domingo, 7 de setembro de 2014

Vivo EnCena, Instituto Unimed - BH e Itaú apresentam “Quem Tem Medo de Virginia Woolf? ”, de Edward Albee, com direção de Victor Garcia Peralta



Teatro em Movimento dá continuidade à programação de 2014 com esse clássico do teatro contemporâneo, sucesso de público e crítica, ganhador de dois prêmios Cesgranrio e indicado aos prêmios Shell e APTR. Protagonizado por Zezé Polessa, acompanhada dos atores Daniel Dantas, Ana Kutner e Erom Cordeiro, montagem fica em cartaz de 22 a 24 de agosto, no Cine Theatro Brasil Valourec, em Belo Horizonte

Apresentado pelo Vivo EnCena e pelo Teatro em Movimento, e patrocinado pela Vivo,  Instituto Unimed – BH e Itaú, chega a Belo Horizonte o espetáculo “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, escrito, em 1962, pelo norte-americano Edward Albee, considerado um dos mais importantes dramaturgos do teatro moderno. Essa é a quarta montagem da peça no Brasil, dessa vez com direção de Victor Garcia Peralta, direção de produção de Giuliano Ricca, com Zezé Polessa, Daniel Dantas, Ana Kutner e Erom Cordeiro no elenco. Com texto atual, após 51 anos desde sua estreia, espetáculo que mostra até onde podem ir as pessoas para manter seus relacionamentos, fica em cartaz de 22 a 24 de agosto – sexta, às 21h; sábado, às 20h; e domingo, às 19h, no Cine Theatro Brasil Valourec. Após a sessão do dia 22, haverá um bate-papo dentro da série “Encontros Vivo EnCena”, com a participação do elenco.
“Se existir uma história daqui a alguns anos e eu fizer parte dela, atrevo-me a dizer que Quem tem medo de Virginia Woolf? será a peça que melhor se identifica com o meu nome.” A frase de Edward Albee contextualiza a importância da peça para o autor e para a dramaturgia mundial, já imortalizada no cinema por Elizabeth Taylor e Richard Burton em filme vencedor do Oscar em cinco categorias. No Brasil, Zezé Polessa já idealizava produzir essa montagem desde 2011, quando o diretor Victor Garcia Peralta sugeriu que ela interpretasse a instigante personagem Marta, criada por Albee. Depois de três anos, e com tradução elogiada e indicada a prêmios de João Polessa Dantas, o espetáculo consolida-se como um dos grandes sucessos dos palcos brasileiros, tendo passado pelo Rio de Janeiro e São Paulo.

O cenário criado por Gringo Cardia ambienta a casa de Jorge (Daniel Dantas) e Marta (Zezé Polessa), que recebem os jovens Nick (Erom Cordeiro) e Mel (Ana Kutner) para um drink após uma festa. São dois casais de diferentes idades, mas com questões em comum. Os anfitriões, casados há mais de 20 anos, vivem uma relação de amor e ódio, na qual um segredo parece unir e, ao mesmo tempo, transformar a vida de ambos em uma grande ilusão. Já os visitantes têm um relacionamento aparentemente perfeito, mas, quando envolvidos nos jogos mentais e sexuais do primeiro casal, deixam transparecer as mentiras que os cercam.

Marta surge como uma mulher debochada e perversa que tripudia sobre o marido, ressaltando suas fraquezas enquanto se insinua para Nick. As brigas começam a revelar o caráter dos personagens e a descortinar os segredos do casal mais jovem. A grande virada de Jorge se dá quando ele propõe aos visitantes uma sequência de jogos repletos de crueldade.

Nos textos de Albee nada é o que aparenta. Situações que começam aparentemente reais rapidamente entram na esfera da fantasia. Pela maestria com a qual Albee constrói seus personagens, a peça ganha dimensão universal, mesmo sendo ambientada no Campus de uma universidade americana, uma espécie de comunidade onde todos se conhecem.

Produção
Considerado um dos maiores autores do teatro moderno pela crítica mundial e pelo público que lota os teatros para aplaudir suas peças, Edward Albee escreveu um dos principais textos de sua carreira, Quem tem medo de Virginia Woolf?, em 1962. Hoje, 51 anos depois, tempo suficiente para se fazer história, pode-se dizer que a peça faz parte do patrimônio dramático internacional, falando a sucessivas gerações de espectadores bem distantes do tempo e contexto que lhe deram forma.

Albee, hoje com 86 anos, ainda permanece zeloso de sua menina dos olhos, submetendo nossa equipe de criação a rigorosos critérios de avaliação. Examinou individualmente os principais envolvidos, e suas propostas conceituais para esta produção: atores, diretor, cenógrafo, tradutor, iluminador, figurinista e produtores, participando inclusive na aprovação do esboço de seus trabalhos.

O figurino assinado por Marcelo Pies, somado ao visagismo de Fernando Torquatto, a iluminação de Maneco Quinderé e a trilha sonora de Marcelo Alonso Neves ambientam o espetáculo em uma atmosfera eletrizante. Quem tem medo de Virginia Woolf? é uma realização da MJC Polessa Produções Artísticas e da Ricca Produções Artísticas com patrocínio da Vivo, através do projeto Vivo EnCena, Porto Seguro e Finep. Após temporada de sucessos no Rio de Janeiro e participação do Festival de Curitiba, o espetáculo fica em cartaz até 27 de julho no Teatro Raul Cortez.

Prêmios e indicações
Prêmio Cesgranrio: Ganhadores Melhor Ator E Atriz – Zezé Polessa E Daniel Dantas / Indicação Categoria Especial Tradução – João Polessa Dantas
Prêmio Shell: Indicação Melhor Atriz E Melhor Ator – Zezé Polessa E Daniel Dantas
Premio Aptr: Indicação Melhor Espetáculo.

Integrante do projeto cultural Vivo EnCena, iniciativa da Vivo para as Artes Cênicas, a parceria permite uma série de ações além da temporada no Rio de Janeiro e São Paulo, como circulação de espetáculo em turnê por cidades brasileiras, workshops e debates que promovem maior acessibilidade, reflexão e intercâmbio para todos.

No do dia 22/08, acontece a quarta edição de 2014 da série “Encontros Vivo EnCena” em Belo Horizonte, que conta com a participação do elenco a partir do tema “Teatro e Transformação”, com mediação de Expedito Araujo, curador artístico do projeto.

Encontros Vivo EnCena
Após a apresentação no dia 22/08, os atores Zezé Polessa, Daniel Dantas, Ana Kutner e Erom Cordeiro participam da série Encontros Vivo EnCena. Com o tema “Teatro e Transformação”, o debate será mediado pelo pesquisador em gestão cultural e curador do Vivo EnCena, Expedito Araujo.
Como uma ação cultural integrada, gratuita e exclusiva, com o tema “Teatro e Transformação, pretende envolver o público para realizar trocas de experiências com os artistas da peça, que irão discorrer sobre como foi a composição dos personagens – que retratam a obsessão por manipulações e opressões em uma sociedade que caracteriza nossa realidade desde os tempos mais remotos. Baseado nas relações inerentes do fazer teatral irá proporcionar maior reflexão sobre o lugar de respeito e do afeto a individualidade, assim como promover esclarecimentos para boas práticas em confronto com as tendências que a peça teatral apresenta.”

Sobre o Projeto Cultural Vivo EnCena
O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura. O Vivo EnCena é realizado há dez anos e está presente em 20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.                   

Ficha Técnica do espetáculo:

Texto: Edward Albee /Tradução: João Polessa Dantas / Elenco: Zezé Polessa, Daniel Dantas, Erom Cordeiro e Ana Kutner / Direção: Victor Garcia Peralta / Direção de arte / cenografia / programação visual: Gringo Cardia / Iluminador: Maneco Quinderé / Figurinos: Marcelo Pies / Visagismo: Fernando Torquatto / Trilha Sonora: Marcelo Alonso Neves / Produção executiva: Carmem Oliveira / Direção de produção: Giuliano Ricca / Produtores Associados: Zezé Polessa / Giuliano Ricca / Realização Nacional: MJC Polessa Produções Artísticas e Ricca Produções Artísticas: Projeto viabilizado com recursos da Vivo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura / Produção em Belo Horizonte: Rubim Produções / Realização em Belo Horizonte: Teatro em Movimento - projeto viabilizado com recursos do Instituto Unimed-BH e Itaú, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

         
SERVIÇO: “Quem tem medo de Virginia Woolf?”
Duração: 130 minutos / Recomendação: 14 anos / Gênero: drama
Dias/Horários: dias 22 a 24 de agosto – sexta, às 21h; sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Local: Cine Theatro Brasil Valourec – Praça 7, S/N, Centro
Ingressos: Plateia I: R$ 60,00 / Plateia II (mezanino): 60,00/ Plateia II*: R$ 50,00 - Valor promocional limitado a 20% da capacidade da casa. Meia entrada válida para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados (conforme MP 2208/2001)
Informações: (31) 3201-5211
www.teatroemmovimento.com.br / www.cinetheatrobrasil.com.br

Funcionários Telefônica/Vivo e Clientes Vivo Valoriza tem 50% de desconto em dois ingressos. Necessário apresentar voucher emitido pelo site Vivo Valoriza, além de documento de identificação com foto. Desconto válido somente para o titular e não cumulativo com outras promoções e/ou descontos. As bilheterias dos teatros deverão aceitar vouchers do Programa Vivo Valoriza.




Informações para a imprensa:
AB Comunicação - (31) 3261 1501 – Jozane Faleiro - (31) 92046367 – jozane@ab.inf.br


Biografias

Zezé Polessa tem mais de 50 peças, novelas, filmes e minisséries em seu currículo. Sua estreia no teatro aconteceu em 1973, com o espetáculo Drácula, de Bram Stocker. Já em 1978 a atriz ganhou o prêmio revelação da crítica carioca por sua atuação em Os Infortúnios de Mimi Boaventura, de Miguel Oniga. Em 1988 foi laureada com o Prêmio Mambembe pela sua participação em Delicadas Torturas, de Harry Kondoleon. No mesmo ano aconteceu sua estreia no cinema, com o filme Romance da Empregada, dirigido por Bruno Barreto. Em 1989, Zezé realizou seu primeiro trabalho na TV Globo, na novela Top Model. Entre seus trabalhos de maior destaque no teatro está a peça “Não Sou Feliz, Mas Tenho Marido", baseada no livro de Viviana Thorpe. Recentemente, esteve no elenco da novela Salve Jorge, de Glória Perez.  

Daniel Dantas iniciou sua carreira no teatro, em 1975, como integrante do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, na montagem de O Inspetor Geral, de Nicolai Gogol. Cinco anos depois, em 1980, estreou na televisão como Tatá, de Chega Mais. Desde então acumula em seu currículo mais de 36 novelas, minisséries e participações em séries. No cinema, atuou na adaptação de Engraçadinha, de Nelson Rodrigues, em 1981, e esteve no elenco de outros 17 filmes. Em 1991 recebeu o Prêmio Molière de Melhor Ator por seu personagem no espetáculo Baile de Mascaras. Sua última novela foi Sangue Bom, da TV Globo.

Ana Kutner foi dirigida por importantes nomes do teatro nacional e tem em seu currículo peças como O Casamento, dirigida por Antônio Abujamra; Mostra de Teatro Cemitério dos Automóveis, com direção de Fernanda Dumbra e de Mário Bortolotto; e Nostalgia, dirigida por Felipe Hirsch. Foi assistente de direção nos espetáculos Um circo de rins e fígado, direção Gerald Thomas; Decamerão, com direção de Otávio Muller; e Renato Russo, dirigida por Mauro Mendonça Filho. Na TV fez parte do elenco de O Direito de Nascer (SBT), Agora é que são elas (TV Globo), Paixões Proibidas (Bandeirantes) e Quase Anônimos (Multishow). Em 2009 escreveu crítica de teatro para o jornal O Globo durante quatro meses.


Erom Cordeiro é ator de teatro, cinema e televisão. Desde sua estreia, como protagonista do espetáculo O Despertar Da Primavera em 1993, já atuou em quase 40 peças, filmes, novelas e séries. Em 1995, fez parte do elenco de Doidas Folias, que representou o Brasil na Biennale Theatre Jeunes Publics em Lyon/França em 1997. Seu primeiro trabalho no cinema foi em 2008, no longa Sexo com Amor?, dirigido por Wolf Maya. Já no ano seguinte esteve no Festival de Berlim, com longa estrangeiro Universalove, produção austríaca dirigida por Thomas Woschitz. Na TV, participou de novelas como América, Morde & Assopra e atualmente está no ar em Malhação.

Edward Albee - Vencedor dos Prêmios Pullitzer, Tony e Drama Desk Awards, Albee recebeu, em 2011, a Medalha Edward MacDowell pela carreira artística, tornando-se o terceiro dramaturgo a receber este prêmio anual desde a sua criação em 1960. Sua carreira teve inicio em 1958, com The Zoo Story. Em outubro de 1962 estreou na Broadway Who´s Afraid of Virginia Woolf?, sucesso de bilheteria que permaneceu em cartaz durante dois anos e foi adaptado para o cinema em 1966. A peça já teve três montagens no Brasil, com Cacilda Becker e Walmor Chagas (1966), Tônia Carrero e Raul Cortez (1978) e Marieta Severo e Marco Nanini (2000). Outros textos do autor também já foram adaptados para o teatro nacional: Três Mulheres Altas (Three Tall Women), em 1995; A Cabra, ou quem é Silvia? (The Goat, or Who is Sylvia?), em 2008; e A Peça do Casamento (Marriage Play), em 2012. Edward Albee tem em seu vasto currículo mais de 30 peças e adaptações.

Victor Garcia Peralta - Formado pela Escola de Arte Dramática, no Piccolo Teatro di Milano (Itália), dirigiu diversos espetáculos na Argentina, sua terra natal. Por lá, trabalhou em parceria com Miguel Falabella nas peças Nosotras que Nos Queremos Tanto (A Partilha) e Como se Rellena un Bikini Selvaje (Como Encher um Biquíni Selvagem), Prêmio Estrella de Mar de Melhor Diretor, além de Las Lágrimas Amargas de Petra Von Kant, de R.W. Fassbinder que lhe rendeu o Prêmio Molière de Melhor Diretor; La Señora Klein, de N. Wright, Prêmio Maria Guerrero de Melhor Diretor; entre outros. Já no Brasil, o diretor participou dos espetáculos O Marido Ideal, de Oscar Wilde; Doroteia Minha, de/com Beth Goulart; Quartett, de H. Müller, com Beth Goulart e Guilherme Leme; Alucinadas, de Bruno Mazzeo, entre outros. Seus mais recentes trabalhos são as peças: Os Homens são de Marte e é pra lá que eu vou, com Mônica Martelli, que lhe rendeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Diretor; e Não sou feliz, mas tenho marido, com Zezé Polessa; Sexo, Drogas & Rock´n´Roll, com Bruno Mazzeo; e Também Queria Te Dizer, de Martha Medeiros com Emilio Orciollo Netto.

Direção de arte, cenografia e projetos gráficos: Gringo Cardia - Um dos mais importantes profissionais multimídia do país. Atua como artista gráfico, cenógrafo, diretor de arte, diretor de videoclipes, de teatro e desfiles de moda. Nos anos de 1990, ganhou fama como o precursor de uma linguagem cenográfica criativa e ousada. Seu currículo possui trabalhos com os mais consagrados nomes da música nacional, como Maria Bethânia, Reta Lee, Maria Rita, Titãs, Paralamas do Sucesso e Cássia Eller. Em 1990, realizou seu primeiro trabalho cenográfico na peça Fica comigo esta noite, com Débora Bloch e Luis Fernando Guimarães. Tem longa parceria com a Companhia de Dança Deborah Colker e já assinou mais de 50 videoclipes.

Teatro em Movimento

O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, foi criado há 13 anos, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para outros Estados e também pequenas cidades. Desde então, contabiliza 168 montagens, que somam mais de 502 apresentações, envolvendo cerca de 482 artistas, em 14 cidades, 27 teatros e público superior a 350 mil pessoas.

Inicialmente, atuando em Minas Gerais e seu entorno, o projeto trouxe à capital mineira e algumas cidades do interior, espetáculos com peso nacional, tendo no elenco atores como Bibi Ferreira, Thiago Lacerda, Vladimir Brichta, Cissa Guimarães, Mateus Solano, Glória Menezes, Antônio Fagundes, Nicete Bruno, Paulo Goulart, Marco Nanini, Luana Piovani, Lilia Cabral, Rodrigo Lombardi, Cláudia Raia, Marisa Orth, Renata Sorrah, Paulo Gustavo e muitos outros.  Dentre os espetáculos que o projeto deslocou para a capital mineira estão “Hamlet”, “Doidas e Santas”, “Esta Criança” e os premiados musicais “Gonzagão – a Lenda”, “Bibi Ferreira – Histórias e Canções”, “Farsa da Boa Preguiça”, “Beatles Num Céu de Diamantes”, “New York, New York”, etc.

O projeto também já atuou em diversos Estados brasileiros, como São Luiz (MA), Vitória (ES) e Aracajú (SE).  Em Minas Gerais, além de Belo Horizonte, o projeto atua em Nova Lima, Betim e Araxá. Os resultados do projeto vão além da inclusão das cidades na circulação das montagens. A iniciativa possibilita a formação de um espectador mais crítico e de um público mais preparado e habituado a lotar as salas dos teatros. A ideia é consolidar o hábito de ir ao teatro e fomentar a cultura das artes cênicas, por isso os espetáculos acontecem ao longo do ano e não concentrados em um curto período como nos festivais. O teatro, sendo um agente de transformação social, é capaz de atuar como um difusor de ideias e de cultura podendo ser usado como um instrumento de comunicação. Para ratificar a potencialidade de transformação social e cultural do teatro e colocar em prática os objetivos do projeto, o Teatro em Movimento ainda promove, sempre que possível, oficinas gratuitas, palestras e workshops para profissionais da área e interessados. Dessa forma, cria-se uma rede de circulação de informação fortalecendo a possibilidade de sustentabilidade do setor cultural.

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