco, o grupo de atores e músicos dá voz a temas fundamentais da música do homenageado, como amor, amizade, criação artística, negritude, brasilidade e solidão. “Não há uma divisão entre orquestra e atores: todos são uma única voz a serviço da brilhante obra musical de Milton Nascimento”, explica Botelho.

O cenário, de Rogério Falcão, remete a uma tradicional casa mineira e os figurinos, assinados por Charles Möeller, tem um ar de ‘roupa vivida’, como se tivessem saído de um antigo baú.

A simplicidade dá o tom: “Milton fala de temas fundamentais com um despojamento sem igual. Sem levantar bandeiras, ele fala de negritude, mas também do branco, do latino. É universal ao falar de Minas Gerais e do seu universo particular de amigos e artistas. A ideia central do musical é colocar os atores como se fosse um grupo, uma espécie de 'clube da esquina' que ficou esquecido no interior”, resume Möeller.

O roteiro do musical se divide em quatro atos correspondentes às estações do ano. Enquanto composições que remetem a um solar imaginário interiorano ('Bola de Meia, Bola de Gude', 'Aqui é o País do Futebol') compõem o 'Verão`, 'A Cigarra', 'Um Girassol da Cor do seu Cabelo' e 'Nuvem Cigana' dão colorido à Primavera. Clássicos que atravessaram gerações ('Cais', 'Caçador de Mim', 'Encontros e Despedidas' e 'Faca Amolada') moldam o Outono e continuam pelo Inverno, com 'Nada Será como Antes' e 'O que foi Feito Devera'.




Sobre a Rede
Empresa do conglomerado Itaú Unibanco, a Rede é responsável pela captura de transações de crédito e débito das maiores bandeiras nacionais e internacionais. Oferece para seus clientes uma gama de produtos e serviços para aumentar o desempenho de seus negócios, como solução de meios de pagamento online, antecipação de recebíveis, disponibilização de terminais, entre outros.


Ficha Artística

MILTON NASCIMENTO – NADA SERÁ COMO ANTES – O MUSICAL

CHARLES MÖELLER & CLAUDIO BOTELHO - Criação e direção

ELENCO: Marya Bravo, Délia Fischer, Cassia Raquel, Estrela Blanco, Jules Vandystadt, Lui Coimbra, Pedro Aune, Pedro Sol, Sergio Dalcin, Tatih Kohler, Wladimir Pinheiro entre outros.

DÉLIA FISCHER - Arranjos musicais

JULES VANDYSTADT - Arranjos vocais

ROGÉRIO FALCÃO - Cenografia

CHARLES MÖELLER - Figurinos

PAULO CESAR MEDEIROS - Iluminação

MARCELO CLARET - Design de som

TINA SALLES - Coordenação artística

CLAUDIO BOTELHO - Direção musical

CHARLES MÖELLER - Direção

Realização: Möeller & Botelho/Alacre



Informações para a imprensa BH e Ouro Preto: Jozane Faleiro (31) 32611501 / 92046367 – jozane@ab.inf.br



A Besta



Vivo EnCena

Apresenta

Priscila Fantin, dias 5 e 6 de setembro no Teatro Bradesco

em A BESTA

Com Hugo Possolo, Celso Frateschi,
Ary França, Iara Jamra e grande elenco

De David Hirson

Direção Alexandre Reinecke


 Depois do sucesso da temporada paulistana, com três meses em cartaz na cidade de São Paulo, nos dias 5 e 6 de setembro, às 21h, o Teatro Bradesco será palco da comédia “A Besta”, do dramaturgo norte-americano David Hirson. Com patrocínio da Vivo, a adaptação brasileira traz Priscila Fantin, Hugo Possolo, Ary França, Iara Jamra, Celso Frateschi, Alexandre Bamba, Carol Mariottini, Daniela Mustafci, Fabek Capreri e Renan Duran no elenco. Após a sessão do dia 5, haverá um bate-papo dentro da série “Encontros Vivo EnCena”, com a participação do elenco.

Considerado durante dois anos como O Rei da Comédia pela Revista Veja São Paulo, Alexandre Reinecke completa 30 anos de carreira e conta 50 peças no currículo, tendo atuado em 10 e dirigido 40. E, para comemorar sua 40ª direção teatral, Reinecke fez a junção de grandes mestres da comédia e do teatro, reunindo no mesmo elenco: Hugo Possolo (Parlapatões), Ary França (Ornitorrinco) e Iara Jamra (Pó de Minoga), de grupos de extrema importância no cenário nacional. Destaca-se também Celso Frateschi, reconhecido por sua atuação em dramas, agora em uma de suas primeiras incursões na comédia. E Priscila Fantin, que, além de atuar na TV e no cinema, também investe em sua carreira no teatro há alguns anos. Ao todo, são dez atores na peça, que faz uma homenagem à arte e leva o público às gargalhadas.

La Bête, ou A Besta, é uma comédia escrita pelo dramaturgo norte-americano David Hirson (nascido em 1958). O espetáculo estreou na Broadway em 1991, com grande sucesso, e recebeu, entre outros prêmios, o Olivier Award de melhor comédia, em 1992. Sua última e mais importante montagem aconteceu em 2010, no West End de Londres, com Mark Rylance no elenco. Tal montagem foi um grande sucesso de público e crítica, ficou vários meses em cartaz e, de lá, seguiu para a Broadway, com o mesmo elenco.

Inspirada em Molière e sua trupe, a farsa é ambientada na França, em 1654, na propriedade de uma princesa (Priscila Fantin), a patrocinadora da companhia de teatro. A história fala do conflito entre dois homens: Elomire (Celso Frateschi), nome que é um anagrama do nome de Molière, o diretor da companhia, artista sério e respeitado; e Augusto Valério (Hugo Possolo), um comediante popular, canastrão e vaidoso. Ocorre que Valério caiu nas graças da princesa patrocinadora, e ela insiste para que ele passe a integrar a trupe.

Apesar de Elomire rejeitar furiosamente a ideia de incorporar Valério, a companhia é obrigada a encenar uma de suas peças, o que vai gerar uma transformação no futuro de seus artistas.

É um texto a um só tempo requintado e hilário, que dá aos atores oportunidade de esbanjar talento nos monólogos cômicos em que defendem suas ideias e coloca uma discussão surpreendente sobre arte erudita, arte popular, preconceito e entretenimento.

Parlapatões em A Besta 

 “Em 22 anos de estrada, os Parlapatões sempre percorreram os rumos da comédia, tendo encenado mais de cinquenta espetáculos. Nosso humor festivo, que favorece o improviso, bebeu na fonte clássica e já passou por Shakespeare, Molière, Aristófanes e Rabelais, mestres do gênero. Encontrar a bem-sucedida A Besta é como fazer um resumo de uma divertida aventura. As situações vividas pelas extrovertidas personagens desta comédia traçam um retrato profundo do ofício de comediantes e resultam até numa fina autoironia, deixando-nos à vontade para rirmos de nós mesmos. Este espírito apaixonante do ator por sua arte, que o texto traduz tão bem, gera um enorme envolvimento do público e certamente agradará as mais variadas plateias, por sua comunicação clara e imediata. Este projeto se torna melhor ainda, uma vez que concretiza antigas vontades artísticas de nosso grupo, como a de trabalhar com um diretor mestre da comédia como Alexandre Reinecke. A peça reúne nomes expressivos do teatro que celebram juntos essa homenagem à arte que A Besta traz em si, para levar o público às gargalhadas e para celebrar a arte teatral.” Hugo Possolo

Integrante do projeto cultural Vivo EnCena, iniciativa da Vivo para as Artes Cênicas, a parceria permite uma série de ações além da temporada em São Paulo, como circulação de espetáculo em turnê por cidades brasileiras, workshops e debates que promovem maior acessibilidade, reflexão e intercâmbio para todos.

No dia 5 de setembro, acontece a quinta edição de 2014 da série “Encontros Vivo EnCena” em Belo Horizonte, que conta com a participação do elenco a partir do tema “Teatro e Transformação”, com mediação de Expedito Araujo, curador artístico do projeto.


Encontros Vivo EnCena

Após a apresentação no dia 5, os atores Priscila Fantin, Hugo Possolo, Celso Frateschi e Ary França participam da série Encontros Vivo EnCena. Com o tema “Teatro e Transformação”, o debate será mediado pelo pesquisador em gestão cultural e curador do Vivo EnCena, Expedito Araujo.
Como uma ação cultural integrada, gratuita e exclusiva, com o tema “Teatro e Transformação, pretende envolver o público para realizar trocas de experiências com os artistas da peça, que irão discorrer sobre como foi a composição dos personagens – que retratam a obsessão por manipulações e opressões em uma sociedade que caracteriza nossa realidade desde os tempos mais remotos.

Sobre o Projeto Cultural Vivo EnCena
O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura. O Vivo EnCena é realizado há dez anos e está presente em 20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.                  

Serviço

A Besta

Data: 5 e 6 de setembro de 2014 (sexta e sábado).

Horário: às 21h.

Local: Teatro Bradesco (rua da Bahia, 2.244 – Lourdes).

Ingressos: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia-entrada). Os convites para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro, de segunda a sábado, das 12h às 20h; e domingo, das 12h às 19h. Pagamento com cartões de crédito, débito ou dinheiro. Também é possível adquirir os ingressos pelo site da Ingresso Rápido. Clientes Vivo Valoriza e Porto Seguros têm 50% de desconto em até dois ingressos. Promoção válida somente nas compras feitas na bilheteria.

Classificação: 12 anos.



CCBB RECEBE “CÁSSIA ELLER – O MUSICAL”



Esse é o primeiro espetáculo que traz aos palcos a história de Cássia Eller, uma das mais importantes cantoras brasileiras, que partiu com menos de 40 anos, sendo 20 dedicados à música. Com direção de João Fonseca e Viniciús Arneiro, texto de Patrícia Andrade, direção musical de Lan Lan e codireção musical de Fernando Nunes, espetáculo faz temporada no Centro Cultural Banco do Brasil, em Belo Horizonte

O Banco do Brasil, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre apresentam o espetáculo “Cássia Eller – O Musical”, de 08 de agosto a 01 de setembro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), espaço que integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade.
“Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”. Os versos de Renato Russo que Cássia Eller cantou por tantos anos falam muito sobre a personalidade dessa artista, uma verdadeira fera nos palcos, mas que podia ser um bicho arredio fora dele, mulher de poucas palavras, cantora de infinitos sons e uma voz tamanha. Doce e amiga na vida, forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna. Essa trajetória é encenada pela primeira vez em “Cássia Eller – O Musical”, montagem que estreou em maio de 2014 no CCBB do Rio de Janeiro, com direção de João Fonseca e Viniciús Arneiro, texto de Patrícia Andrade, idealização de Gustavo Nunes e produção nacional da Turbilhão de Ideias e que chega ao Centro Cultural Banco do Brasil, em Belo Horizonte, para temporada que estreia em 08 de agosto, seguindo até o dia 01 de setembro, sexta a segunda.  

O espetáculo tem patrocínio do Banco do Brasil, Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre e Eletrobras, com copatrocínio da Finep.

“CÁSSIA ELLER – O MUSICAL”
O papel-título é interpretado por Tacy de Campos, atriz e cantora de Curitiba, que foi escolhida entre mais de 1000 candidatas que se inscreveram para as audições, quando foi definido também todo o elenco, sendo eles: Eline Porto, Emerson Espíndola, Glicerio Rosario, Evelyn Castro, Jana Figarella e Thainá Gallo. João Fonseca e Viniciús Arneiro não poupam elogios à protagonista: “Tacy é sensacional, muito inteligente e intuitiva, além de ter uma voz incrível”, exalta João. “Ela surpreendeu a todos e, antes mesmo dela cantar, já estávamos magnetizados pela figura tímida e doce que ela é. Ao final da primeira música, ficamos um pouco em silêncio, admirados com o que estava diante de nós. Existem algumas semelhanças entre ela e a Cássia e foi essa pureza de estado que nos arrebatou”, complementa Viniciús.  

Para João Fonseca, esse é um espetáculo diferente dos musicais biográficos que ele dirigiu anteriormente (sobre Tim Maia e Cazuza). “É focado no essencial, simples e teatral como a própria Cássia. Apenas cadeiras, os atores e os músicos. A Márcia Rubin elaborou uma coreografia diferente, não é uma dança convencional, mas uma movimentação coreográfica”, acrescenta.  Viniciús Arneiro acredita que essa opção estética está em sintonia com o espírito da própria Cássia: “Alguém consegue imaginar um musical sobre ela com aquelas inúmeras coreografias? Isso não pertence ao universo dela. Partimos de escolhas um pouco mais orgânicas em termos de movimentação. Temos sim alguns pequenos números, mas não são nada espetaculosos. Nossa tentativa é criar um ambiente que esteja conectado com a essência da Cássia”, enfatiza.

João Fonseca conta que tem um apreço especial por Cássia Eller. “Dos musicais que dirigi, ela foi a única que conheci pessoalmente, além de ter visto todos os shows que pude. Ela assistiu várias vezes a ‘O casamento’, meu primeiro espetáculo, e sempre foi muito carinhosa comigo. Sua partida precoce foi um choque”.

Gustavo Nunes, idealizador e produtor do projeto, enfatiza que, desde quando surgiu a ideia de realizar o musical, o objetivo era revelar um novo talento, através de audição nacional. “Quando a Tacy apareceu, com uma enorme capacidade vocal e grande semelhança física com a Cássia, ficamos muito mexidos. A produção é uma homenagem à Cássia, por isso buscamos, sempre, sermos o mais fiel possível a sua essência: simples, original, ousada e, sobretudo, alegre”.

ROTEIRO
O texto de Patrícia Andrade flagra Cássia ainda antes do início da carreira e acompanha toda a sua trajetória musical - dos primeiros passos como cantora a sua explosão nacional - sem deixar de lado seus amores, em especial Maria Eugênia, sua companheira com quem criou o filho Chicão. A autora fez um amplo mergulho na obra de Cássia e entrevistou familiares e amigos que a ajudaram a construir um mosaico fiel sobre a história da cantora.

SET LIST
A direção musical é de Lan Lan, que tocou anos com Cássia e tem total propriedade na obra da cantora. O roteiro passeia desde uma criação autoral quase obscura, como ‘Flor do Sol’, até algumas canções que ficaram imortalizadas por ela, como ‘Malandragem’ (Cazuza/Frejat), ‘Socorro’ (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz) e ‘Por enquanto’ (Renato Russo). O amigo Nando Reis, que é também personagem do espetáculo, comparece com várias composições no repertório, como ‘All Star’, ‘O Segundo Sol’, ‘Relicário’, ‘Luz dos Olhos’ e ‘E.C.T’, entre outras.

Embora não gostasse de compor, Cássia tornava-se coautora de tudo que cantava e tinha uma versatilidade que a permitia transitar por todos os estilos musicais. A presença no roteiro de canções como ‘Come Together’ (Lennon/McCartney), ‘Nós’ (Tião Carvalho), ‘Non, Je Ne Regrette Rien’ (clássico na voz de Piaf, de Michel Vaucaire e Charles Dumont) e ‘Soy Gitano’ (J.Monje/José Fernandez Torres/Vicente Amigo) reforçam a pluralidade da artista.

Por ter estado tantos anos ao lado da homenageada, Lan Lan afirma que está sendo uma experiência especial participar desse projeto. “É incrível reviver tudo isso, porque vivíamos viajando, tocando, nos divertindo e não nos sobrava tempo para assistir a tudo, não tínhamos o feed back do que fazíamos. Essa é a hora exata, estou revisitando muitos arranjos que, na época, ajudamos a construir. É uma grande jam session!”, festeja. Na codireção musical está Fernando Nunes, um grande amigo da cantora, baixista da banda e um dos músicos que mais tocou com Cássia.
A banda é formada por Felipe Caneca (pianista), Pedro Coelho (baixista), Diogo Viola (guitarrista), Mauricio Braga (baterista) e Fernando Caneca (violonista). Os integrantes são filhos de músicos que estiveram com Cássia em vários momentos da carreira dela. Pedro Coelho é filho de Marcio Miranda, tecladista e produtor musical que gravou com ela. Diogo Viola é filho de Toni Costa, guitarrista que também gravou com Cássia. Já Mauricio Braga estava assumindo a bateria da banda, quando ela faleceu. “Isso é muito bom para a sonoridade, pois além dos músicos serem muito fãs da Cássia, alguns a conheceram bem pequenos e agora estão tendo a oportunidade de tocar o seu repertório. Estão todos entusiasmados e com muito tesão, que era o ingrediente que a nossa banda tinha na época”, celebra Lan Lan.
A ficha técnica do espetáculo completa-se com os figurinos de Marília Carneiro e Lydia Quintaes, iluminação de Maneco Quinderé, cenários de Nello Marrese e Natália Lana e direção de movimento de Márcia Rubin.

FICHA TÉCNICA

PATROCÍNIO:  Banco do Brasil, Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre e Eletrobras, com copatrocínio da Finep.
TEXTO: Patrícia Andrade/ DIREÇÃO: João Fonseca e Viniciús Arneiro/ DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Gustavo Nunes/ DIREÇÃO MUSICAL: Lan Lan/ CODIREÇÃO MUSICAL: Fernando Nunes

ELENCO: (ordem alfabética) Eline Porto (Claudia / Eugênia), Emerson Espíndola (Ronaldo / Marcelo Saback / Elder / Executivo / Nando Reis), Evelyn Castro (Nanci (mãe) / Ana), Jana Figarella (Rúbia / Dora), Glicerio Rosario (Altair Eller (pai da Cassia), Fernando Nunes, Oswaldo Montenegro, executivo paulista); Tacy de Campos (Cássia Eller) e Thainá Gallo (Moema / Lan Lan)
BANDA: PIANISTA: Felipe Caneca / BAIXISTA: Pedro Coelho / GUITARRISTA: Diogo Viola / BATERISTA: Mauricio Braga / VIOLONISTA: Fernando Caneca

DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Márcia Rubin / FIGURINISTA: Marília Carneiro e Lydia Quintaes / CENÓGRAFO: Nello Marrese e Natália Lana / VISAGISMO: Beto Carramanhos / DESIGN DE LUZ: Maneco Quinderé / CENOTÉCNICO: André Salles e equipe / DESIGNER E ENGENHEIRO DE SOM: Carlos Esteves / PREPARADOR ELENCO (Tacy de Campos) Ana Paula Bouzas / PRODUTORA DE ELENCO: Cibele Santa Cruz /
PESQUISADORA: Barbara Duvivier / FOTÓGRAFO: Marcos Hermes / ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: João Pedro Madureira / ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO DE MOVIMENTO:
Luar Maria/ REPRESENTANTE DO ESPÓLIO DA FAMÍLIA DA CÁSSIA ELLER: Rodrigo Garcia /
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Renata Costa Pereira / ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Tamara Ganem

EQUIPE MUSICAL: PREPARAÇÃO VOCAL: Marco Dantonio/ PIANISTA ENSAIADOR: Felipe Caneca / IDEALIZAÇÃO: Gustavo Nunes / UMA PRODUÇÃO: Turbilhão de Ideias / PRODUÇÂO LOCAL: Rubim Produções


SERVIÇO: “CÁSSIA ELLER – O MUSICAL”


Classificação etária: 14 anos / Duração: 125 minutos
Local: Centro Cultural Banco do Brasil - Praça da Liberdade, 450 – TEATRO 01
Datas: de 08 de agosto a 01 de setembro (sexta a segunda-feira – sendo dia 07/08 – quinta-feira estreia para convidados)
Horários:
sextas e segundas-feiras, às 20h
sábados e domingos às 19h

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) – na bilheteria do teatro e no site: www.veloxtickets.com.br
Informações: 31 3431-9400
Ouvidoria BB 0800 729 5678
Deficiente auditivo ou de fala 0800 729 0088

Obs: O CCBB BH não tem estacionamento.

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“UMA NOITE EM BUENOS AIRES - 40 ANOS - OS MELHORES DO TANGO NO MUNDO” CHEGA AO PALÁCIO DAS ARTES


Considerado pelo público e pela crítica como “o melhor espetáculo de tango do mundo”, montagem comemora quatro décadas de sucesso e coloca a capital mineira no roteiro de sua turnê, com duas apresentações, dias 18 e 19 de agosto

Belo Horizonte é uma das capitais brasileiras selecionadas para receber o aclamado espetáculo “Uma Noite em Buenos Aires – 40 anos – Os Melhores do Tango no Mundo”, que comemora seus 40 anos excursionando pelo mundo e contabiliza mais de 30 mil apresentações. A montagem, que reúne o que há de melhor da música e dança argentina, tem direção musical do maestro Carlos Buono (Prêmio SADAIC / Bandoneon de Ouro, atualmente excursionando como convidado especial nos espetáculos de André Rieu) e seu Tango Sinfônico, formado por maestros integrantes de orquestras sinfônicas. Com direção e produção geral de Manoel Poladian, a atração faz duas apresentações no Grande Teatro do Palácio das Artes, dias 18 e 19 de agosto, segunda e terça-feira, às 21h.

O espetáculo conta com a participação especial do maestro Atilio Stampone (pianista de Astor Piazolla), dos cantores Alberto Bianco (maior intérprete de Mariano Mores e figura estelar de La Ventana e Viejo Alamacén), o cantor e violonista Leo Carabajal (que tocou com Mercedes Sosa, Ariel Ramirez e Jaime Torres), e Monica Sacchi (considerada a melhor cantora de tango da atualidade), além da Típica Mi Buenos Aires Querido. O bailado estará a cargo do Ballet de Johana Copes e dos atuais campeões mundiais de tango, Guido Palacios e Florencia Castilla, que superaram artistas da Argentina, Paraguai, Colômbia, Rússia, Chile e Itália.

Criado em 1974, “Uma Noite em Buenos Aires” reúne os maiores talentos da noite de Buenos Aires que se apresentam nas principais casas noturnas da cidade. Desde o início, o grupo conta com profissionais renomados e se tornou, já naquela década, recordista em público no Brasil e exterior.


MAESTRO CARLOS BUONO
Diretor musical, bandoneonista, compositor e arranjador, o maestro Carlos Buono (Prêmio  Sadaic/Bandoneon de Ouro) é, hoje em dia, o mais autêntico e magnífico interprete de Piazzolla. Solista com a Orquestra Sinfônica de Berlim e a Orquestra Sinfônica da Opera de Milão, Amsterdam e Hamburgo. Chamado de ‘O Rei do Tango na Europa’, atualmente, o maestro está em turnê com o violinista holandês André Rieu.

Carlos Buono nasceu em Buenos Aires, em 1942. Começou seus estudos musicais com o Maestro Elifio Rosaenz, continuando com Tití Rossi. Atuou como instrumentista junto a grandes músicos, até formar seu próprio grupo e atuar nas principais capitais do mundo. Prêmio Homero Manzi no Festival de Baradero (Argentina), integrou os grupos orquestrais de Alfredo Gobbi, Osvaldo Tarantino, Mariano Mores, Horário Salgan, José Colangelo, Osvaldo Berlinghieri e Atílio Stampone. Foi diretor musical da casa de espetáculos “Michelangelo”, e dos artistas Raul Lavie e Libertad Lamarque, foi também bandoneonista solista do espetáculo de Júlio Bocca em New York. Acompanhou Adriana Varela, Eladia Blazquez, Maria Graña e Lito Nebbia entre outros.

Ao longo da carreira o maestro realizou diversas turnês pelo Japão, EUA, Rússia, Europa, América Central, América do Sul e Canadá. Em 2003 esteve em turnê pelos países escandinavos, incluindo Suécia e Dinamarca, onde foi considerado pela crítica como um dos dez melhores instrumentistas do mundo.

Em 2004, apresentou-se como solista na Itália, a convite do Teatro Nacional da Ópera de Roma, para ser dirigido pelo maestro Luis Bacalov. Apresentou-se também na Alemanha, como solista da Rund-Funk – Orchester da WDR (Rádio TE Alemanha). Foi diretor musical do Piazzola Tango em Buenos Aires e teve sua carreira homenageada com a medalha e diploma da SADAIC. (Sociedade de Autores e compositores de Argentina).


ATILIO STAMPONE

Grande pianista, arranjador, diretor e compositor de tangos, Atilio Stampone orgulha-se ao dizer que sua música sofreu influências de Horacio Salgán, e, principalmente, de Astor Piazzolla, de quem foi pianista durante anos. Em seus repertório destacam-se as músicas: "Afiches", "Con pan y cebolla", "De um Homero Homero", "Desencanto" (todos com letras de Homero Expósito), "Aguatero", "Cadícamo" (letra de Enrique Bugatti), "Ciudadano", "Concertango", "El Nino", "El Tapir", "Fiesta de mi ciudad" (milonga, letra de Andres Lizarraga), "Fiesta y Milonga" (milonga, com letra de Eladia Blázquez ), "imparável", "Mi amigo Cholo" (letra de Gómez Albino), "Mocosa" (letra de Andres Lizarraga), Pará Violino y piano "," Romance Tango "e" Um guapo del novecientos ".

Stampone começou a tocar aos 10 anos. Aos 15 anos, entrou para a orquestra de Roberto Dimas; aos 16, passou a tocar piano na orquestra de Pedro Maffia. Aos 19,  integrou a orquestra de Roberto Rufino, onde conheceu Astor Piazzolla, que havia se separado da orquesta do bandoneonista Aníbal Troilo. No ano seguinte, quando El Gato Piazzolla forma seu próprio conjunto, Stampone é convidado para assumir o  piano. Aos 23, participou como solista na orquesta de Mariano Mores em duas comédias musicais: “El otro yo de Marcela” e “Bésame Petronita”. No ano seguinte, ganhou bolsa para estudar no Conservatório Santa Cecília, em  Roma. Após alguns meses, abandonou os estudos e realizou turnê por dois anos pela Itália, França, Grécia, Egito, Síria, Líbano e Turquia. Regressando a Buenos Aires, formou a orquestra Stampone-Federico e gravou um disco para o selo TK. Três anos depois, já com orquestra própria, gravou um disco de 78 rpm.

No mesmo ano, é novamente convidado por Piazzolla para ser pianista do Octeto Buenos Aires, gravando dois discos. Após dois anos, assume definitivamente sua orquestra.

Stampone recebeu o “Prêmio da Associação de Cronistas Cinematográficos da Argentina”. Também é autor da música do filme “La Historia Oficial”, ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Em 2000, é designado diretor da Orquestra Nacional de Música Argentina “Juan de Dios Filiberto”. Assume também a direção da Orquesta da Cidade de Buenos Aires. Com sua orquestra, atuou no filme Café de Los Maestros (2008), dirigido por Miguel Kohan, e nos álbuns Café de Los Maestros Vol. 1 y 2 (2005)


Ballet JOHANA COPES
Com formação em dança clássica, jazz, flamenco, teatro e comédia musical, Johana Copes participou dos musicais “Tango Argentino”, “Gotan”, “Los grandes de la Danza”, “Copes Tango Copes”, “Argentina Todo un Show”, “Entre Borges & Piazzolla”, “Sentimiento de Tango”, “Tango Argentina Rewiu”, “Fascinación e Tango”, entre outros. Viajando pelo mundo, dançou em New York-Broadway, Japão, Alemanha, Itália, Brasil, Chile, Uruguai, Holanda e França, entre outros. Foi a primeira bailarina do êxito teatral “Copes Tango Copes”, “Argentina Todo um Show” e trabalhou como convidada especial em “La Esquina Carlos Gardel”. Participou do filme de Carlos Saura, “Tango”, indicado ao prêmio Oscar.
Foi protagonista em um vídeo de León Gieco “Alas de Tango” e formou parte do prestigioso espetáculo “Tango Argentino” onde se apresentou em uma temporada na Broadway-NY. É diretora e produtora do festival “Bailemos Tango” que se realiza em Buenos Aires, desde o ano de 2005, e é a criadora do primeiro festival exclusivo para mulheres “Lady`s Tango” que organiza e produz, desde 2007. Em 2000, realizou junto a seu pai, Juan Carlos Copes, as coreografias do espetáculo “Copes Tango Copes”; e em 2002 foi a coreógrafa de “A Todo Tango”, apresentando-se no teatro Metropolitan de Buenos Aires. Em 2004 formou seu primeiro grupo de dança “Arrabaleros” e em 2006 sua companhia de tango “Sello de Tango... Copes”.

SERVIÇO
“Uma Noite em Buenos Aires – 40 anos – Os Melhores do Tango no Mundo”
Classificação: livre
Duração: 1h45
Dias/horários: 18 e 19 de agosto, segunda e terça-feira, às 21h
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes - Avenida Afonso Pena, 1537 – Centro
Ingressos: Plateia I – R$ 220,00 / Plateia II – R$ 200,00 / Balcão – R$ 180,00 - Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001)
Informações: 3236-7400 - www.rubim.art.br

Informações para a imprensa:
Jozane Faleiro - (31) 3261.1501 / 92046367 – jozane@ab.inf.br


MINISTÉRIO DA CULTURA, INSTITUTO UNIMED-BH, ITAÚ E TEATRO EM MOVIMENTO APRESENTAM “CHORINHO”, COM DENISE FRAGA E CLAUDIA MELLO



Montagem marca o reencontro das atrizes com o autor e diretor Fauzi Arap, antes de seu falecimento, em dezembro de 2013. Texto que trata da vida urbana com delicadeza, poesia e humor foi consagrado com o prêmio APCA de Melhor Autor (2007). Em cartaz no Palácio das Artes, dias 5 e 6 de abril


O projeto Teatro em Movimento traz à capital mineira o elogiado pela crítica e premiado espetáculo, “Chorinho”. A peça celebra o reencontro das atrizes Denise Fraga e Cláudia Mello com o autor e diretor Fauzi Arap. Denise foi dirigida por Fauzi em “A Quarta Estação” (1995). Cláudia Melo foi dirigida por ele em “Adorável Desgraçada” (1993). Denise e Cláudia dividiram o palco e o camarim em “A Alma Boa de Setsuan” (2008-2010) e não paravam de falar em Fauzi. O desejo de estarem juntos se concretizou no final de 2012, e o espetáculo já passou por diversas cidades brasileiras, chegando para curta temporada no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, dias 5 e 6 de abril, sábado e domingo. Além de autor, Fauzi Arap dividiu a direção com Marcos Loureiro (“Hotel Lancaster”, “Delicadeza”, “La Musica”).

O Teatro em Movimento é viabilizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio do Instituto Unimed-BH, que aporta recursos incentivados de pessoas físicas no projeto há seis anos, e, recentemente do Itaú. “As parcerias do Instituto Unimed-BH e do Itaú vieram em um momento importantíssimo. Com esse crescimento no nosso budget pretendemos incrementar e deixar mais especial a nossa programação”, diz Tatyana Rubim, idealizadora do Teatro em Movimento.
“Chorinho”
Em uma praça de uma grande cidade, duas vidas se entrelaçam graças aos encontros e conversas de uma solteirona aposentada (Cláudia Mello) com uma estranha moradora de rua (Denise Fraga). De um lado estão preconceitos e solidão; de outro, lucidez, loucura – e mais solidão.

Com diálogos regados de humor e emoção, a peça narra, em sete momentos, a construção da inusitada amizade entre estas mulheres aparentemente tão diferentes. Uma mora na praça por opção, não aguenta as leis sociais e a hipocrisia do mundo. A outra é uma senhora solitária que frequenta o lugar, cuida das plantas e tenta preencher o vazio dos dias com aulas de inglês e programas de televisão.

Um dia é surpreendida:
- Por que a senhora faz isso?
- Isso o quê?
- Isso de ficar fingindo que eu não existo.

A partir da insistência da mendiga, as duas vão se encontrando dia após dia na praça e através do que dizem, permitem que o espectador vá desenhando suas histórias, pensamentos, medos e solidões. Em diálogos simples e cheios de humor, Fauzi coloca em cena uma profunda e poética filosofia urbana.

Sobre a montagem, Denise Fraga diz: “É impressionante o poder da palavra no teatro.  Fauzi é um mestre e confiou nisso como ninguém.  Um banco de praça, duas atrizes e muito a dizer.  Uma para outra e para quem as ouve.  O que mais me encanta no texto é ver seu poder de fisgar o espectador pelo humor e simplicidade, dando clareza a questões filosóficas por vezes muito complexas.  Nas sessões que fizemos viajando pelo Brasil, me emocionava ver a reação da plateia ao verbo puro e simples.  A peça é um embate verbal cheio de sabedoria, humor e poesia.  E encanta por isso.  Fazer uma personagem tão diferente de você, mas que diz coisas que você gostaria de dizer é muito bom.  E é uma delícia estar neste jogo com minha querida Cláudia Mello, atriz extraordinária.  Tivemos o privilégio da batuta de Fauzi Arap, que saiu de sua toca e, ao lado de Marcos Loureiro, veio nos dirigir.  Isto é um tesouro muito precioso.  É colher pérolas para serem usadas não só neste trabalho, mas a cada nova empreitada que nosso maravilhoso ofício nos oferecer”.

Tatyana Rubim comenta que o trabalho de Denise Fraga e Claudia Mello sempre a encantaram. “em cena, o que vemos é sempre algo cheio de delicadeza, que só a técnica e o talento delas permitem. E,  ver isso acontecer com o texto do Fauzi, só pode resultar em puro encantamento”.

TURNÊ
“Chorinho” estreou em 2012, em Florianópolis. Neste período foi apresentado em Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba, com uma sessão em cada cidade, em sessões fechadas. Depois, o espetáculo fez temporada em São Paulo e passou por Brasília, Salvador, Extrema, Ilha Comprida, São Bernardo do Campo, Campinas, Jundiaí e Salto.
CRÍTICA
(...) o texto é partitura para atrizes especiais. Denise Fraga tem o dom de transitar da comédia ao trágico. Nela, o riso é a camada mais visível do talento chapliniano capaz de traduzir o que há de assustado e ofendido no ser humano. Em grande parceria, Claudia Mello oferece vasta emoção interior brilhando no olhar e surpreende sempre com o gesto certeiro que eleva o texto. Temperamentos e ritmos diferentes e complementares no humor mesclado de seriedade. Ao fim, quando se abraçam num gesto de mutua aceitação, entendemos que uma dor assim pungente não há de ser inutilmente. O poeta Fauzi acertou. (...) Jefferson Del Rios- Jornal O Estado de S. Paulo
CURRÍCULOS
Denise Fraga é atriz, autora de dois livros e produtora de teatro e cinema. Entre os espetáculos teatrais em que atuou, destacam-se “Sem Pensar”, “A Alma Boa de Setsuan”, “A Quarta Estação” e “Trair e Coçar é só Começar”. Na televisão, desenvolveu diversos programas para o Fantástico na TV Globo, entre eles quadro “Retrato Falado”, no ar por 8 anos, além de atuar em novelas, humorísticos e minisséries. Em 2013, gravou “A Mulher do Prefeito”, interpretando Aurora, pela TV Globo. No cinema, participou dos filmes “Por Trás do Pano”, “Cristina Quer Casar”, “As Melhores Coisas do Mundo” e “Hoje”. Em todas as linguagens, conquistou importantes prêmios nacionais e internacionais, como Grande Prêmio Brasil, Festival de Cinema de Gramado, Prêmio APCA, Festival Internacional de Cinema Latino Americano de Havana e o Kandango no Festival de Cinema de Brasília. Junto com Claudia Mello gravou a série “3 Teresas” pela GNT, em 2013, e preparam-se para gravar a segunda temporada, em 2014.
Cláudia Mello é comediante e atriz consagrada do teatro brasileiro. No teatro, participou de montagens de textos de vários autores da dramaturgia mundial, como Berthold Brecht, Willian Shakespeare e Anthony Burguess. Atuou sob a direção de Antunes Filho, quando fez sua estreia no teatro, Antônio Abujamra, Fauzi Arap e Ulisses Cruz. Alguns espetáculos que participou e teve seu trabalho premiado: “A Alma Boa de Setsuan”, “Adorável Desgraçada” - Prêmio APCA, “As Margens do ipiranga” - Prêmio Shell e Prêmio Lei Sarney, “O Pelicano” - Prêmio APCT. Na televisão, atuou em telenovelas como “A Vida da Gente”, “Passione”, “Éramos Seis” e seriados como “A Diarista” e “Batendo Ponto”, ambos na TV Globo. Junto com Denise fraga, gravou “3 Teresas”, pela GNT, em 2013 e prepara-se para gravar a segunda temporada.
Fauzi Arap - diretor, autor e ator. Faleceu em dezembro de 2013, sendo “Chorinho” seu trabalho mais recente como diretor teatral. Sempre fora dos esquemas de produção tradicionais, Fauzi Arap imprime em seus trabalhos como diretor e autor uma expressão original. Começa como ator no fim dos anos 1950, no Teatro Oficina, e participa da primeira montagem profissional do grupo em 1961, “A Vida Impressa em Dólar”, de Clifford Odetts, direção de José Celso Martinez Corrêa, quando recebe os prêmios Saci e Governador do Estado de melhor ator coadjuvante. Afirma-se como ator tanto em montagens do Oficina como do Teatro de Arena.
A primeira direção se dá em 1965, com “Perto do Coração Selvagem”, obra de Clarice Lispector adaptada por ele. Aos 29 anos, abandona a carreira de ator para dedicar-se à direção. Como diretor, lança importantes nomes da dramaturgia nacional como Plínio Marcos, Antônio Bivar e José Vicente. Projeta nacionalmente o nome de Maria Bethânia ao dirigi-la no show “Rosa dos Ventos”, de 1971, valorizando a forte presença cênica da cantora. A carreira como autor tem início com “Pano de Boca”, 1975. Recebe os prêmios Molière de melhor autor e Associação Paulista de Críticos de Artes - APCA, de melhor diretor por “O Amor do Não”, 1977. Mais tarde, em 1983 leva o Mambembe de melhor autor em “Quase 84”, dirigido por Ivan de Albuquerque. No fim dos anos 1990, obtém êxitos na direção de diferentes gêneros, como no drama poético “Santidade”, peça de José Vicente censurada em 1968, e na comédia “Caixa 2”, de Juca de Oliveira, Prêmios Shell de melhor direção por ambos os trabalhos. Fauzi Arap é tido como pioneiro na direção de shows musicais no Brasil e também, reconhecidamente, um dos melhores diretores de ator do país. Sua autobiografia, “Mare Nostrum - Sonhos, Viagens e Outros Caminhos”, 1998, revela a trajetória de um homem que busca na vida e no teatro uma existência integral.
FICHA TÉCNICA
Texto: FAUZI ARAP / Direção: MARCOS LOUREIRO e FAUZI ARAP / Elenco: DENISE FRAGA e CLÁUDIA MELLO / Iluminação: MARCOS LOUREIRO / Trilha Sonora: ALINE MEYER / Figurinos: CÁSSIO BRASIL / Visagismo: SIMONE BATATA / Fotos: JOÃO CALDAS / Operador de luz: LUCAS SANTOS / Operador de som: CARLOS HENRIQUE / Camareira: CRISTIANE FERREIRA / Direção de Produção: JOSÉ MARIA / Realização: NIA TEATRO / Produção em Belo Horizonte: RUBIM PRODUÇÕES / Realização em Belo Horizonte: TEATRO EM MOVIMENTO - viabilizado com recursos do Instituto Unimed-BH, por meio do patrocínio de pessoas físicas, e Itaú, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
SERVIÇO
“Chorinho”, com Denise Fraga e Cláudia Mello
Dias: 5 e 6 de abril, sábado às 20h e domingo às 19h
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes - Avenida Afonso Pena, 1537 – Centro
Ingressos: Plateia I – R$ 70,00 / Plateia II – R$ 60,00 / Balcão – R$ 50,00 - Valor promocional limitado a 20% da capacidade da casa. Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001)
Informações: : 3236-7400 - www.teatroemmovimento.com.br

Informações para a imprensa:
Jozane Faleiro - (31) 3261.1501 / 92046367 – jozane@ab.inf.br

TEATRO EM MOVIMENTO
O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, foi criado há 13 anos, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para outros Estados e também pequenas cidades. Desde então, contabiliza 165 montagens, que somam mais de 496 apresentações, envolvendo cerca de 480 artistas, em 14 cidades, 27 teatros e público superior a 350 mil pessoas.
Inicialmente, atuando em Minas Gerais e seu entorno, o projeto trouxe à capital mineira e algumas cidades do interior, espetáculos com peso nacional, tendo no elenco atores como Bibi Ferreira, Thiago Lacerda, Vladimir Brichta, Cisa Guimarães, Mateus Solano, Glória Menezes, Antônio Fagundes, Nicete Bruno, Paulo Goulart, Marco Nanini, Luana Piovani, Lilia Cabral, Rodrigo Lombardi, Cláudia Raia, Marisa Orth, Renata Sorrah e muitos outros.  Dentre os espetáculos, que o projeto deslocou para a capital mineira, estão “Hamlet”, “Doidas e Santas”, “Esta Criança” e os premiados musicais “Gonzagão – a Lenda”, “Bibi Ferreira – Histórias e Canções”, “Farsa da Boa Preguiça”, “Beatles Num Céu de Diamantes”, “New York, New York”, etc.
O projeto também já atuou em diversos Estados brasileiros, como São Luiz (MA), Vitória (ES) e Aracajú (SE).  Em Minas Gerais, além de Belo Horizonte, o projeto atua em Nova Lima, Betim e Araxá. Os resultados do projeto vão além da inclusão das cidades na circulação das montagens. A iniciativa possibilita a formação de um espectador mais crítico e de um público mais preparado e habituado a lotar as salas dos teatros. A ideia é consolidar o hábito de ir ao teatro e fomentar a cultura das artes cênicas, por isso os espetáculos acontecem ao longo do ano e não concentrados em um curto período como nos festivais. O teatro, sendo um agente de transformação social, é capaz de atuar como um difusor de ideias e de cultura podendo ser usado como um instrumento de comunicação. Para ratificar a potencialidade de transformação social e cultural do teatro e colocar em prática os objetivos do projeto, o Teatro em Movimento ainda promove, sempre que possível, oficinas gratuitas, palestras e workshops para profissionais da área e interessados. Dessa forma, cria-se uma rede de circulação de informação fortalecendo a possibilidade de sustentabilidade do setor cultural.